A MS vai activar a protecção Memory Integrity no Windows 11, o que poderá prejudicar o desempenho nos jogos.
A Microsoft vai começar a activar uma funcionalidade de segurança da memória no Windows 11 em mais computadores a partir do próximo mês (Outubro 2026). A medida pretende reforçar a protecção do sistema contra malware e drivers maliciosos, mas poderá ter um impacto negativo no desempenho de alguns jogos e apps.
A funcionalidade em causa é o Memory Integrity, integrada na tecnologia Virtualization-based Security (VBS). Esta protecção impede a execução de código e drivers não confiáveis ao nível do kernel do sistema operativo, ajudando a reduzir o risco de ataques que tentem comprometer componentes críticos do Windows.
Apesar das vantagens em termos de segurança, a Microsoft já reconheceu anteriormente que o recurso pode causar uma redução do desempenho em jogos, especialmente em computadores equipados com processadores mais antigos. Em sistemas mais recentes, o impacto tende a ser menos perceptível, mas ainda assim poderá provocar quebras no framerate em determinados títulos.
Quem não quiser perder desempenho (à custa da segurança), poderá desactivar a opção nas definições do Windows 11 na secção "Core Isolation". Se o Memory Integrity estiver desactivado não será reactivado automaticamente. Outra opção será desactivar temporariamente a funcionalidade durante as sessões de jogos e voltar a activá-la posteriormente para manter o nível de protecção do sistema - algo um pouco absurdo numa era que os computadores e sistemas deviam poupar-nos trabalho, e não obrigar-nos a este tipo de rituais. Custaria assim tanto à MS adicionar uma opção "desactivar a opção durante a execução de jogos", ainda para mais quando o Windows até já tem um "game mode" onde isto se enquadraria perfeitamente.
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quinta-feira, 17 de setembro de 2026
domingo, 30 de agosto de 2026
Windows pode remover driver da placa gráfica em portáteis que não as usem
Manter um portátil gaming no modo "eco" durante várias semanas pode levar o Windows a desinstalar o driver do GPU.
Um utilizador relatou uma situação curiosa, em que a NVIDIA GeForce RTX 5070 Ti do seu portátil ASUS ROG Zephyrus G14 tinha deixado de ser reconhecida, passando a ser indicada apenas como um "Microsoft Basic Display Adapter". O Windows parece ter removido o driver de forma automática, revelando um comportamento que é planeado mas que pode apanhar os utilizadores de surpresa.
A situação está relacionado com os modos de poupança de energia que desligam completamente o GPU dedicado e passam a usar o GPU integrado. No caso dos portáteis ASUS, o Armoury Crate Eco Mode desactiva totalmente o GPU Nvidia para poupança máxima de energia, fazendo com que o GPU até desapareça da lista de adaptadores gráficos do Windows. O utilizador em questão passou algumas semanas com este modo activado, e isso fez entrar em acção o sistema de limpeza de drivers não utilizados do Windows, eliminando o pacote de drivers NVIDIA por este já não estar associado a qualquer hardware activo. Quando o utilizador passou a um modo normal de funcionamento com acesso ao GPU Nvidia, o sistema já não tinha o driver adequado, ficando dependente da reinstalação dos drivers para que funcionasse correctamente.
Embora este comportamento faça parte do mecanismo normal de limpeza de dispositivos e drivers do Windows, poderá argumentar-se que um prazo de 15 dias seja demasiado curto para componentes que podem permanecer temporariamente desactivados. Mesmo tendo em questão que se trata de um portátil gaming que a maioria das pessoas manterá em modo de alto-desempenho, pode haver situações (épocas de exame, férias, etc.) em que se prefira dar prioridade à autonomia e optar pelo modo "Eco". Ou então, perguntar ao utilizador se efectivamente pretende remover o driver "não utilizado" antes de o eliminar.
Um utilizador relatou uma situação curiosa, em que a NVIDIA GeForce RTX 5070 Ti do seu portátil ASUS ROG Zephyrus G14 tinha deixado de ser reconhecida, passando a ser indicada apenas como um "Microsoft Basic Display Adapter". O Windows parece ter removido o driver de forma automática, revelando um comportamento que é planeado mas que pode apanhar os utilizadores de surpresa.
A situação está relacionado com os modos de poupança de energia que desligam completamente o GPU dedicado e passam a usar o GPU integrado. No caso dos portáteis ASUS, o Armoury Crate Eco Mode desactiva totalmente o GPU Nvidia para poupança máxima de energia, fazendo com que o GPU até desapareça da lista de adaptadores gráficos do Windows. O utilizador em questão passou algumas semanas com este modo activado, e isso fez entrar em acção o sistema de limpeza de drivers não utilizados do Windows, eliminando o pacote de drivers NVIDIA por este já não estar associado a qualquer hardware activo. Quando o utilizador passou a um modo normal de funcionamento com acesso ao GPU Nvidia, o sistema já não tinha o driver adequado, ficando dependente da reinstalação dos drivers para que funcionasse correctamente.
Embora este comportamento faça parte do mecanismo normal de limpeza de dispositivos e drivers do Windows, poderá argumentar-se que um prazo de 15 dias seja demasiado curto para componentes que podem permanecer temporariamente desactivados. Mesmo tendo em questão que se trata de um portátil gaming que a maioria das pessoas manterá em modo de alto-desempenho, pode haver situações (épocas de exame, férias, etc.) em que se prefira dar prioridade à autonomia e optar pelo modo "Eco". Ou então, perguntar ao utilizador se efectivamente pretende remover o driver "não utilizado" antes de o eliminar.
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
MS diz que bug dos jogos é culpa dos acessórios RGB
A culpa para os problemas com jogos no Windows após aactualização de Agosto pode ser dos programas que gerem acessórios com iluminação RGB.
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Actualização de Agosto do Windows bloqueia ARC Raiders e outros jogos
Se estavam com saudades das bugs que acompanham cada actualização do Windows, eis que estão de volta, afectando uma série de jogos.
A Microsoft já confirmou estar a investigar um problema ligado às actualizações de Agosto de 2026 para o Windows 11, que pode impedir alguns jogos de arrancarem correctamente ou provocar bloqueios inesperados. O bug afecta sistemas com Windows 11 24H2 e 25H2 após a instalação da actualização KB5121003 disponibilizada no Patch Tuesday de Agosto. Entre os jogos que podem enfrentar problemas estão títulos bastante populares como o ARC Raiders, MARVEL Tōkon: Fighting Souls e The Finals.
