No State of Unreal 2026 a Epic revelou o Unreal Engine 5.8 com muitas novidades, e com o jogo "No Law" a atrair as atenções.
A Epic Games aproveitou o evento State of Unreal 2026 para revelar os próximos passos do Unreal Engine e do ecossistema Fortnite. Foi confirmado - sem surepresas - que o Unreal Engine 6 já está em desenvolvimento, com lançamento em Early Access previsto para o final de 2027. A nova versão pretende unificar o desenvolvimento de jogos tradicionais, experiências dentro do Fortnite e ecossistemas online persistentes, apostando na linguagem Verse, em ferramentas AI integradas e em maior interoperabilidade entre plataformas e motores gráficos.
Enquanto o Unreal Engine 6 não chega, a Epic lançou oficialmente o Unreal Engine 5.8, que deverá ser a última grande actualização da série UE5. A nova versão traz melhorias de desempenho, optimizações para dispositivos móveis e Nintendo Switch 2, além de funcionalidades que passam a estar prontas para produção, como MegaLights, Movie Render Graph e Audio Insights. Inclui também p sistema experimental Mesh Terrain, concebido para criar ambientes 3D complexos sem as limitações dos tradicionais heightmaps.
A empresa apresentou também novas ferramentas de inteligência artificial para criadores. Entre elas está o suporte ao Model Context Protocol (MCP), que permite integrar modelos como Claude e Gemini directamente nos projectos da Unreal Engine, transformando-os em assistentes capazes de compreender e interagir com fluxos de trabalho específicos. Foram igualmente demonstradas novas ferramentas de geração de imagem e vídeo baseadas em modelos de difusão, que prometem oferecer maior controlo criativo aos artistas.
No evento foram mostrados muitos exemplos impressionantes de jogos que usam o Unreal Engine, incluindo o aguardado Gears of War: E-Day. No entanto, aquele que se destacou foi no No Law, que poderia passar por um sucessor do Cyberpunk 2077, com ambientes e personagens ainda mais detalhados e visuais impressionantes - ao nível dos que apenas se conseguem obter no Cyberpunk recorrendo a mods adicionais.
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sábado, 20 de junho de 2026
segunda-feira, 15 de junho de 2026
Neural Dawn vai demonstrar MegaLights do Unreal Engine nos smartphones
A impressionante tecnologia MegaLights do Unreal Engine está prestes a chegar aos smartphones com o jogo Neural Dawn.
A ARM revelou o Neural Dawn, um novo jogo para Android desenvolvido em parceria com a Sumo Digital para demonstrar as capacidades das futuras GPUs Mali. O título destaca-se por ser o primeiro jogo móvel a utilizar o sistema MegaLights da Unreal Engine, uma tecnologia que permite criar cenários com um grande número de luzes dinâmicas e sombras com ray tracing, em dispositivos móveis.
Desenvolvido com a Unreal Engine 5.6.1, o jogo recorre também ao conjunto de tecnologias de gráficos neurais da ARM, incluindo Neural Super Sampling, Denoising e Neural Frame Rate Upscaling. Estas ferramentas usam inteligência artificial para melhorar a qualidade visual e aumentar o desempenho.
O Neural Dawn oferece cerca de duas horas de jogo distribuídas por quatro níveis (o que podemos considerar que faz dele mais uma "tech demo" para demonstrar as capacidades dos chips suportados do que um jogo completo), colocando os jogadores no papel de uma cientista que explora uma rede de cavernas. A iluminação desempenha um papel central na experiência, servindo não só para criar ambientes mais realistas, mas também para orientar a progressão do jogador ao longo da aventura.
A ARM confirmou que o jogo será lançado ainda em 2026 para dispositivos Android equipados com as próximas gerações de GPUs Mali. Estes chips vão incluir aceleradores dedicados para tarefas AI, permitindo combinar processamento gráfico e computação neural dentro dos limites energéticos dos smartphones.
A ARM revelou o Neural Dawn, um novo jogo para Android desenvolvido em parceria com a Sumo Digital para demonstrar as capacidades das futuras GPUs Mali. O título destaca-se por ser o primeiro jogo móvel a utilizar o sistema MegaLights da Unreal Engine, uma tecnologia que permite criar cenários com um grande número de luzes dinâmicas e sombras com ray tracing, em dispositivos móveis.
