O OpenNOW quer ser uma alternativa open-source ao GeForce NOW, sem tracking e com qualidade melhorada.
Um novo projecto open-source chamado OpenNOW está a tentar oferecer uma nova experiência desktop para utilizadores do GeForce NOW. Desenvolvido de forma independente pela comunidade, o software funciona como um cliente alternativo para o serviço de cloud gaming da Nvidia, exigindo na mesma uma conta válida.
Construído com Electron, React e TypeScript, o OpenNOW é compatível com Windows, macOS e Linux. Entre as funcionalidades estão a gestão de sessões baseada na biblioteca e controlos avançados de streaming, incluindo resolução, codec, FPS, proporção e região. Inclui ainda um overlay de diagnóstico para monitorizar o desempenho durante o jogo.
Um dos principais destaques é o foco na privacidade e flexibilidade. Os developers apontam para uma abordagem sem telemetria, com todas as definições guardadas localmente. O OpenNOW também parece contornar algumas limitações do cliente oficial, adicionando funcionalidades como capturas de ecrã, gravação, controlo de microfone e melhor navegação com comandos.
Ainda assim, o futuro do projeto é incerto. Por não ter qualquer ligação oficial à Nvidia, não é claro como a empresa poderá reagir a um cliente de terceiros, especialmente se este ganhar popularidade entre os utilizadores. Há também a questão inevitável de se estar a usar as credenciais da conta Nvidia a um programa não-oficial que, mesmo sendo open-source, não fica livre de poder ser modificado maliciosamente no futuro de forma a recolher essa informação.
quarta-feira, 8 de abril de 2026
segunda-feira, 6 de abril de 2026
Nvidia Neural Texture Compression poupa VRAM
A Nvidia mostrou um sistema de compressão de texturas com tecnologia AI que reduz significativamente a memória usada.
Há muito que os developers têm usado sistema de compressão para que as texturas caibam na memória VRAM das placas gráficas. Agora, a Nvidia promete melhorias ainda mais substanciais com o Neural Texture Compression (NTC), que pode reduzir drasticamente o uso de VRAM nos jogos sem perda de qualidade visual. Segundo a empresa, esta técnica pode diminuir o consumo de memória em até 85%.
Ao contrário dos métodos tradicionais de compressão, o NTC utiliza pequenas redes neurais para reconstruir texturas em tempo real. Isto permite armazenar dados muito mais leves, mantendo uma elevada qualidade de imagem. Numa das demonstrações, uma cena que normalmente utilizava 6.5GB de VRAM passou a usar apenas 970MB, sem diferenças visíveis.
A Nvidia revelou também o conceito de "Neural Materials", que aplica AI para calcular a forma como a luz interage com superfícies, substituindo métodos mais pesados de rendering. Nos testes apresentados, esta abordagem permitiu melhorar o desempenho mantendo a mesma qualidade visual.
A tecnologia tira partido de hardware dedicado a AI presente nos GPUs modernos, como os Tensor Cores, não afectando o desempenho tradicional. Apesar de ainda não estar disponível em jogos, são coisas que já estão a ser integrado no DirectX, o que significa que os jogadores poderão começar a tirar partido destas melhorias em breve.
Há muito que os developers têm usado sistema de compressão para que as texturas caibam na memória VRAM das placas gráficas. Agora, a Nvidia promete melhorias ainda mais substanciais com o Neural Texture Compression (NTC), que pode reduzir drasticamente o uso de VRAM nos jogos sem perda de qualidade visual. Segundo a empresa, esta técnica pode diminuir o consumo de memória em até 85%.
Ao contrário dos métodos tradicionais de compressão, o NTC utiliza pequenas redes neurais para reconstruir texturas em tempo real. Isto permite armazenar dados muito mais leves, mantendo uma elevada qualidade de imagem. Numa das demonstrações, uma cena que normalmente utilizava 6.5GB de VRAM passou a usar apenas 970MB, sem diferenças visíveis.
A Nvidia revelou também o conceito de "Neural Materials", que aplica AI para calcular a forma como a luz interage com superfícies, substituindo métodos mais pesados de rendering. Nos testes apresentados, esta abordagem permitiu melhorar o desempenho mantendo a mesma qualidade visual.