Os sintomas reportados incluem congelamentos durante o jogo, encerramentos inesperados, erros "EXCEPTION_ACCESS_VIOLATION", e até reinícios automáticos do sistema. Enquanto isso, a Embark Studios, criadora de The Finals, identificou uma possível causa relacionada com o ficheiro de sistema inpoutx64.sys, que terá sofrido alterações após a instalação da actualização. O estúdio sugere, como solução temporária, apagar o ficheiro problemático para permitir que o jogo volte a funcionar, embora esta abordagem seja destinada apenas a utilizadores avançados.
A Microsoft já confirmou estar a investigar um problema ligado às actualizações de Agosto de 2026 para o Windows 11, que pode impedir alguns jogos de arrancarem correctamente ou provocar bloqueios inesperados. O bug afecta sistemas com Windows 11 24H2 e 25H2 após a instalação da actualização KB5121003 disponibilizada no Patch Tuesday de Agosto. Entre os jogos que podem enfrentar problemas estão títulos bastante populares como o ARC Raiders, MARVEL Tōkon: Fighting Souls e The Finals.
Os sintomas reportados incluem congelamentos durante o jogo, encerramentos inesperados, erros "EXCEPTION_ACCESS_VIOLATION", e até reinícios automáticos do sistema. Enquanto isso, a Embark Studios, criadora de The Finals, identificou uma possível causa relacionada com o ficheiro de sistema inpoutx64.sys, que terá sofrido alterações após a instalação da actualização. O estúdio sugere, como solução temporária, apagar o ficheiro problemático para permitir que o jogo volte a funcionar, embora esta abordagem seja destinada apenas a utilizadores avançados.
- Lançar o Command Prompt como Administrator
- Escrever "sc stop inpoutx64" (sem aspas) e fazer Enter.
- De seguida escrever "sc delete inpoutx64" (sem aspas) and press Enter.
- Depois, ir até C:\Windows\System32\drivers no File Explorer, e eliminar o ficheiro inpoutx64.sys.
sexta-feira, 8 de maio de 2026
Windows remove artigo que recomendava 32GB para o Windows 11
A Microsoft removeu um artigo onde se limitava a constatar a realidade, dizendo que os 16GB de RAM são o ideal para o Windows 11, e recomendado os 32GB para quem quiser jogar sem chatices.
A Microsoft removeu um artigo publicado recentemente onde recomendava 32 GB de RAM como configuração "sem preocupações" para PCs gaming com Windows 11. A sugestão parecia não ter nada de especial, mas acabou por gerou fortes críticas por parte de algumas comunidade, talvez em parte devido aos actuais preços da memória RAM, que continuam fortemente inflaccionados devido ao volume reservado para as empresas AI.
No texto original, a MS dizia que sistemas com 32 GB de RAM seriam ideais para executar jogos em simultâneo com aplicações como Discord (um mau exemplo, pois trata-se de uma app extremamente gastadora de memória, que chegou ao ponto de forçar o restart da app quando atinge os 4GB de RAM ocupada) e outras tarefas em segundo plano. A recomendação foi rapidamente considerada exagerada por alguns utilizadores, especialmente porque o Windows 11 foi inicialmente apresentado como um sistema mais eficiente e optimizado no consumo de memória, e que continua indicar 4GB de RAM como requisito mínimo.
Após a reacção negativa, a Microsoft decidiu não tentar defender a sua posição e optou por eliminar completamente a publicação. O link antigo passa agora a redirecionar para a área de dicas e tutoriais do Windows, sem qualquer referência ao conteúdo original.
Não há dúvida de que a MS tem muito que se pode criticar, mas parece-me que desta vez a reacção foi exagerada. A MS estava apenas a dizer aquilo que todos sabem: que o Windows 11 realmente precisa de 16GB para ter um uso despreocupado, e os 32GB a serem recomendáveis para quem deseja manter browsers e outros programas carregados a par de jogos mais pesados. Ainda por cima, mesmo que lentamente, a MS tem-se comprometido em melhorar diversos aspectos do Windows, como o File Explorer e outros elementos, regressando à programação nativa em vez de optar pelo uso de tecnologias web, mais lentas.
A Microsoft removeu um artigo publicado recentemente onde recomendava 32 GB de RAM como configuração "sem preocupações" para PCs gaming com Windows 11. A sugestão parecia não ter nada de especial, mas acabou por gerou fortes críticas por parte de algumas comunidade, talvez em parte devido aos actuais preços da memória RAM, que continuam fortemente inflaccionados devido ao volume reservado para as empresas AI.
No texto original, a MS dizia que sistemas com 32 GB de RAM seriam ideais para executar jogos em simultâneo com aplicações como Discord (um mau exemplo, pois trata-se de uma app extremamente gastadora de memória, que chegou ao ponto de forçar o restart da app quando atinge os 4GB de RAM ocupada) e outras tarefas em segundo plano. A recomendação foi rapidamente considerada exagerada por alguns utilizadores, especialmente porque o Windows 11 foi inicialmente apresentado como um sistema mais eficiente e optimizado no consumo de memória, e que continua indicar 4GB de RAM como requisito mínimo.
Após a reacção negativa, a Microsoft decidiu não tentar defender a sua posição e optou por eliminar completamente a publicação. O link antigo passa agora a redirecionar para a área de dicas e tutoriais do Windows, sem qualquer referência ao conteúdo original.
Não há dúvida de que a MS tem muito que se pode criticar, mas parece-me que desta vez a reacção foi exagerada. A MS estava apenas a dizer aquilo que todos sabem: que o Windows 11 realmente precisa de 16GB para ter um uso despreocupado, e os 32GB a serem recomendáveis para quem deseja manter browsers e outros programas carregados a par de jogos mais pesados. Ainda por cima, mesmo que lentamente, a MS tem-se comprometido em melhorar diversos aspectos do Windows, como o File Explorer e outros elementos, regressando à programação nativa em vez de optar pelo uso de tecnologias web, mais lentas.
sábado, 2 de maio de 2026
Novo Xbox mode chega ao Windows 11
Os utilizadores do Windows 11 passam a ter acesso ao novo modo Xbox nos seus computadores.
A Microsoft começou a disponibilizar o novo Xbox mode para todos os PCs com Windows 11, trazendo um interface em ecrã inteiro pensado para os jogos. A experiência é semelhante ao Big Picture Mode do Steam e aproxima o ambiente do Windows ao interface usado nas consolas Xbox.