Desenvolvido com a Unreal Engine 5.6.1, o jogo recorre também ao conjunto de tecnologias de gráficos neurais da ARM, incluindo Neural Super Sampling, Denoising e Neural Frame Rate Upscaling. Estas ferramentas usam inteligência artificial para melhorar a qualidade visual e aumentar o desempenho.
O Neural Dawn oferece cerca de duas horas de jogo distribuídas por quatro níveis (o que podemos considerar que faz dele mais uma "tech demo" para demonstrar as capacidades dos chips suportados do que um jogo completo), colocando os jogadores no papel de uma cientista que explora uma rede de cavernas. A iluminação desempenha um papel central na experiência, servindo não só para criar ambientes mais realistas, mas também para orientar a progressão do jogador ao longo da aventura.
A ARM confirmou que o jogo será lançado ainda em 2026 para dispositivos Android equipados com as próximas gerações de GPUs Mali. Estes chips vão incluir aceleradores dedicados para tarefas AI, permitindo combinar processamento gráfico e computação neural dentro dos limites energéticos dos smartphones.
quinta-feira, 20 de novembro de 2025
Fortnite vai acolher jogos Unity em 2026
A Epix Games fez um anúncio inesperado, dizendo que o Fortnite irá receber jogos com motor Unity em 2026.
A Epic Games está a dar um passo importante rumo a um metaverso mais aberto ao fazer parceria com a Unity - o seu maior rival em motores de jogo - para trazer jogos feitos com Unity para dentro do Fortnite. A partir do próximo ano, criadores que desenvolvem com o motor Unity poderão publicar esses jogos no Fortnite, lado a lado com as experiências feitas através do Unreal Editor for Fortnite. É uma mudança significativa que poderá aumentar substancialmente a quantidade e diversidade de jogos disponíveis na plataforma da Epic.
Segundo o CEO Tim Sweeney, esta decisão faz parte de uma visão maior de transformar o Fortnite num espaço 3D aberto e interligado, e não num ecossistema fechado. Nos últimos anos, a Epic tem vindo a afastar o Fortnite do seu formato de battle royale, transformando-o num catálogo de "ilhas" criadas por utilizadores, quase como um YouTube de videojogos. No entanto, até agora tudo o que existia dentro do Fortnite tinha obrigatoriamente de ser feito com ferramentas da Epic, uma limitação que mantinha os criadores presos ao ecossistema Unreal. Ao abrir portas à Unity, a Epic passa a ter acesso a uma comunidade de desenvolvimento muito maior. O Unity conta com mais de 1.2 milhões de utilizadores activos por mês, muitos mais que os 70 mil criadores que publicam no Fortnite. Mesmo que apenas uma pequena fracção desses developers leve os seus projectos para o jogo, o catálogo de experiências poderá crescer de forma dramática. Para muitos estúdios afectados pelos cortes e dificuldades da indústria, o Fortnite pode tornar-se um novo e valioso canal de distribuição.
A parceria representa apenas o início do plano de longo prazo da Epic para criar um metaverso aberto, em que o Fortnite funcione como um "browser" de experiências 3D interligadas - muitas delas fora do controlo ou lucro da própria Epic. Curiosamente, jogos Unity vão chegar ao Fortnite antes dos próprios jogos Unreal independentes, algo que a Epic planeia resolver com o futuro Unreal Engine 6. A Unity vai também adicionar suporte ao Unreal Engine na sua nova plataforma de gestão de lojas digitais, oferecendo mais flexibilidade aos criadores. Para ambas as empresas, o objectivo é dar mais escolhas aos developers e construir um futuro mais aberto para os videojogos.
É bom ver a Epic, que tanto tem lutado pela abertura da App Store da Apple e Play Store da Google, a demonstrar que também faz o mesmo com a sua própria plataforma.
A Epic Games está a dar um passo importante rumo a um metaverso mais aberto ao fazer parceria com a Unity - o seu maior rival em motores de jogo - para trazer jogos feitos com Unity para dentro do Fortnite. A partir do próximo ano, criadores que desenvolvem com o motor Unity poderão publicar esses jogos no Fortnite, lado a lado com as experiências feitas através do Unreal Editor for Fortnite. É uma mudança significativa que poderá aumentar substancialmente a quantidade e diversidade de jogos disponíveis na plataforma da Epic.