A tecnologia tira partido de hardware dedicado a AI presente nos GPUs modernos, como os Tensor Cores, não afectando o desempenho tradicional. Apesar de ainda não estar disponível em jogos, são coisas que já estão a ser integrado no DirectX, o que significa que os jogadores poderão começar a tirar partido destas melhorias em breve.
quarta-feira, 1 de abril de 2026
Nvidia lança Dynamic MFG até 6X
Quem tiver uma placa gráfica Nvidia RTX 50xx pode tirar partido da geração de frames dinâmica (DMFG) até 6X.
Tal como tinha prometido, a Nvidia lançou finalmente o novo Dynamic Multi Frame Generation (MFG) com modos 5X e 6X como parte do mais recente DLSS 4.5, oferecendo ainda maior flexibilidade na tecnologia de geração de frames nos GPUs RTX série 50. Ao contrário dos multiplicadores fixos anteriores (até 4X), este sistema não só permite gerar ainda mais frames como é capaz de ajustar dinamicamente a taxa de geração de frames para atingir o framerate desejado - idealmente, coincidindo com a frequência de actualização do monitor para a máxima fluidez.
A funcionalidade é configurada através da Nvidia App, onde os utilizadores podem activar o modo Dynamic e definir a taxa de frames pretendida. Em jogos compatíveis, o sistema vai saltando automaticamente entre multiplicadores em tempo real. E, felizmente, essas mudanças são imperceptíveis para os utilizadores. Ao nível da qualidade de imagem, os novos modos 5X e 6X podem apresentar ainda pequenos artefactos visuais, como ghosting ou sombras menos definidas, mas são detalhes que são largamento compensados pela melhoria do framerate e fluidez.
De notar que a promessa de melhorar o framerate "até 6X" não deve ser tomado à letra. Em jogos como o Cyberpunk 2077 em 4K com path tracing, uma RTX 5080 pode oferecer 60 fps de base, mas a duplicação para 4X apenas acelar o jogo para os 179 fps, e o modo 6X apenas chega aos 248 fps (na prática, 4X, em vez dos "360 fps" que poderiam ser esperados).
A Nvidia lançou também a opção experimental de pré-compilação de shaders automática, que pode usar o tempo em que o PC está desocupado para fazer a compilação dos shaders dos jogos instalados, de modo a acelerar o seu carregamento. Os utilizadores podem definir quanto espaço do disco querem usar para essa função.
Tal como tinha prometido, a Nvidia lançou finalmente o novo Dynamic Multi Frame Generation (MFG) com modos 5X e 6X como parte do mais recente DLSS 4.5, oferecendo ainda maior flexibilidade na tecnologia de geração de frames nos GPUs RTX série 50. Ao contrário dos multiplicadores fixos anteriores (até 4X), este sistema não só permite gerar ainda mais frames como é capaz de ajustar dinamicamente a taxa de geração de frames para atingir o framerate desejado - idealmente, coincidindo com a frequência de actualização do monitor para a máxima fluidez.
A funcionalidade é configurada através da Nvidia App, onde os utilizadores podem activar o modo Dynamic e definir a taxa de frames pretendida. Em jogos compatíveis, o sistema vai saltando automaticamente entre multiplicadores em tempo real. E, felizmente, essas mudanças são imperceptíveis para os utilizadores. Ao nível da qualidade de imagem, os novos modos 5X e 6X podem apresentar ainda pequenos artefactos visuais, como ghosting ou sombras menos definidas, mas são detalhes que são largamento compensados pela melhoria do framerate e fluidez.
De notar que a promessa de melhorar o framerate "até 6X" não deve ser tomado à letra. Em jogos como o Cyberpunk 2077 em 4K com path tracing, uma RTX 5080 pode oferecer 60 fps de base, mas a duplicação para 4X apenas acelar o jogo para os 179 fps, e o modo 6X apenas chega aos 248 fps (na prática, 4X, em vez dos "360 fps" que poderiam ser esperados).
A Nvidia lançou também a opção experimental de pré-compilação de shaders automática, que pode usar o tempo em que o PC está desocupado para fazer a compilação dos shaders dos jogos instalados, de modo a acelerar o seu carregamento. Os utilizadores podem definir quanto espaço do disco querem usar para essa função.
sábado, 28 de março de 2026
PlayStation 5 aumenta de preço
Ao contrário da tendência habitual, a Sony anunciou aumentos substanciais para as consolas PlayStation 5.