O Xbox mode funciona dentro da app Xbox para PC e pode ser activado após a instalação da atualização mais recente do Windows 11. Inicialmente lançado apenas para dispositivos portáteis, esta versão chega agora a um público mais alargado, com melhorias baseadas no feedback dos utilizadores iniciais. O objectivo é simplificar a navegação e tornar o sistema mais fácil para ser utilizado com comandos, reduzindo a dependência do rato e teclado. A interface foi optimizada para facilitar o acesso a jogos, biblioteca, e funcionalidades sociais.
Além disso, a Microsoft também anunciou novidades para o ecossistema Xbox, incluindo melhorias em dispositivos portáteis e uma actualização do dashboard das consolas. Entre as novidades estão novas opções de personalização e a possibilidade de desactivar o Quick Resume em jogos específicos - algo que há muito era pedido.
A Microsoft começou a disponibilizar o novo Xbox mode para todos os PCs com Windows 11, trazendo um interface em ecrã inteiro pensado para os jogos. A experiência é semelhante ao Big Picture Mode do Steam e aproxima o ambiente do Windows ao interface usado nas consolas Xbox.
O Xbox mode funciona dentro da app Xbox para PC e pode ser activado após a instalação da atualização mais recente do Windows 11. Inicialmente lançado apenas para dispositivos portáteis, esta versão chega agora a um público mais alargado, com melhorias baseadas no feedback dos utilizadores iniciais. O objectivo é simplificar a navegação e tornar o sistema mais fácil para ser utilizado com comandos, reduzindo a dependência do rato e teclado. A interface foi optimizada para facilitar o acesso a jogos, biblioteca, e funcionalidades sociais.
Além disso, a Microsoft também anunciou novidades para o ecossistema Xbox, incluindo melhorias em dispositivos portáteis e uma actualização do dashboard das consolas. Entre as novidades estão novas opções de personalização e a possibilidade de desactivar o Quick Resume em jogos específicos - algo que há muito era pedido.
domingo, 15 de março de 2026
Windows 11 vai suportar monitores até 5000 Hz
O Windows 11 vai adicionar o suporte para monitores de até 5000 Hz, para grande satisfação dos fãs dos monitores com refresh rate elevado.
Se alguns poderiam pensar que a chegada dos monitores de 540 Hz marcaria o fim da corrida pelo refresh rate elevado, fica demonstrado que estavam enganados. Este ano (2026) marca a chegada ao mercado de monitores de 1040 Hz, e até a MS já está a preparar o Windows para suportar monitores com 5000 Hz.
Isto é algo que, sem grande surpresa, teve uma mãozinha das pessoas por trás do Blur Busters que no final do ano passado nos trouxeram a actualização do teste TestUFO 3.0 para suportar monitores com mais de 1000 Hz, e que relembram que ainda estamos longe de atingir a percepção visual humana.
A verdade é que este é um tópico complicado, uma vez que os nossos olhos não têm um "refresh rate" fixo, havendo situações em que conseguimos ver coisas a quase "40.000 Hz". Depois temos também as tecnologias de ecrã utilizadas: um LCD a 500 Hz pode não apresentar imagens tão claras e nítidas como um OLED a 240 Hz.
Ainda assim, as vantagens acabam por ser notadas até por pessoas que acham que "não vêem" as melhorias ao usar monitores de alta-frequência. Algo que, normalmente, podem apenas notar quando "andam para trás" e regressam a um monitor de 60 Hz - e aí achando que o monitor está avariado ou tem qualquer problema.
Embora ainda não haja perspectiva para a chegada de monitores de 5000 Hz ao mercado, há fabricantes que já estão a trabalhar em monitores de 2000 Hz que poderão chegar nos próximos anos, seguindo-se aos modelos de 1000 Hz deste ano.
Se alguns poderiam pensar que a chegada dos monitores de 540 Hz marcaria o fim da corrida pelo refresh rate elevado, fica demonstrado que estavam enganados. Este ano (2026) marca a chegada ao mercado de monitores de 1040 Hz, e até a MS já está a preparar o Windows para suportar monitores com 5000 Hz.
Isto é algo que, sem grande surpresa, teve uma mãozinha das pessoas por trás do Blur Busters que no final do ano passado nos trouxeram a actualização do teste TestUFO 3.0 para suportar monitores com mais de 1000 Hz, e que relembram que ainda estamos longe de atingir a percepção visual humana.
A verdade é que este é um tópico complicado, uma vez que os nossos olhos não têm um "refresh rate" fixo, havendo situações em que conseguimos ver coisas a quase "40.000 Hz". Depois temos também as tecnologias de ecrã utilizadas: um LCD a 500 Hz pode não apresentar imagens tão claras e nítidas como um OLED a 240 Hz.
Ainda assim, as vantagens acabam por ser notadas até por pessoas que acham que "não vêem" as melhorias ao usar monitores de alta-frequência. Algo que, normalmente, podem apenas notar quando "andam para trás" e regressam a um monitor de 60 Hz - e aí achando que o monitor está avariado ou tem qualquer problema.
Embora ainda não haja perspectiva para a chegada de monitores de 5000 Hz ao mercado, há fabricantes que já estão a trabalhar em monitores de 2000 Hz que poderão chegar nos próximos anos, seguindo-se aos modelos de 1000 Hz deste ano.
quarta-feira, 1 de outubro de 2025
Steam deixa de suportar Windows 32-bit em 2026
Os jogadores que se mantiverem num Windows de 32-bit deixam de ter actualizações do Steam.
A Valve anunciou que vai deixar de suportar o Steam em versões de 32-bit do Windows a partir de 1 de Janeiro de 2026. O programa continuará a funcionar no Windows 10 de 32-bit, mas deixará de receber actualizações, incluindo de segurança, e o suporte técnico deixará de estar disponível para quem continuar nesse sistema.
O motivo da mudança está relacionado com drivers e bibliotecas de sistema que já não são suportados em 32-bit, dificultando a manutenção desta versão. Mas é uma decisão que não surpreende ninguém: o Steam já tinha abandonado o Windows 7 e 8 no início de 2024 e o Windows 11 nunca chegou a ter versão de 32-bit. Pelo que, na prática, o impacto será mínimo.
Segundo os dados da Steam Hardware Survey, a utilização de Windows em 32-bit é tão reduzida que aparece apenas como "outros", representando cerca de 0.05% dos utilizadores. Já o Windows 10 de 64-bit ainda está em mais de um terço dos PCs, enquanto o Windows 11 domina com quase dois terços. Importa notar que esta decisão não afecta a disponibilidade de jogos. Os títulos de 32-bit continuarão a correr normalmente em versões de 64-bit do Windows, já que estas mantêm compatibilidade.
Relembre-se também que, mesmo não sendo suportados, o Steam continua a funcionar no Windows 7 e Windows 8 - para quem se mantiver com esses sistemas antigos (embora seja fortemente recomendado que passem para um Windows mais recente).