Segundo o CEO Tim Sweeney, esta decisão faz parte de uma visão maior de transformar o Fortnite num espaço 3D aberto e interligado, e não num ecossistema fechado. Nos últimos anos, a Epic tem vindo a afastar o Fortnite do seu formato de battle royale, transformando-o num catálogo de "ilhas" criadas por utilizadores, quase como um YouTube de videojogos. No entanto, até agora tudo o que existia dentro do Fortnite tinha obrigatoriamente de ser feito com ferramentas da Epic, uma limitação que mantinha os criadores presos ao ecossistema Unreal. Ao abrir portas à Unity, a Epic passa a ter acesso a uma comunidade de desenvolvimento muito maior. O Unity conta com mais de 1.2 milhões de utilizadores activos por mês, muitos mais que os 70 mil criadores que publicam no Fortnite. Mesmo que apenas uma pequena fracção desses developers leve os seus projectos para o jogo, o catálogo de experiências poderá crescer de forma dramática. Para muitos estúdios afectados pelos cortes e dificuldades da indústria, o Fortnite pode tornar-se um novo e valioso canal de distribuição.
And Unity’s cross-platform, cross-store payments SDK is coming to Unreal Engine, with perfect timing just as mobile platforms are opening up to competing stores and competing payment methods.
— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) November 19, 2025
Full announcement here: https://t.co/IuvA3BPBs9
A parceria representa apenas o início do plano de longo prazo da Epic para criar um metaverso aberto, em que o Fortnite funcione como um "browser" de experiências 3D interligadas - muitas delas fora do controlo ou lucro da própria Epic. Curiosamente, jogos Unity vão chegar ao Fortnite antes dos próprios jogos Unreal independentes, algo que a Epic planeia resolver com o futuro Unreal Engine 6. A Unity vai também adicionar suporte ao Unreal Engine na sua nova plataforma de gestão de lojas digitais, oferecendo mais flexibilidade aos criadores. Para ambas as empresas, o objectivo é dar mais escolhas aos developers e construir um futuro mais aberto para os videojogos.
É bom ver a Epic, que tanto tem lutado pela abertura da App Store da Apple e Play Store da Google, a demonstrar que também faz o mesmo com a sua própria plataforma.
quinta-feira, 5 de junho de 2025
Unreal Engine impressiona com The Witcher 4
O State of Unreal 2025 apresentou novidades do Unreal Engine 5.6, mas o destaque foi para o The Witcher 4.
O Unreal Engine da Epic tem sido o motor gráfico de referência dos últimos anos, e não pára de receber melhorias para assegurar que isso se irá manter nos próximos anos. Para o State of Unreal 2025 o grande destaque foi para o novo The Witcher 4, que se apresenta com uma qualidade gráfica de última geração - que chega ao ponto de modelar a musculatura interna dos cavalos, para se obterem animações com maior realismo.
Estando a Epic em constante luta contra as comissões da Apple, era algo que também não podia ter passado sem menção. A Epic anunciou que agora oferece 100% dos lucros para os developers até ao primeiro milhão de dólares, cobrando uma comissão de 12% apenas daí em diante. Evidentemente, também fez questão de realçar que cobra 0% de comissões sobre quem optar por usar um sistema de pagamentos externo.
O Unreal Engine da Epic tem sido o motor gráfico de referência dos últimos anos, e não pára de receber melhorias para assegurar que isso se irá manter nos próximos anos. Para o State of Unreal 2025 o grande destaque foi para o novo The Witcher 4, que se apresenta com uma qualidade gráfica de última geração - que chega ao ponto de modelar a musculatura interna dos cavalos, para se obterem animações com maior realismo.
Estando a Epic em constante luta contra as comissões da Apple, era algo que também não podia ter passado sem menção. A Epic anunciou que agora oferece 100% dos lucros para os developers até ao primeiro milhão de dólares, cobrando uma comissão de 12% apenas daí em diante. Evidentemente, também fez questão de realçar que cobra 0% de comissões sobre quem optar por usar um sistema de pagamentos externo.
sábado, 16 de novembro de 2024
Epic lança Unreal Engine 5.5
A Epic lançou o Unreal Engine 5.5, que vem com bastantes novidades, como o sistema MegaLights.
O Unreal Engine 5.5 está finalmente disponível, chegando com uma série de novidades das quais se destaca o impressionante sistema MegaLights que possibilita toda uma nova geração de jogos com milhares de luzes dinâmicas e rendering path tracing mais avançado.
