domingo, 25 de outubro de 2026
sexta-feira, 23 de outubro de 2026
EA encerra BioWare
A Electronic Arts encerrou a BioWare, pondo um ponto final nos futuros jogos Mass Effect a Dragon Age.
Concretizando os piores receios após a aquisição por fundos privados, a EA fez uma grande ronda de despedimentos, que levam ao encerramento da BioWare terá pondo um ponto final no estúdio com mais de 30 anos, responsável por jogos como a saga Mass Effect, Dragon Age e Star Wars: Knights of the Old Republic. Na sua mensagem de despedida, a empresa confirmou que isto também significa o cancelamento do próximo jogo Mass Effect.
A infeliz notícia surge menos de um ano após da BioWare ter garantido aos fãs que o novo Mass Effect continuava em desenvolvimento. Em Novembro de 2025 assegurava que o estúdio estava exclusivamente dedicado ao projecto, originalmente anunciado em 2020.
Fundada em 1995 e adquirida pela EA em 2008, a BioWare deixou uma marca na indústria com jogos como Baldur's Gate, Neverwinter Nights, Dragon Age e Mass Effect. O seu último lançamento foi Dragon Age: The Veilguard, em 2024. O estúdio já tinha reduzido significativamente a equipa em 2025, deixando um grupo mais pequeno a trabalhar em Mass Effect. A EA ainda não esclareceu o futuro das séries Mass Effect e Dragon Age, mas o que é certo é que isto em nada contribui para melhorar a péssima imagem que a EA conseguiu conquistar ao longo dos anos.
Concretizando os piores receios após a aquisição por fundos privados, a EA fez uma grande ronda de despedimentos, que levam ao encerramento da BioWare terá pondo um ponto final no estúdio com mais de 30 anos, responsável por jogos como a saga Mass Effect, Dragon Age e Star Wars: Knights of the Old Republic. Na sua mensagem de despedida, a empresa confirmou que isto também significa o cancelamento do próximo jogo Mass Effect.
A infeliz notícia surge menos de um ano após da BioWare ter garantido aos fãs que o novo Mass Effect continuava em desenvolvimento. Em Novembro de 2025 assegurava que o estúdio estava exclusivamente dedicado ao projecto, originalmente anunciado em 2020.
O encerramento faz parte de uma vaga mais alargada de despedimentos na Electronic Arts, que cortou cerca de 400 postos de trabalho, 50 deles sendo funcionários da BioWare. Os cortes surgem na sequência da aquisição da EA pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita e outros investidores.https://t.co/TicSujMWps
— BioWare (@bioware) October 21, 2026
Fundada em 1995 e adquirida pela EA em 2008, a BioWare deixou uma marca na indústria com jogos como Baldur's Gate, Neverwinter Nights, Dragon Age e Mass Effect. O seu último lançamento foi Dragon Age: The Veilguard, em 2024. O estúdio já tinha reduzido significativamente a equipa em 2025, deixando um grupo mais pequeno a trabalhar em Mass Effect. A EA ainda não esclareceu o futuro das séries Mass Effect e Dragon Age, mas o que é certo é que isto em nada contribui para melhorar a péssima imagem que a EA conseguiu conquistar ao longo dos anos.
Esperemos que, a seu tempo, a saga Mass Effect possa regressar... nem que seja através de jogos feitos pela comunidade usando as tecnologias AI.EA IN A NUTSHELL: KILLED MASS EFFECT. KILLED DRAGON AGE. KILLED DEAD SPACE. KILLED MEDAL OF HONOR. KILLED NEED FOR SPEED. KILLED BURNOUT. KILLED TITANFALL. KILLED MIRROR’S EDGE. KILLED ANTHEM. KILLED SPORE. KILLED SSX. KILLED ARMY OF TWO. KILLED SIMCITY. KILLED COMMAND & CONQUER.
— Play4Index (@Play4Index) October 21, 2026
quarta-feira, 21 de outubro de 2026
Steam e Epic em guerra de velocidade
A Valve acelerou consideravelmente o Steam, em aparente resposta à programação AI da Epic.
A Epic tem estado a gerar polémica (entre os que têm posição anti-AI) ao anunciar que está a adoptar por completo a programação com assistência AI para os seus produtos, com os primeiros resultados a serem uma aceleração substancial do seu Epic Games Launcher. A empresa de Tim Sweeney diz que o novo novo Epic Games Launcher (Preview) para Windows, macOS e Linux, arranca quase 2x mais depressa que o Steam.
Segundo os testes da Epic, o seu novo launcher abre em 5.47s segundos, quase metade dos 10.07 segundos necessários para o Steam. Alternar do background para a biblioteca de jogos também é feito em apenas 0.36 segundos versus os 0.42 segundos. E a abertura da loja de jogos é também três vezes mais rápida que a do Steam.