A Valve anunciou que vai deixar de suportar o Steam em versões de 32-bit do Windows a partir de 1 de Janeiro de 2026. O programa continuará a funcionar no Windows 10 de 32-bit, mas deixará de receber actualizações, incluindo de segurança, e o suporte técnico deixará de estar disponível para quem continuar nesse sistema.
O motivo da mudança está relacionado com drivers e bibliotecas de sistema que já não são suportados em 32-bit, dificultando a manutenção desta versão. Mas é uma decisão que não surpreende ninguém: o Steam já tinha abandonado o Windows 7 e 8 no início de 2024 e o Windows 11 nunca chegou a ter versão de 32-bit. Pelo que, na prática, o impacto será mínimo.
Segundo os dados da Steam Hardware Survey, a utilização de Windows em 32-bit é tão reduzida que aparece apenas como "outros", representando cerca de 0.05% dos utilizadores. Já o Windows 10 de 64-bit ainda está em mais de um terço dos PCs, enquanto o Windows 11 domina com quase dois terços. Importa notar que esta decisão não afecta a disponibilidade de jogos. Os títulos de 32-bit continuarão a correr normalmente em versões de 64-bit do Windows, já que estas mantêm compatibilidade.
Relembre-se também que, mesmo não sendo suportados, o Steam continua a funcionar no Windows 7 e Windows 8 - para quem se mantiver com esses sistemas antigos (embora seja fortemente recomendado que passem para um Windows mais recente).
quinta-feira, 18 de setembro de 2025
Xbox app para PC passa a ter jogos Steam e de outras lojas
A MS continua a querer centralizar todos os jogos Windows na app Xbox, e agora adiciona integração com jogos Steam e de outras lojas.
A Microsoft acaba de transformar a Xbox app no Windows num hub para todos os jogos de PC. A aplicação passa agora a listar jogos instalados a partir do Steam, Battle.net e outras lojas, funcionando como um hub central unificado para toda a colecção de jogos do utilizador.
A novidade, que estava em testes com membros do programa Xbox Insider, chega agora a todos. Segundo a Microsoft, o objectivo é reforçar a app como a "casa do gaming" no PC, ao mesmo tempo que prepara terreno para a experiência fullscreen pensada para os próximos dispositivos Xbox Ally. Além da integração das bibliotecas, há também uma nova secção "My Apps", que permite instalar e lançar rapidamente aplicações de terceiros, como browsers, apps de streaming, utilitários e até outras lojas de jogos - ao estilo do que já acontece na Xbox. Esta função foi pensada sobretudo para quem joga em portáteis de gaming, facilitando o acesso a múltiplos ecossistemas e apps.
Ainda este mês, a app vai receber mais uma melhoria: a sincronização do histórico de jogos e títulos jogáveis na cloud entre consolas, PC e handhelds. Assim, será possível usar a lista "Jump back in" para retomar qualquer jogo exactamente no ponto onde ficou, seja no computador, na consola ou num dispositivo portátil. Algo que será bastante apreciado pelos jogadores com múltiplos dispositivos.
A Microsoft acaba de transformar a Xbox app no Windows num hub para todos os jogos de PC. A aplicação passa agora a listar jogos instalados a partir do Steam, Battle.net e outras lojas, funcionando como um hub central unificado para toda a colecção de jogos do utilizador.
A novidade, que estava em testes com membros do programa Xbox Insider, chega agora a todos. Segundo a Microsoft, o objectivo é reforçar a app como a "casa do gaming" no PC, ao mesmo tempo que prepara terreno para a experiência fullscreen pensada para os próximos dispositivos Xbox Ally. Além da integração das bibliotecas, há também uma nova secção "My Apps", que permite instalar e lançar rapidamente aplicações de terceiros, como browsers, apps de streaming, utilitários e até outras lojas de jogos - ao estilo do que já acontece na Xbox. Esta função foi pensada sobretudo para quem joga em portáteis de gaming, facilitando o acesso a múltiplos ecossistemas e apps.
Ainda este mês, a app vai receber mais uma melhoria: a sincronização do histórico de jogos e títulos jogáveis na cloud entre consolas, PC e handhelds. Assim, será possível usar a lista "Jump back in" para retomar qualquer jogo exactamente no ponto onde ficou, seja no computador, na consola ou num dispositivo portátil. Algo que será bastante apreciado pelos jogadores com múltiplos dispositivos.
terça-feira, 16 de setembro de 2025
Microsoft muda funcionamento dos comandos Xbox no Windows 11
Quem usar os comandos Xbox no Windows 11 irá ter algumas alterações em breve.
A Microsoft está a testar uma alteração na forma como os comandos Xbox funcionam no Windows 11. Em breve, será possível aceder ao Task View (para seleccionar apps e jogos) ao manter o botão Xbox pressionado durante alguns segundos.
Segundo a equipa do Windows Insider, o comportamento actual será mantido: continuares a segurar o botão por mais tempo irá fazer o comando desligar-se. Mas com o long press, a navegação entre apps e jogos fica muito mais prática, sobretudo em PCs de gaming portáteis que usam Windows 11.
Nos Xbox Ally e outros dispositivos portáteis, a Microsoft já preparou um task switcher optimizado, com novas animações e interface mais amigável (ainda não está confirmado se esta versão mais visual também vai chegar a todos os PCs de gaming com Windows 11, ou se será exclusivo para as consolas portáteis).
Actualmente, um toque simples no botão Xbox abre a Game Bar, que dá acesso a widgets, jogos e dados sobre o desempenho. Com o long press, tornar-se-á mais fácil mudar rapidamente entre jogos e apps sem tirar as mãos do comando.
Esta alteração está actualmente em fase de testes no canal Dev do Windows Insider, e deverá chegar a todos os utilizadores nos próximos meses.
A Microsoft está a testar uma alteração na forma como os comandos Xbox funcionam no Windows 11. Em breve, será possível aceder ao Task View (para seleccionar apps e jogos) ao manter o botão Xbox pressionado durante alguns segundos.
Segundo a equipa do Windows Insider, o comportamento actual será mantido: continuares a segurar o botão por mais tempo irá fazer o comando desligar-se. Mas com o long press, a navegação entre apps e jogos fica muito mais prática, sobretudo em PCs de gaming portáteis que usam Windows 11.
Nos Xbox Ally e outros dispositivos portáteis, a Microsoft já preparou um task switcher optimizado, com novas animações e interface mais amigável (ainda não está confirmado se esta versão mais visual também vai chegar a todos os PCs de gaming com Windows 11, ou se será exclusivo para as consolas portáteis).
