A Nvidia poderá suspender a produção da RTX 5090 para direccionar os GPUs para as placas PRO para AI.
Estão a circular rumores de que a Nvidia terá deixado de fornecer os chips GB202 destinados às placas GeForce RTX 5090. Ao que parece, o GPU GB202 passará a ser utilizado exclusivamente nas placas destinadas ao mercado profissional e data centers.
Embora isto seja um rude golpe para o segmento gamer, é algo que taz todo o sentido do ponto de vista financeiro. A Nvidia consegue vender o mesmo chip em produtos profissionais muito mais caros, extraindo maior rendimento. Além disso, podemos também ser realistas e dizer que, com as RTX 5090 a custarem actualmente mais de 6.000 euros(!), não estarão dentro do orçamento da esmagadora maioria dos gamers, nem mesmo daqueles que poderiam estar dispostos a dar um pouco mais de dois mil euros por uma placa gráfica.
Para já, as RTX 5090 existentes não vão desaparecer de um dia para o outro, já que ainda há unidades em stock. No entanto, se se confirmar que a Nvidia deixará de as produzir, poderá assistir-se a uma verdadeira "corrida" para apanhar as unidades que restam, atirando os preços para patamares ainda mais elevados!
E com a próxima geração baseada na arquitectura Rubin a só ser esperada para final de 2027 ou 2028, irá ser necessário aguardar ainda bastante tempo para se voltar a ter uma nova placa topo de gama da Nvidia para gaming.
quinta-feira, 29 de outubro de 2026
terça-feira, 27 de outubro de 2026
Novo driver Nvidia acelera jogos nos PC
O mais recente driver Nvidia 621.01 chega com Advanced Shader Delivery para evitar demoras nos jogos.
A Nvidia lançou um novo driver para placas gráficas, a versão 621.01, que acrescenta suporte à tecnologia Advanced Shader Delivery da Microsoft. A funcionalidade acelera o arranque dos jogos e reduz os "soluços" na imagem, preparando os shaders antes dos jogadores começarem a jogar, em vez do moroso processo de os compilar no PC durante o arranque do jogo.
O Advanced Shader Delivery transfere essa compilação de shaders para a cloud, onde a Microsoft pode prepará-los de forma antecipada pré-compilação para uma vasta gama de combinações de hardware e drivers, fazendo com que, para a maioria dos jogadores, possam ser descarregados de forma imediata. A tecnologia já é suportada em Gears of War: E-Day e Call of Duty: Modern Warfare 4 - desde que os jogos sejam instalados através da aplicação Xbox para PC. No entanto, a Nvidia diz que também poderá funcionar em jogos comprados noutras lojas, como o Steam, desde que se tenha a aplicação Xbox instalada.
O Advanced Shader Delivery também está disponível em placas gráficas AMD com o Adrenalin 26.6.1 ou posterior, assim como nos processadores Qualcomm Snapdragon X2 com o driver 2026.08.3 ou mais recente. O driver 621.01 da Nvidia já está disponível, mas ao estilo do que tem acontecido nos últimos tempos, têm surgido relatos de bugs que podem causar ecrãs pretos ou crashes, pelo que poderá ser preferível aguardar mais alguns dias para ver se surge uma versão melhorada.
A Nvidia lançou um novo driver para placas gráficas, a versão 621.01, que acrescenta suporte à tecnologia Advanced Shader Delivery da Microsoft. A funcionalidade acelera o arranque dos jogos e reduz os "soluços" na imagem, preparando os shaders antes dos jogadores começarem a jogar, em vez do moroso processo de os compilar no PC durante o arranque do jogo.
O Advanced Shader Delivery transfere essa compilação de shaders para a cloud, onde a Microsoft pode prepará-los de forma antecipada pré-compilação para uma vasta gama de combinações de hardware e drivers, fazendo com que, para a maioria dos jogadores, possam ser descarregados de forma imediata. A tecnologia já é suportada em Gears of War: E-Day e Call of Duty: Modern Warfare 4 - desde que os jogos sejam instalados através da aplicação Xbox para PC. No entanto, a Nvidia diz que também poderá funcionar em jogos comprados noutras lojas, como o Steam, desde que se tenha a aplicação Xbox instalada.
O Advanced Shader Delivery também está disponível em placas gráficas AMD com o Adrenalin 26.6.1 ou posterior, assim como nos processadores Qualcomm Snapdragon X2 com o driver 2026.08.3 ou mais recente. O driver 621.01 da Nvidia já está disponível, mas ao estilo do que tem acontecido nos últimos tempos, têm surgido relatos de bugs que podem causar ecrãs pretos ou crashes, pelo que poderá ser preferível aguardar mais alguns dias para ver se surge uma versão melhorada.
domingo, 25 de outubro de 2026
sexta-feira, 23 de outubro de 2026
EA encerra BioWare
A Electronic Arts encerrou a BioWare, pondo um ponto final nos futuros jogos Mass Effect a Dragon Age.
Concretizando os piores receios após a aquisição por fundos privados, a EA fez uma grande ronda de despedimentos, que levam ao encerramento da BioWare terá pondo um ponto final no estúdio com mais de 30 anos, responsável por jogos como a saga Mass Effect, Dragon Age e Star Wars: Knights of the Old Republic. Na sua mensagem de despedida, a empresa confirmou que isto também significa o cancelamento do próximo jogo Mass Effect.
A infeliz notícia surge menos de um ano após da BioWare ter garantido aos fãs que o novo Mass Effect continuava em desenvolvimento. Em Novembro de 2025 assegurava que o estúdio estava exclusivamente dedicado ao projecto, originalmente anunciado em 2020.