Por coincidência, ou não, a Valve lançou nova actualização do Steam Client que melhora substancialmente o desempenho durante o arranque, trazendo-o também para perto dos 5 segundos no arranque, e deixando-o próximo do tempo do novo launcher da Epic.
Quer seja devido à AI ou não, a grande pergunta que se coloca é: porque motivo só agora estas (e outras) empresas se começaram a preocupar com a optimização dos seus produtos? Não seria isso algo com que se deveriam ter preocupado desde sempre? E dito isto, continua a ser ridículo que, num computador moderno, um qualquer programa demore 5 segundos a arrancar...
A Epic tem estado a gerar polémica (entre os que têm posição anti-AI) ao anunciar que está a adoptar por completo a programação com assistência AI para os seus produtos, com os primeiros resultados a serem uma aceleração substancial do seu Epic Games Launcher. A empresa de Tim Sweeney diz que o novo novo Epic Games Launcher (Preview) para Windows, macOS e Linux, arranca quase 2x mais depressa que o Steam.
Segundo os testes da Epic, o seu novo launcher abre em 5.47s segundos, quase metade dos 10.07 segundos necessários para o Steam. Alternar do background para a biblioteca de jogos também é feito em apenas 0.36 segundos versus os 0.42 segundos. E a abertura da loja de jogos é também três vezes mais rápida que a do Steam.
Por coincidência, ou não, a Valve lançou nova actualização do Steam Client que melhora substancialmente o desempenho durante o arranque, trazendo-o também para perto dos 5 segundos no arranque, e deixando-o próximo do tempo do novo launcher da Epic.
Quer seja devido à AI ou não, a grande pergunta que se coloca é: porque motivo só agora estas (e outras) empresas se começaram a preocupar com a optimização dos seus produtos? Não seria isso algo com que se deveriam ter preocupado desde sempre? E dito isto, continua a ser ridículo que, num computador moderno, um qualquer programa demore 5 segundos a arrancar...
segunda-feira, 19 de outubro de 2026
Sony PS5 pode correr discos originais da PS2
A comunidade fez aquilo que a Sony nunca fez, e demonstra que a PS5 pode afinal correr discos originais da PS2.
Quase seis anos depois do lançamento da PlayStation 5, a Sony continua sem permitir que os jogadores utilizem discos originais da PS2 na consola. Agora, modders estão a demonstrar que a funcionalidade é possível - através de uma PS5 com jailbreak. O programador Sword, responsável pelo emulador PS5SX2, publicou um vídeo onde mostra um disco original de PS2 a ser colocado numa PS5 e utilizado para iniciar o jogo.
A solução também deverá funcionar com unidades DVD externas por USB, permitindo utilizar jogos físicos em modelos PS5 Digital Edition ou em consolas cujo leitor interno esteja avariado. O modder tem boas notícias adicionais, pois diz que é possível utilizar jogos de diferentes regiões. No entanto, existe uma limitação importante: o disco tem de ser convertido numa cópia digital uma primeira vez, depois desse processo, o jogo pode ser iniciado através do sistema desenvolvido pelos modders.
O mais curioso é que apesar PS5 possuir um leitor óptico compatível com DVD, a Sony limita oficialmente a retrocompatibilidade aos jogos da PS4. Os títulos da PS2 podem ser jogados através de determinados lançamentos digitais e do catálogo PlayStation Plus Classics, o que obriga a pagar por subscrições para se poder usufruir de um jogo que já se tinha comprado. Agora, fica demonstrado que afinal isso é tecnicamente possível, e a Sony desce mais um pouco na consideração dos jogadores, numa altura em que já é fortemente criticada por ter anunciado o fim dos jogos em formato físico.
Quase seis anos depois do lançamento da PlayStation 5, a Sony continua sem permitir que os jogadores utilizem discos originais da PS2 na consola. Agora, modders estão a demonstrar que a funcionalidade é possível - através de uma PS5 com jailbreak. O programador Sword, responsável pelo emulador PS5SX2, publicou um vídeo onde mostra um disco original de PS2 a ser colocado numa PS5 e utilizado para iniciar o jogo.
A solução também deverá funcionar com unidades DVD externas por USB, permitindo utilizar jogos físicos em modelos PS5 Digital Edition ou em consolas cujo leitor interno esteja avariado. O modder tem boas notícias adicionais, pois diz que é possível utilizar jogos de diferentes regiões. No entanto, existe uma limitação importante: o disco tem de ser convertido numa cópia digital uma primeira vez, depois desse processo, o jogo pode ser iniciado através do sistema desenvolvido pelos modders.