Mas, há também melhorias a nível da animação dos rostos e corpo dos MetaHumans, incluindo processo mais fácil de sincronizar os movimentos do rosto e boca com gravações de voz, na aplicação de texturas dinâmicas, na geração de cenários virtuais em tempo real, e muito mais. Para todos os que se interessam pela animação 3D e criação de jogos, vale a pena explorar. Ainda mais tendo em conta que se trata de uma ferramenta gratuita.
O Unreal Engine 5.5 está finalmente disponível, chegando com uma série de novidades das quais se destaca o impressionante sistema MegaLights que possibilita toda uma nova geração de jogos com milhares de luzes dinâmicas e rendering path tracing mais avançado.
Mas, há também melhorias a nível da animação dos rostos e corpo dos MetaHumans, incluindo processo mais fácil de sincronizar os movimentos do rosto e boca com gravações de voz, na aplicação de texturas dinâmicas, na geração de cenários virtuais em tempo real, e muito mais. Para todos os que se interessam pela animação 3D e criação de jogos, vale a pena explorar. Ainda mais tendo em conta que se trata de uma ferramenta gratuita.
quarta-feira, 9 de outubro de 2024
Unreal Engine 5.5 impressiona com MegaLights
A Epic revelou o novo Unreal Engine 5.5, com uma impressionante demonstração do sistema MegaLights que permite ter milhares de luzes dinâmicas em tempo-real.
Depois do Nanite e Lumen, a Epic está de volta com uma nova capacidade que simplificará a vida aos artistas e developers. Se estas tecnologias simplificaram o uso de cenas hiper-detalhadas e com reflexos, agora temos um sistema que vem acabar a a preocupação restante: o uso de luzes.
Com o MegaLights o Unreal Engine permite colocar milhares de luzes em cena, cada uma delas projectando as cores e sombras correctamente. Até agora, os developers tinham que recorrer a "batotas", como usar apenas algumas (poucas) luzes dinâmicas verdadeiras, e as restantes sendo pré-calculadas apenas para criar a ilusão de iluminação ambiente. A demonstração é impressionante, replicando em tempo real aquilo que habitualmente estamos habituados a ver apenas em vídeos pre-rendered.
Também temos direito a uma actualização da sequência inicial do UT99, tirando partido das capacidades do UE5, e que serve como aperitivo para o episódio dedicado ao Unreal Tournament na série "Secret Level" da Amazon, um "Love, Death and Robots" dedicado ao universo dos videojogos.
E por último, mas não menos importante, o Halo Studios revelou que vai passar a usar o Unreal Engine para os seus próximos jogos do universo Halo.
Depois do Nanite e Lumen, a Epic está de volta com uma nova capacidade que simplificará a vida aos artistas e developers. Se estas tecnologias simplificaram o uso de cenas hiper-detalhadas e com reflexos, agora temos um sistema que vem acabar a a preocupação restante: o uso de luzes.
Com o MegaLights o Unreal Engine permite colocar milhares de luzes em cena, cada uma delas projectando as cores e sombras correctamente. Até agora, os developers tinham que recorrer a "batotas", como usar apenas algumas (poucas) luzes dinâmicas verdadeiras, e as restantes sendo pré-calculadas apenas para criar a ilusão de iluminação ambiente. A demonstração é impressionante, replicando em tempo real aquilo que habitualmente estamos habituados a ver apenas em vídeos pre-rendered.
Também temos direito a uma actualização da sequência inicial do UT99, tirando partido das capacidades do UE5, e que serve como aperitivo para o episódio dedicado ao Unreal Tournament na série "Secret Level" da Amazon, um "Love, Death and Robots" dedicado ao universo dos videojogos.
E por último, mas não menos importante, o Halo Studios revelou que vai passar a usar o Unreal Engine para os seus próximos jogos do universo Halo.
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segunda-feira, 17 de junho de 2024
Senua's Saga: Hellblade 2 - as coisas boas e más nos PCs
O jogo Senua's Saga: Hellblade 2 teve entrada directa para um dos jogos mais marcantes na Xbox Series X/S, demonstrando o poder do Unreal Engine 5, e nos PCs podemos contar com coisas boas, e menos boas.