Actualmente, um toque simples no botão Xbox abre a Game Bar, que dá acesso a widgets, jogos e dados sobre o desempenho. Com o long press, tornar-se-á mais fácil mudar rapidamente entre jogos e apps sem tirar as mãos do comando.
Esta alteração está actualmente em fase de testes no canal Dev do Windows Insider, e deverá chegar a todos os utilizadores nos próximos meses.
sexta-feira, 4 de abril de 2025
Windows 11 melhora teclado para gamepads
A Microsoft está a tornar o Windows 11 mais prático para os jogadores com um novo teclado para gamepad, projectado para uso com controladores Xbox. Esta actualização melhora o teclado virtual, facilitando a navegação e a escrita directamente com o controlador.
O teclado inclui atalhos úteis inspirados no ecossistema Xbox. O botão X funciona como backspace, o botão Y como barra de espaço, e o botão de menu actua como enter — mantendo o esquema já familiar aos utilizadores da Xbox dashboard.
Esta funcionalidade faz parte dos esforços da Microsoft para adaptar o Windows 11 a dispositivos de gaming portáteis. A empresa também ajustou a Game Bar, oferecendo um modo compacto para ecrãs menores, e actualizou a aplicação Xbox para PC com melhorias na navegação por controlador.
O novo teclado foi testado em beta desde Setembro e já está disponível na versão Release Preview do Windows 11. A Microsoft prevê que ele chegue a todos os utilizadores nas próximas semanas, com possibilidade de acesso antecipado para quem instalar as actualizações opcionais mais recentes.
O teclado inclui atalhos úteis inspirados no ecossistema Xbox. O botão X funciona como backspace, o botão Y como barra de espaço, e o botão de menu actua como enter — mantendo o esquema já familiar aos utilizadores da Xbox dashboard.
Esta funcionalidade faz parte dos esforços da Microsoft para adaptar o Windows 11 a dispositivos de gaming portáteis. A empresa também ajustou a Game Bar, oferecendo um modo compacto para ecrãs menores, e actualizou a aplicação Xbox para PC com melhorias na navegação por controlador.
O novo teclado foi testado em beta desde Setembro e já está disponível na versão Release Preview do Windows 11. A Microsoft prevê que ele chegue a todos os utilizadores nas próximas semanas, com possibilidade de acesso antecipado para quem instalar as actualizações opcionais mais recentes.
sábado, 4 de janeiro de 2025
Windows 11 24H2 continua a encravar Assassin's Creed Origins e outros jogos Ubisoft
O ano de 2025 começa da pior maneira para a Ubisoft, por jogos como Assassin's Creed Origins não funcionarem no Windows 11 24h2.
Com o problema a ser conhecido há meses, a comunidade de gaming está naturalmente revoltada com os problemas causados pelo Windows 11 24H2 no Assassin's Creed Origins e outros jogos Ubisoft. Relatos de falhas, congelamentos e ecrãs pretos após a actualização encheram têm preenchido os fóruns e avaliações no Steam. Os jogadores culpam tanto a Microsoft, por lançar uma actualização problemática, como a Ubisoft, por não resolver rapidamente as incompatibilidades. E nesta época de final de ano, a situação foi agravada devido às promoções que incluíram o Assassin's Creed Origins com desconto de 90% no Steam, que levou muitas pessoas a comprar um jogo que não funciona correctamente em sistemas actualizados.
A Microsoft bloqueou a actualização em PCs onde o Assassin’s Creed Origins já estava instalado. No entanto, esta solução não ajuda os utilizadores que instalaram o Windows 11 24H2 antes de adquirirem o jogo. Para estes, a única opção viável é reverter para o Windows 11 23H2 ou Windows 10, operação que a maioria das pessoas não estará disposta a fazer.
A situação desencadeou uma onda de críticas negativas no Steam. Enquanto alguns jogadores responsabilizam a Microsoft pela actualização defeituosa, outros criticam a Ubisoft por continuar a vender o jogo durante uma crise de compatibilidade conhecida - incluindo a infeliz promoção de final de ano. Os comentários variam entre jogadores que não conseguem ultrapassar o tutorial e outros que nem sequer conseguem iniciar o jogo.
A Ubisoft diz estar a trabalhar com a Microsoft para resolver o problema "o mais rapidamente possível", mas tendo em conta que os problemas são conhecidos há meses e ainda nada foi feito, não é algo que mereça grande credibilidade por parte dos jogadores afectados.
Com o problema a ser conhecido há meses, a comunidade de gaming está naturalmente revoltada com os problemas causados pelo Windows 11 24H2 no Assassin's Creed Origins e outros jogos Ubisoft. Relatos de falhas, congelamentos e ecrãs pretos após a actualização encheram têm preenchido os fóruns e avaliações no Steam. Os jogadores culpam tanto a Microsoft, por lançar uma actualização problemática, como a Ubisoft, por não resolver rapidamente as incompatibilidades. E nesta época de final de ano, a situação foi agravada devido às promoções que incluíram o Assassin's Creed Origins com desconto de 90% no Steam, que levou muitas pessoas a comprar um jogo que não funciona correctamente em sistemas actualizados.
A Microsoft bloqueou a actualização em PCs onde o Assassin’s Creed Origins já estava instalado. No entanto, esta solução não ajuda os utilizadores que instalaram o Windows 11 24H2 antes de adquirirem o jogo. Para estes, a única opção viável é reverter para o Windows 11 23H2 ou Windows 10, operação que a maioria das pessoas não estará disposta a fazer.
A situação desencadeou uma onda de críticas negativas no Steam. Enquanto alguns jogadores responsabilizam a Microsoft pela actualização defeituosa, outros criticam a Ubisoft por continuar a vender o jogo durante uma crise de compatibilidade conhecida - incluindo a infeliz promoção de final de ano. Os comentários variam entre jogadores que não conseguem ultrapassar o tutorial e outros que nem sequer conseguem iniciar o jogo.
A Ubisoft diz estar a trabalhar com a Microsoft para resolver o problema "o mais rapidamente possível", mas tendo em conta que os problemas são conhecidos há meses e ainda nada foi feito, não é algo que mereça grande credibilidade por parte dos jogadores afectados.
sexta-feira, 29 de novembro de 2024
Actualização do Windows 11 "mata" jogos da Ubisoft
O trauma das actualizações Windows terem efeitos adversos continua, com o Windows 24H2 a causar problemas nos jogos Ubisoft como Star Wars Outlaws, Assassin's Creed Valhalla, e outros.