O PS5SX2 já consegue executar jogos de PS2 localmente em consolas com jailbreak, utilizando recompiladores de CPU do PCSX2 e um driver Vulkan modificado para tirar partido do GPU da PS5. O emulador suporta resolução até 6x na PS5 normal, com suporte para widescreen, save states, e outras funcionalidades. Naturalmente, os utilizadores precisam de ter a sua própria BIOS da PS2 e cópias dos jogos.PS2 discs. Straight into a PS5. 20+ years of nostalgia, one disc away. PS5SX2 🎮 special thanks to @_AlAzif 🔗 https://t.co/5dJBpctESW 💬 https://t.co/0NNel5pqQt ☕ https://t.co/EypS5hoENk #PS5 #PS2 #PlayStation #PS5SX2 #Homebrew #Emulation https://t.co/mMcp41vFOX
— Sword (@sword_pdf) October 9, 2026
O mais curioso é que apesar PS5 possuir um leitor óptico compatível com DVD, a Sony limita oficialmente a retrocompatibilidade aos jogos da PS4. Os títulos da PS2 podem ser jogados através de determinados lançamentos digitais e do catálogo PlayStation Plus Classics, o que obriga a pagar por subscrições para se poder usufruir de um jogo que já se tinha comprado. Agora, fica demonstrado que afinal isso é tecnicamente possível, e a Sony desce mais um pouco na consideração dos jogadores, numa altura em que já é fortemente criticada por ter anunciado o fim dos jogos em formato físico.
sábado, 17 de outubro de 2026
GTA VI já tem trailer de lançamento
A Rockstar Games disponibilizou o trailer de lançamento do GTA VI.
A cerca de um mês do lançamento, e numa altura em que aparentemente já não terá que se preocupar com o Cyberleek, a Rockstar Games lança o launch trailer do muito aguardado Grand Theft Auto VI.
Apesar de ser apresentado como um trailer de lançamento, o vídeo de 90 segundos não revela muitas novidades face ao que já tinha sido mostrado antes, concentrando-se sobretudo na atmosfera soalheira inspirada em Miami, nas ruas dominadas pelo crime, e na relação entre os dois protagonistas - embora esteja a ser dissecado em detalhe, frame a frame, pelos fãs.
O trailer inclui um novo tema da dupla francesa de música electrónica Justice, demonstrando a importância da música no próximo jogo. Tal como nos títulos anteriores da série, GTA VI deverá contar com uma extensa banda sonora, contribuindo para dar vida ao seu mundo fictício, onde os NPCs (os personagens virtuais do jogo) também prometem dar toda uma nova ilusão de realismo.
A Rockstar divulgou também uma breve descrição da história, que acompanha Jason e Lucia depois de um assalto aparentemente correr mal. Os dois acabam envolvidos numa conspiração criminosa que se estende por Leonida e terão de confiar um no outro para sobreviver. A relação entre as personagens e as situações perigosas em que se veem envolvidas serão os elementos centrais da narrativa.
Grand Theft Auto VI tem lançamento previsto para 19 de Novembro na PlayStation 5 e na Xbox Series X|S, marcando o regresso da série após mais de uma década de espera.
A cerca de um mês do lançamento, e numa altura em que aparentemente já não terá que se preocupar com o Cyberleek, a Rockstar Games lança o launch trailer do muito aguardado Grand Theft Auto VI.
Apesar de ser apresentado como um trailer de lançamento, o vídeo de 90 segundos não revela muitas novidades face ao que já tinha sido mostrado antes, concentrando-se sobretudo na atmosfera soalheira inspirada em Miami, nas ruas dominadas pelo crime, e na relação entre os dois protagonistas - embora esteja a ser dissecado em detalhe, frame a frame, pelos fãs.
O trailer inclui um novo tema da dupla francesa de música electrónica Justice, demonstrando a importância da música no próximo jogo. Tal como nos títulos anteriores da série, GTA VI deverá contar com uma extensa banda sonora, contribuindo para dar vida ao seu mundo fictício, onde os NPCs (os personagens virtuais do jogo) também prometem dar toda uma nova ilusão de realismo.
A Rockstar divulgou também uma breve descrição da história, que acompanha Jason e Lucia depois de um assalto aparentemente correr mal. Os dois acabam envolvidos numa conspiração criminosa que se estende por Leonida e terão de confiar um no outro para sobreviver. A relação entre as personagens e as situações perigosas em que se veem envolvidas serão os elementos centrais da narrativa.
Grand Theft Auto VI tem lançamento previsto para 19 de Novembro na PlayStation 5 e na Xbox Series X|S, marcando o regresso da série após mais de uma década de espera.
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