Mesmo não sendo o tipo de jogo que tipicamente me atraia, também eu não resisti a superar a parte inicial "chata" deste Senua's Saga: Hellblade 2, que evolui de forma bastante lenta por cenários bastante monótonos, posteriormente sendo recompensado por secções que justificam o tempo investido e tornam este jogo numa experiência imperdível. Há inúmeras coisas marcantes, como a total ausência de "loading screens" do início até ao final do jogo (aprende Starfield!), a sua qualidade gráfica que por vezes se atreve a superar o "uncanny valley", ou o facto dos ajustes gráficos serem aplicados em tempo real no próprio jogo, mostrando imediatamente o seu efeito.
São coisas que se podem considerar implícitas num jogo que usa o Unreal Engine 5, mas que na verdade continuam a ser bastante raras, e que deviam tornar-se obrigatórias para todos os jogos. Dito isto, na sua versão para PC, existem também alguns pontos que poderiam / deveriam ter sido evitados, como é abordado no seguinte vídeo da Digital Foundry.
Mesmo não sendo o tipo de jogo que tipicamente me atraia, também eu não resisti a superar a parte inicial "chata" deste Senua's Saga: Hellblade 2, que evolui de forma bastante lenta por cenários bastante monótonos, posteriormente sendo recompensado por secções que justificam o tempo investido e tornam este jogo numa experiência imperdível. Há inúmeras coisas marcantes, como a total ausência de "loading screens" do início até ao final do jogo (aprende Starfield!), a sua qualidade gráfica que por vezes se atreve a superar o "uncanny valley", ou o facto dos ajustes gráficos serem aplicados em tempo real no próprio jogo, mostrando imediatamente o seu efeito.
São coisas que se podem considerar implícitas num jogo que usa o Unreal Engine 5, mas que na verdade continuam a ser bastante raras, e que deviam tornar-se obrigatórias para todos os jogos. Dito isto, na sua versão para PC, existem também alguns pontos que poderiam / deveriam ter sido evitados, como é abordado no seguinte vídeo da Digital Foundry.
domingo, 3 de dezembro de 2023
Floresta hiper-realista em Unreal Engine 5.3
O Unreal Engine continua a surpreender pela sua capacidade de recriar cenários ultra-detalhados com realismo surpreendente, como demonstra esta floresta.
É impossível não ficar de "queixo caído" ao ver o nível a que se chegou - especialmente no caso de fazerem parte do grupo de pessoas que assistiu à evolução dos videojogos desde os tempos do Pong e dos seus blocos monocromáticos. Daí passamos para jogos super-pixelizados com quatro cores, depois com 16 cores, e mais tarde com texturas e eventualmente com perspectiva e efeitos tridimensionais. Mas, tudo isso é literalmente pré-história, e seria inconcebível nos tempos em que se olhava para o Doom como sendo um jogo revolucionário, que um dia se pudesse vir ter algo como o que se segue, a correr em tempo real num computador.
É certo que estamos a ver algo a correr numa Nvidia RTX 4090, que não será propriamente a placa mais comum nos computador actuais, mas não deixa de ser um bom indicador do tipo de coisas que se tornará banal nos próximos anos, e na próxima geração de consolas que vierem substituir a PlayStation 5 e Xbox One Series X.
É impossível não ficar de "queixo caído" ao ver o nível a que se chegou - especialmente no caso de fazerem parte do grupo de pessoas que assistiu à evolução dos videojogos desde os tempos do Pong e dos seus blocos monocromáticos. Daí passamos para jogos super-pixelizados com quatro cores, depois com 16 cores, e mais tarde com texturas e eventualmente com perspectiva e efeitos tridimensionais. Mas, tudo isso é literalmente pré-história, e seria inconcebível nos tempos em que se olhava para o Doom como sendo um jogo revolucionário, que um dia se pudesse vir ter algo como o que se segue, a correr em tempo real num computador.
É certo que estamos a ver algo a correr numa Nvidia RTX 4090, que não será propriamente a placa mais comum nos computador actuais, mas não deixa de ser um bom indicador do tipo de coisas que se tornará banal nos próximos anos, e na próxima geração de consolas que vierem substituir a PlayStation 5 e Xbox One Series X.
sábado, 17 de junho de 2023
Epic lança MetaHuman Animator que usa iPhone para as animações faciais
A Epic já disponibilizou a ferramenta que permite transferir os movimentos de rosto, usando um iPhone, para um personagem virtual MetaHuman.