Estamos habituados a que, à medida que o material electrónico vai envelhecendo, vá ficando mais barato. Infelizmente, não estamos a viver num período "habitual", e as consolas PlayStation 5 juntam-se ao grupo de produtos que vê o preço subir em vez de baixar.
Depois das revisões de preço em 2022 e 2025, agora chega um aumento ainda mais significativo. Os novos preços na Europa passam a ser:
Depois de dizer também que não está a pensar adiar a futura PlayStation 6 (que era uma possibilidade a considerar tendo em conta o aumento da RAM e SSDs), isto levanta preocupações quanto ao preço da futura consola. Com a PlayStation 5 Pro nos 900 euros, não será descabido imaginar que a futura PS6 "Pro" vá para valores perto dos mil euros, ou mais.
No imediato, para quem estiver a considerar comprar uma PS5, será conveniente apanhar uma o mais rapidamente possível aos preços actuais, antes desta actualização de preços que entra em vigor a 2 de Abril.
Estamos habituados a que, à medida que o material electrónico vai envelhecendo, vá ficando mais barato. Infelizmente, não estamos a viver num período "habitual", e as consolas PlayStation 5 juntam-se ao grupo de produtos que vê o preço subir em vez de baixar.
Depois das revisões de preço em 2022 e 2025, agora chega um aumento ainda mais significativo. Os novos preços na Europa passam a ser:
- PlayStation 5 Pro: €899.99
- PlayStation 5: €649.99
- PlayStation 5 Digital Edition: €599.99
- PlayStation Portal: €249.99
Depois de dizer também que não está a pensar adiar a futura PlayStation 6 (que era uma possibilidade a considerar tendo em conta o aumento da RAM e SSDs), isto levanta preocupações quanto ao preço da futura consola. Com a PlayStation 5 Pro nos 900 euros, não será descabido imaginar que a futura PS6 "Pro" vá para valores perto dos mil euros, ou mais.
No imediato, para quem estiver a considerar comprar uma PS5, será conveniente apanhar uma o mais rapidamente possível aos preços actuais, antes desta actualização de preços que entra em vigor a 2 de Abril.
quarta-feira, 25 de março de 2026
Nintendo Switch 2 pode ter bateria substituível
A Nintendo pode regressar às baterias substituíveis na Nintendo Switch 2, para cumprir as regras da UE.
De acordo com informações vindas do Japão, a Nintendo poderá estar a preparar uma versão revista da futura Nintendo Switch 2 com bateria substituível — pelo menos para o mercado europeu. Esta alteração visa cumprir as novas regras da União Europeia que obrigam os dispositivos com baterias a permitirem a substituição fácil por parte dos utilizadores.
A mudança deverá abranger tanto a consola como os comandos Joy-Con, permitindo remover as baterias de forma simples. Trata-se de uma adaptação directa à legislação europeia sobre o direito à reparação, que exige maior facilidade de manutenção nos dispositivos electrónicos.
Fica a incógnita de como a Nintendo irá lidar com os restantes mercados: se continuará a manter as baterias não substituíveis, ou se optará por manter um design único com baterias fáceis de trocar para todo o mundo - esperando-se que seja esta última a opção escolhida.
Actualmente, o processo de substituição de bateria não pode ser feito (facilmente) pelos utilizadores, embora exista um pequeno grupo que se dedique a essas coisas e até partilhe formas de como fazer upgade da bateria para uma de maior capacidade.
De acordo com informações vindas do Japão, a Nintendo poderá estar a preparar uma versão revista da futura Nintendo Switch 2 com bateria substituível — pelo menos para o mercado europeu. Esta alteração visa cumprir as novas regras da União Europeia que obrigam os dispositivos com baterias a permitirem a substituição fácil por parte dos utilizadores.
A mudança deverá abranger tanto a consola como os comandos Joy-Con, permitindo remover as baterias de forma simples. Trata-se de uma adaptação directa à legislação europeia sobre o direito à reparação, que exige maior facilidade de manutenção nos dispositivos electrónicos.
Fica a incógnita de como a Nintendo irá lidar com os restantes mercados: se continuará a manter as baterias não substituíveis, ou se optará por manter um design único com baterias fáceis de trocar para todo o mundo - esperando-se que seja esta última a opção escolhida.
Actualmente, o processo de substituição de bateria não pode ser feito (facilmente) pelos utilizadores, embora exista um pequeno grupo que se dedique a essas coisas e até partilhe formas de como fazer upgade da bateria para uma de maior capacidade.
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