Fundada em 1995 e adquirida pela EA em 2008, a BioWare deixou uma marca na indústria com jogos como Baldur's Gate, Neverwinter Nights, Dragon Age e Mass Effect. O seu último lançamento foi Dragon Age: The Veilguard, em 2024. O estúdio já tinha reduzido significativamente a equipa em 2025, deixando um grupo mais pequeno a trabalhar em Mass Effect. A EA ainda não esclareceu o futuro das séries Mass Effect e Dragon Age, mas o que é certo é que isto em nada contribui para melhorar a péssima imagem que a EA conseguiu conquistar ao longo dos anos.
Concretizando os piores receios após a aquisição por fundos privados, a EA fez uma grande ronda de despedimentos, que levam ao encerramento da BioWare terá pondo um ponto final no estúdio com mais de 30 anos, responsável por jogos como a saga Mass Effect, Dragon Age e Star Wars: Knights of the Old Republic. Na sua mensagem de despedida, a empresa confirmou que isto também significa o cancelamento do próximo jogo Mass Effect.
A infeliz notícia surge menos de um ano após da BioWare ter garantido aos fãs que o novo Mass Effect continuava em desenvolvimento. Em Novembro de 2025 assegurava que o estúdio estava exclusivamente dedicado ao projecto, originalmente anunciado em 2020.
O encerramento faz parte de uma vaga mais alargada de despedimentos na Electronic Arts, que cortou cerca de 400 postos de trabalho, 50 deles sendo funcionários da BioWare. Os cortes surgem na sequência da aquisição da EA pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita e outros investidores.https://t.co/TicSujMWps
— BioWare (@bioware) October 21, 2026
Fundada em 1995 e adquirida pela EA em 2008, a BioWare deixou uma marca na indústria com jogos como Baldur's Gate, Neverwinter Nights, Dragon Age e Mass Effect. O seu último lançamento foi Dragon Age: The Veilguard, em 2024. O estúdio já tinha reduzido significativamente a equipa em 2025, deixando um grupo mais pequeno a trabalhar em Mass Effect. A EA ainda não esclareceu o futuro das séries Mass Effect e Dragon Age, mas o que é certo é que isto em nada contribui para melhorar a péssima imagem que a EA conseguiu conquistar ao longo dos anos.
Esperemos que, a seu tempo, a saga Mass Effect possa regressar... nem que seja através de jogos feitos pela comunidade usando as tecnologias AI.EA IN A NUTSHELL: KILLED MASS EFFECT. KILLED DRAGON AGE. KILLED DEAD SPACE. KILLED MEDAL OF HONOR. KILLED NEED FOR SPEED. KILLED BURNOUT. KILLED TITANFALL. KILLED MIRROR’S EDGE. KILLED ANTHEM. KILLED SPORE. KILLED SSX. KILLED ARMY OF TWO. KILLED SIMCITY. KILLED COMMAND & CONQUER.
— Play4Index (@Play4Index) October 21, 2026
quarta-feira, 21 de outubro de 2026
Steam e Epic em guerra de velocidade
A Valve acelerou consideravelmente o Steam, em aparente resposta à programação AI da Epic.
A Epic tem estado a gerar polémica (entre os que têm posição anti-AI) ao anunciar que está a adoptar por completo a programação com assistência AI para os seus produtos, com os primeiros resultados a serem uma aceleração substancial do seu Epic Games Launcher. A empresa de Tim Sweeney diz que o novo novo Epic Games Launcher (Preview) para Windows, macOS e Linux, arranca quase 2x mais depressa que o Steam.
Segundo os testes da Epic, o seu novo launcher abre em 5.47s segundos, quase metade dos 10.07 segundos necessários para o Steam. Alternar do background para a biblioteca de jogos também é feito em apenas 0.36 segundos versus os 0.42 segundos. E a abertura da loja de jogos é também três vezes mais rápida que a do Steam.
Por coincidência, ou não, a Valve lançou nova actualização do Steam Client que melhora substancialmente o desempenho durante o arranque, trazendo-o também para perto dos 5 segundos no arranque, e deixando-o próximo do tempo do novo launcher da Epic.
Quer seja devido à AI ou não, a grande pergunta que se coloca é: porque motivo só agora estas (e outras) empresas se começaram a preocupar com a optimização dos seus produtos? Não seria isso algo com que se deveriam ter preocupado desde sempre? E dito isto, continua a ser ridículo que, num computador moderno, um qualquer programa demore 5 segundos a arrancar...
A Epic tem estado a gerar polémica (entre os que têm posição anti-AI) ao anunciar que está a adoptar por completo a programação com assistência AI para os seus produtos, com os primeiros resultados a serem uma aceleração substancial do seu Epic Games Launcher. A empresa de Tim Sweeney diz que o novo novo Epic Games Launcher (Preview) para Windows, macOS e Linux, arranca quase 2x mais depressa que o Steam.
Segundo os testes da Epic, o seu novo launcher abre em 5.47s segundos, quase metade dos 10.07 segundos necessários para o Steam. Alternar do background para a biblioteca de jogos também é feito em apenas 0.36 segundos versus os 0.42 segundos. E a abertura da loja de jogos é também três vezes mais rápida que a do Steam.
Por coincidência, ou não, a Valve lançou nova actualização do Steam Client que melhora substancialmente o desempenho durante o arranque, trazendo-o também para perto dos 5 segundos no arranque, e deixando-o próximo do tempo do novo launcher da Epic.
Quer seja devido à AI ou não, a grande pergunta que se coloca é: porque motivo só agora estas (e outras) empresas se começaram a preocupar com a optimização dos seus produtos? Não seria isso algo com que se deveriam ter preocupado desde sempre? E dito isto, continua a ser ridículo que, num computador moderno, um qualquer programa demore 5 segundos a arrancar...
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