Com os MetaHuman a Epic disponibilizou humanos virtuais com qualidade fotorealista, mas para que a ilusão seja completa é preciso que a sua animação seja também realista. Normalmente, seria algo que obrigaria a ter dispendioso equipamento profissional, mas com este sistema isso poderá ser feito com um iPhone 12 ou mais recente.
Os resultados são fascinantes, e além do vídeo a apresentar o sistema de animação, a Epic lançou também uma curta de animação CGI - Blue Dot - que serve como demonstração daquilo que se poderá fazer.
Com os MetaHuman a Epic disponibilizou humanos virtuais com qualidade fotorealista, mas para que a ilusão seja completa é preciso que a sua animação seja também realista. Normalmente, seria algo que obrigaria a ter dispendioso equipamento profissional, mas com este sistema isso poderá ser feito com um iPhone 12 ou mais recente.
Os resultados são fascinantes, e além do vídeo a apresentar o sistema de animação, a Epic lançou também uma curta de animação CGI - Blue Dot - que serve como demonstração daquilo que se poderá fazer.
terça-feira, 28 de março de 2023
Epic demonstra Unreal Engine 5.2
A Epic mostrou a mais recente geração do seu Unreal Engine 5.2, com demonstrações impressionantes.
Depois do Unreal Engine 5 e 5.1 terem feito arregalar os olhos com as suas capacidades, a Epic demonstrou um pouco do que o novo Unreal Engine 5.2 poderá fazer, com selvas repletas de vegetação e folhas, por onde passeou em modo todo-o-terreno a bordo de uma pickup da Rivian (a Rivian utiliza o Unreal Engine no dashboard dos seus veículos).
Podem espreitar a demonstração no vídeo que se segue ou, se quiserem ver todos os detalhes e novidades, podem espreitar o vídeo a seguir do State of Unreal na GDC 2023 (que tem várias horas).
Depois do Unreal Engine 5 e 5.1 terem feito arregalar os olhos com as suas capacidades, a Epic demonstrou um pouco do que o novo Unreal Engine 5.2 poderá fazer, com selvas repletas de vegetação e folhas, por onde passeou em modo todo-o-terreno a bordo de uma pickup da Rivian (a Rivian utiliza o Unreal Engine no dashboard dos seus veículos).
Podem espreitar a demonstração no vídeo que se segue ou, se quiserem ver todos os detalhes e novidades, podem espreitar o vídeo a seguir do State of Unreal na GDC 2023 (que tem várias horas).
sexta-feira, 24 de março de 2023
MetaHuman Animator com animações mais naturais via iPhone
A Epic vai facilitar a criação de animações faciais realistas nos seus MetaHumans com um novo MetaHuman Animator.
Em 2021 a Epic revelou os seus modelos MetaHuman com rostos humanos hiper-realistas. No entanto, mais do que gerar uma imagem que pareça ser um rosto real, a grande dificuldade está em animá-la de modo a que pareça mesmo real. Isto porque existem incontáveis detalhes que fazem parte das expressões e movimentos, que é difícil de replicar manualmente.
O processo de animação dos rostos dos MetaHumans é complicado, mas vai ficar mais fácil com a chegada do MetaHuman Animator, que até permitirá utilizar um iPhone para capturar um rosto real de uma pessoa e o transpôr para um rosto digital em tempo real.
Com a ajuda de ferramentas como estas, poderemos em breve finalmente ultrapassar o Uncanny Valley que atormenta os rostos gerados por computador.
Em 2021 a Epic revelou os seus modelos MetaHuman com rostos humanos hiper-realistas. No entanto, mais do que gerar uma imagem que pareça ser um rosto real, a grande dificuldade está em animá-la de modo a que pareça mesmo real. Isto porque existem incontáveis detalhes que fazem parte das expressões e movimentos, que é difícil de replicar manualmente.
O processo de animação dos rostos dos MetaHumans é complicado, mas vai ficar mais fácil com a chegada do MetaHuman Animator, que até permitirá utilizar um iPhone para capturar um rosto real de uma pessoa e o transpôr para um rosto digital em tempo real.