Mantendo a tendência que se começa a tornar tragicamente cómica, de toda e cada actualização do Windows ser acompanhada por novos bugs, também a mais recente actualização Windows 24H2 está a impedir que se joguem muitos dos jogos mais populares da Ubisoft, como os: Assassin's Creed Valhalla, Assassin's Creed Origins, Assassin's Creed Odyssey, Star Wars Outlaws, e Avatar: Frontiers of Pandora.
Os problemas podem manifestar-se de diferentes formas, desde o jogo recusar-se a arrancar, ou ficar encravado durante o processo de loading, ou até mesmo encravando enquanto se joga, quando se pensaria já estar a salvo do bug.
Continuando a parte "cómica" da coisa, a Ubisoft lançou uma actualização para o Star Wars Outlaws que dizia corrigir este problema, mas reconhecendo que os problemas podem continuar a existir.
Por agora a Microsoft aplicou uma regra de adiamento da actualização, que fica suspensa para os computadores que tiverem estes jogos instalados, não tendo dado qualquer prazo de quando espera ter a situação corrigida.
Mantendo a tendência que se começa a tornar tragicamente cómica, de toda e cada actualização do Windows ser acompanhada por novos bugs, também a mais recente actualização Windows 24H2 está a impedir que se joguem muitos dos jogos mais populares da Ubisoft, como os: Assassin's Creed Valhalla, Assassin's Creed Origins, Assassin's Creed Odyssey, Star Wars Outlaws, e Avatar: Frontiers of Pandora.
Os problemas podem manifestar-se de diferentes formas, desde o jogo recusar-se a arrancar, ou ficar encravado durante o processo de loading, ou até mesmo encravando enquanto se joga, quando se pensaria já estar a salvo do bug.
Continuando a parte "cómica" da coisa, a Ubisoft lançou uma actualização para o Star Wars Outlaws que dizia corrigir este problema, mas reconhecendo que os problemas podem continuar a existir.
Por agora a Microsoft aplicou uma regra de adiamento da actualização, que fica suspensa para os computadores que tiverem estes jogos instalados, não tendo dado qualquer prazo de quando espera ter a situação corrigida.
terça-feira, 3 de setembro de 2024
Windows 11 ultrapassa Windows 10 no Steam
O Windows 11 tornou-se na plataforma mais popular para jogos no Steam, ultrapassando o Windows 10.
Pela primeira vez desde o seu lançamento em 2021, o Windows 11 ultrapassou o Windows 10 como o sistema operativo mais popular entre os utilizadores do Steam. Este é um marco significativo para a Microsoft, que tem incentivado os utilizadores a passarem para o Windows 11 antes do fim do suporte do Windows 10 em Outubro de 2025.
De acordo com os dados do Steam em Agosto, o uso do Windows 11 subiu para 49%, um aumento de mais de 3% em relação aos 46% de Julho. Enquanto isso, o uso do Windows 10 caiu na mesma proporção, situando-se agora em 47%. O uso de macOS e Linux no Steam manteve-se estável durante este período.
Além do sector gaming, a adopção do Windows 11 tem crescido de forma constante. Segundo a StatCounter, a sua quota de mercado subiu de 23% em Julho de 2023 para quase 32% em Agosto de 2024. Apesar deste progresso, a transição para o Windows 11 tem sido mais lenta do que a do Windows 10, que atingiu 400 milhões de dispositivos activos num ano. O Windows 11 levou dois anos a alcançar o mesmo marco, em parte devido a requisitos de hardware mais exigentes, como a necessidade de um chip de segurança TPM e processadores mais recentes.
A MS também tem dificultado e fechado a porta a várias técnicas que permitem instalar o Windows 11 em PCs mais antigos, oficialmente não suportados, o que pode fazer com que alguns utilizadores se mantenham no Windows 10 até que se decidam a comprar um novo computador. A Microsoft planeia cobrar às empresas pela utilização prolongada do Windows 10 após o fim do suporte em Outubro de 2025, e o mesmo poderá ser feito também para os utilizadores domésticos, mas sem que a MS tenha ainda indicado quanto é que isso poderá custar-lhes.
Pela primeira vez desde o seu lançamento em 2021, o Windows 11 ultrapassou o Windows 10 como o sistema operativo mais popular entre os utilizadores do Steam. Este é um marco significativo para a Microsoft, que tem incentivado os utilizadores a passarem para o Windows 11 antes do fim do suporte do Windows 10 em Outubro de 2025.
De acordo com os dados do Steam em Agosto, o uso do Windows 11 subiu para 49%, um aumento de mais de 3% em relação aos 46% de Julho. Enquanto isso, o uso do Windows 10 caiu na mesma proporção, situando-se agora em 47%. O uso de macOS e Linux no Steam manteve-se estável durante este período.
Além do sector gaming, a adopção do Windows 11 tem crescido de forma constante. Segundo a StatCounter, a sua quota de mercado subiu de 23% em Julho de 2023 para quase 32% em Agosto de 2024. Apesar deste progresso, a transição para o Windows 11 tem sido mais lenta do que a do Windows 10, que atingiu 400 milhões de dispositivos activos num ano. O Windows 11 levou dois anos a alcançar o mesmo marco, em parte devido a requisitos de hardware mais exigentes, como a necessidade de um chip de segurança TPM e processadores mais recentes.
A MS também tem dificultado e fechado a porta a várias técnicas que permitem instalar o Windows 11 em PCs mais antigos, oficialmente não suportados, o que pode fazer com que alguns utilizadores se mantenham no Windows 10 até que se decidam a comprar um novo computador. A Microsoft planeia cobrar às empresas pela utilização prolongada do Windows 10 após o fim do suporte em Outubro de 2025, e o mesmo poderá ser feito também para os utilizadores domésticos, mas sem que a MS tenha ainda indicado quanto é que isso poderá custar-lhes.
terça-feira, 9 de julho de 2024
Motherboards ASUS com Windows Dynamic Lighting
A Asus está a adicionar o suporte Windows Dynamic Lighting às suas motherboards, facilitando o uso da iluminação sem software adicional.
Há muito que os fabricantes de componentes e acessórios têm apostado na iluminação LED RGB para tornarem os seus produtos mais vistosos, mas isso deu origem a uma série de sistemas concorrentes de marcas como a Asus, MSI, Razer, Crucial, etc. A MS quer resolver isso com um sistema standard, o Windows Dynamic Lighting, e a Asus já está a dar os primeiros passos nesse sentido.
Com o Windows Dynamic Lighting, os utilizadores poderão controlar toda a iluminação dos componentes e periféricos (compatíveis) directamente das definições do Windows, sem necessidade de instalar qualquer software adicional de uma marca específica.
A Asus já tinha adicionado o suporte Windows Dynamic Lighting em alguns portáteis e headphones, e agora começa a fazê-lo chegar às suas motherboards, começando pela ROG STRIX Z790-E GAMING WIFI, esperando-se que seja adicionado a todas as outras em breve.
Embora por agora as opções disponibilizadas pelo Windows a nível de controlo de luzes sejam bastante básicas face a alguns dos programas existentes, tem a vantagem de poder libertar os utilizadores da necessidade de instalar diferentes programas de controlo para a iluminação de componentes e acessórios de diferentes marcas. Resta agora esperar que a curto prazo, todos os dispositivos com iluminação adiram a este sistema.
Há muito que os fabricantes de componentes e acessórios têm apostado na iluminação LED RGB para tornarem os seus produtos mais vistosos, mas isso deu origem a uma série de sistemas concorrentes de marcas como a Asus, MSI, Razer, Crucial, etc. A MS quer resolver isso com um sistema standard, o Windows Dynamic Lighting, e a Asus já está a dar os primeiros passos nesse sentido.
Com o Windows Dynamic Lighting, os utilizadores poderão controlar toda a iluminação dos componentes e periféricos (compatíveis) directamente das definições do Windows, sem necessidade de instalar qualquer software adicional de uma marca específica.
A Asus já tinha adicionado o suporte Windows Dynamic Lighting em alguns portáteis e headphones, e agora começa a fazê-lo chegar às suas motherboards, começando pela ROG STRIX Z790-E GAMING WIFI, esperando-se que seja adicionado a todas as outras em breve.
Embora por agora as opções disponibilizadas pelo Windows a nível de controlo de luzes sejam bastante básicas face a alguns dos programas existentes, tem a vantagem de poder libertar os utilizadores da necessidade de instalar diferentes programas de controlo para a iluminação de componentes e acessórios de diferentes marcas. Resta agora esperar que a curto prazo, todos os dispositivos com iluminação adiram a este sistema.
sábado, 11 de novembro de 2023
Steam deixa de funcionar no Windows 7 e 8 no final de 2023
Os jogadores que ainda se mantiverem no Windows 7 ou Windows 8 deixarão de poder jogar jogos via Steam a partir do dia 1 de Janeiro de 2024.
A Valve está a apresentar uma contagem decrescente no Steam para alertar os utilizadores ainda com Windows 7 e Windows 8 de que deixarão de poder usar o Steam a partir do final deste ano.
O Windows 7 já deixou de ser suportado pela Microsoft em 2020, mas o Windows 8.1 só o deixou de ser no início de 2023. No entanto, a Valve explica que o principal motivo se deve à utilização de uma versão embedded do Chrome da Google, que também deixará de funcionar nestes sistemas, e consequentemente não possibilitará que o Steam funcione.
Portanto, para quem quiser continuar a jogar via Steam em 2024, terá que tratar de actualizar o seu computador para o Windows 10 ou Windows 11 antes do final do ano.
A boa notícia é que, na maioria dos casos, o processo de actualização será pacífico. Por outro lado, poderão sempre fazer parte do grupo da "Lei de Murphy", em que se irão deparar com todos os problemas mais esquisitos e incomuns possíveis - isto para não falar dos computadores antigos que, oficialmente, não são suportados pelo Windows 11 e poderão obrigar a fazer algumas "afinações". Em qualquer um dos casos, será sempre recomendável fazerem um backup completo do disco do sistema antes de tentarem a actualização, para poderem reverter às coisas tal como estavam no caso de qualquer anomalia.
A Valve está a apresentar uma contagem decrescente no Steam para alertar os utilizadores ainda com Windows 7 e Windows 8 de que deixarão de poder usar o Steam a partir do final deste ano.
O Windows 7 já deixou de ser suportado pela Microsoft em 2020, mas o Windows 8.1 só o deixou de ser no início de 2023. No entanto, a Valve explica que o principal motivo se deve à utilização de uma versão embedded do Chrome da Google, que também deixará de funcionar nestes sistemas, e consequentemente não possibilitará que o Steam funcione.
Portanto, para quem quiser continuar a jogar via Steam em 2024, terá que tratar de actualizar o seu computador para o Windows 10 ou Windows 11 antes do final do ano.
A boa notícia é que, na maioria dos casos, o processo de actualização será pacífico. Por outro lado, poderão sempre fazer parte do grupo da "Lei de Murphy", em que se irão deparar com todos os problemas mais esquisitos e incomuns possíveis - isto para não falar dos computadores antigos que, oficialmente, não são suportados pelo Windows 11 e poderão obrigar a fazer algumas "afinações". Em qualquer um dos casos, será sempre recomendável fazerem um backup completo do disco do sistema antes de tentarem a actualização, para poderem reverter às coisas tal como estavam no caso de qualquer anomalia.
quarta-feira, 30 de agosto de 2023
Windows testa popups anti-chrome até em cima dos jogos
A Microsoft parece não conseguir resistir ao uso de tácticas abusivas para tentar forçar os utilizadores do Windows a usarem o Edge em vez do Chrome.
Ao longo das décadas a MS tem, por diversas vezes, recorrido a técnicas pouco apreciadas para promover os seus próprios produtos face à concorrência. Técnicas que até levaram a que o Windows apresentasse uma caixa com selecção de browsers alternativos.
Apesar disso, parece que esses velhos hábitos vão ressurgindo de tempos a tempos, e um dos testes mais recentes parece querer explorar os limites do que se pode considerar abusivo, apresentando popups a incentivar o uso do Edge que podem aparecer mesmo quando se está a meio de um jogo.
A MS disse já ter parado com estes popups, dizendo que não era sua intenção serem tão abusivos; mas o que é certo é que isto demonstra que a MS está a analisar os computadores dos uilizadores para determinar que estão a utilizar um browser concorrente (o Chrome) e em resultado disso instalam um programa adicional responsável por apresentar estes popups independentes, que nem sequer estão integrados nos popups mais comuns de sugestões que aparecem na secção de notificações do Windows.
Vai ser interessante ver se este tipo de coisa é admissível sob o Digital Services Act europeu, que já está a fazer-se sentir com a obrigatoriedade das plataformas terem que disponibilizar formas dos utilizadores verem os feeds daquilo que seguem sem manipulação por parte dos seus algoritmos.
Ao longo das décadas a MS tem, por diversas vezes, recorrido a técnicas pouco apreciadas para promover os seus próprios produtos face à concorrência. Técnicas que até levaram a que o Windows apresentasse uma caixa com selecção de browsers alternativos.
Apesar disso, parece que esses velhos hábitos vão ressurgindo de tempos a tempos, e um dos testes mais recentes parece querer explorar os limites do que se pode considerar abusivo, apresentando popups a incentivar o uso do Edge que podem aparecer mesmo quando se está a meio de um jogo.
A MS disse já ter parado com estes popups, dizendo que não era sua intenção serem tão abusivos; mas o que é certo é que isto demonstra que a MS está a analisar os computadores dos uilizadores para determinar que estão a utilizar um browser concorrente (o Chrome) e em resultado disso instalam um programa adicional responsável por apresentar estes popups independentes, que nem sequer estão integrados nos popups mais comuns de sugestões que aparecem na secção de notificações do Windows.
Vai ser interessante ver se este tipo de coisa é admissível sob o Digital Services Act europeu, que já está a fazer-se sentir com a obrigatoriedade das plataformas terem que disponibilizar formas dos utilizadores verem os feeds daquilo que seguem sem manipulação por parte dos seus algoritmos.
sexta-feira, 18 de agosto de 2023
MS adiciona Teams à Xbox Game Bar
A Microsoft está a tentar cativar os jogadores para que usem o Teams para partilharem as suas sessões de jogos com os amigos. O MS Teams passa a estar integrado na Xbox Game Bar, facilitando o streaming de jogos para amigos, ou de deixar ver os amigos sobrepostos num jogo durante as chamadas.
É pouco provável que o Teams consiga vir a competir com o Discord ou Twitch, mas é algo que não se deverá ser subestimado - nem que seja através de um começo modesto entre jogadores casuais que tradicionalmente não utilizam essas plataformas e podem apreciar a simplicidade de utilização do Teams, especialmente se já o utilizarem para comunicar com os seus amigos.
É pouco provável que o Teams consiga vir a competir com o Discord ou Twitch, mas é algo que não se deverá ser subestimado - nem que seja através de um começo modesto entre jogadores casuais que tradicionalmente não utilizam essas plataformas e podem apreciar a simplicidade de utilização do Teams, especialmente se já o utilizarem para comunicar com os seus amigos.
quinta-feira, 25 de maio de 2023
Google Play Games for PC Beta chega a Portugal
A Google expandiu o acesso beta do Google Play Games for PC a mais países, passando a abranger Portugal.
O Google Play Games for PC (beta) é mais uma tentativa da Google em conquistar o seu nicho de mercado no sector dos jogos nos PCs, além do que já nos Android e Chrome OS, e que permite jogar centenas de jogos Android em Windows.
Os requisitos mínimos são um PC com Windows (v2004), CPU quad-core, 8 GB de RAM, 10 GB de espaço em disco, e GPU integrado Intel UHD Graphics 630 ou equivalente. No entanto, a Google recomenda que se utilize um CPU octa-core e um GPU mais adequado para jogos, como os seguintes:
O Google Play Games for PC (beta) é mais uma tentativa da Google em conquistar o seu nicho de mercado no sector dos jogos nos PCs, além do que já nos Android e Chrome OS, e que permite jogar centenas de jogos Android em Windows.
Os requisitos mínimos são um PC com Windows (v2004), CPU quad-core, 8 GB de RAM, 10 GB de espaço em disco, e GPU integrado Intel UHD Graphics 630 ou equivalente. No entanto, a Google recomenda que se utilize um CPU octa-core e um GPU mais adequado para jogos, como os seguintes:
- NVIDIA GeForce GTX 600, 700, 800, 900, 10 series
- NVIDIA Volta series
- NVIDIA GeForce 16, 20, 30 series
- Intel Iris Xe Graphics
- AMD Radeon HD 7790, 7850, 7870, 7950, 7970, 7990
- AMD Radeon HD 8970, 8990
- AMD Radeon R9 200 series
- AMD Radeon R7/R9 300 series
- AMD Radeon RX 400 series
- AMD Radeon RX 570, 580, 890
- AMD Radeon RX Vega series
- AMD Radeon VII series
- AMD Radeon RX 5000 or 6000 series
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023
Windows 11 vai controlar iluminação RGB
Em breve deixará de ser necessário utilizar apps adicionais para controlar a iluminação RGB de um PC, sendo isso tratado directamente pelo Windows 11.
A iluminação RGB tornou-se algo quase imprescindível para muitos fãs de jogos nos PCs, e hoje em dia até se torna difícil encontrar alguns acessórios e componentes que não venham com esse tipo de iluminação colorida.
Felizmente, em breve poderá tornar-se dispensável ter que utilizar diferentes apps para controlar diferentes dispositivos, com o Windows 11 a ganhar uma secção de personalização de iluminação RGB que dará aos utilizadores uma opção de controlo centralizado sobre todos os equipamentos.
Pelo que se pode ver, o sistema suportará desde logo os efeitos luminosos mais habituais, como efeito de mudança de cor "arco-íris", mas também permitirá seleccionar uma cor estática, e até fazer com que os dispositivos com iluminação adoptem automaticamente a cor de destaque seleccionada para o Windows.
Por agora esta secção apareceu na versão de desenvolvimento Windows build 25295, restando agora esperar que possa chegar às versões "oficiais" de lançamento para o público em geral.
A iluminação RGB tornou-se algo quase imprescindível para muitos fãs de jogos nos PCs, e hoje em dia até se torna difícil encontrar alguns acessórios e componentes que não venham com esse tipo de iluminação colorida.
Felizmente, em breve poderá tornar-se dispensável ter que utilizar diferentes apps para controlar diferentes dispositivos, com o Windows 11 a ganhar uma secção de personalização de iluminação RGB que dará aos utilizadores uma opção de controlo centralizado sobre todos os equipamentos.
Pelo que se pode ver, o sistema suportará desde logo os efeitos luminosos mais habituais, como efeito de mudança de cor "arco-íris", mas também permitirá seleccionar uma cor estática, e até fazer com que os dispositivos com iluminação adoptem automaticamente a cor de destaque seleccionada para o Windows.
New settings for device lighting make an appearance in build 25295. Is this the beginning of the end for low quality RGB gamer gear apps? 🎮 The spec for this is from 2018 and references to the feature have been around for years. Not cancelled after all 🥳https://t.co/oG4JbKsoeB pic.twitter.com/bMtxCH8REo
— Albacore (@thebookisclosed) February 10, 2023
Por agora esta secção apareceu na versão de desenvolvimento Windows build 25295, restando agora esperar que possa chegar às versões "oficiais" de lançamento para o público em geral.
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