Com a ajuda de ferramentas como estas, poderemos em breve finalmente ultrapassar o Uncanny Valley que atormenta os rostos gerados por computador.
domingo, 19 de março de 2023
Layers of Fear
As capacidades visuais do Unreal Engine 5 são aproveitadas ao máximo no Layers of Fear, um jogo que seguramente irá pregar alguns sustos aos jogadores.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2022
Fortnite Chapter 4 chega com Unreal Engine 5.1
O mais recente Capítulo 4 do Fortnite marca a transição para o Unreal Engine 5.1 com substanciais melhorias da qualidade gráfica.
Depois de muita antecipação por conta das demonstrações, começamos finalmente a ver as vantagens do novo Unreal Engine 5.1 aplicadas na prática, em jogos populares.
Neste caso, é o Fortnite que adquire um aspecto visual completamente novo, por conta das tecnologias que permite, mais detalhes, iluminação e sombras mais realistas, reflexos, e outras coisas. O resultado é uma diferença que faz com que o anterior aspecto gráfico pareça completamente pré-histórico.
Nos PCs, para se tirar partido do Nanite e Lumen será preciso ter um GPU Nvidia da geração Maxwell ou mais recente, ou AMD GCN ou mais recente. Nas consolas como a Xbox Series X e PS5, os jogadores têm apenas que se certificar que não têm o modo de 120 fps activado.
Depois de muita antecipação por conta das demonstrações, começamos finalmente a ver as vantagens do novo Unreal Engine 5.1 aplicadas na prática, em jogos populares.
Neste caso, é o Fortnite que adquire um aspecto visual completamente novo, por conta das tecnologias que permite, mais detalhes, iluminação e sombras mais realistas, reflexos, e outras coisas. O resultado é uma diferença que faz com que o anterior aspecto gráfico pareça completamente pré-histórico.
Nos PCs, para se tirar partido do Nanite e Lumen será preciso ter um GPU Nvidia da geração Maxwell ou mais recente, ou AMD GCN ou mais recente. Nas consolas como a Xbox Series X e PS5, os jogadores têm apenas que se certificar que não têm o modo de 120 fps activado.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2022
Wonder leva jogos do Unreal Engine para o browser
A Wonder Interactive está a trabalhar para permitir a fácil adaptação de jogos que usem o Unreal Engine para correrem directamente no browser.
Há muitos proponentes que acreditam que a web e os browsers continuam a ser a única plataforma aberta e global, que tenta escapar às plataformas fechadas dos sistemas operativos (desktop e mobile) ou das lojas de apps. Com o WebAssembly, é possível transformar o browser no "sistema operativo" e fazer com que execute programas com nível de desempenho que se aproxima dos programas nativos, e este é um desses exemplos.
Com o Wonder Client, os developers que usam Unreal Engine - incluindo a mais recente versão 5.1 - podem publicar os seus jogos directamente para uma versão web que corre directamente num browser.
É certo que por agora não se tem ainda a qualidade visual de todas as características do UE 5.1 (o resultado é exibido em WebGL 2.0), mas isso é algo que irá melhorar no futuro com a implementação da nova API WebGPU, que permitirá aos browsers aceder a mais funcionalidades avançadas dos GPUs.
Mas, os resultados, mesmo neste momento, já são bastante interessantes, e há algumas demos que podem experimentar para ver como corre:
Há muitos proponentes que acreditam que a web e os browsers continuam a ser a única plataforma aberta e global, que tenta escapar às plataformas fechadas dos sistemas operativos (desktop e mobile) ou das lojas de apps. Com o WebAssembly, é possível transformar o browser no "sistema operativo" e fazer com que execute programas com nível de desempenho que se aproxima dos programas nativos, e este é um desses exemplos.
Com o Wonder Client, os developers que usam Unreal Engine - incluindo a mais recente versão 5.1 - podem publicar os seus jogos directamente para uma versão web que corre directamente num browser.
É certo que por agora não se tem ainda a qualidade visual de todas as características do UE 5.1 (o resultado é exibido em WebGL 2.0), mas isso é algo que irá melhorar no futuro com a implementação da nova API WebGPU, que permitirá aos browsers aceder a mais funcionalidades avançadas dos GPUs.
Mas, os resultados, mesmo neste momento, já são bastante interessantes, e há algumas demos que podem experimentar para ver como corre:
segunda-feira, 28 de novembro de 2022
As vantagens do Unreal Engine 5.1
O Unreal Engine vai ficando cada vez melhor, e a mais recente versão 5.1 permite ainda maior realismo com mais facilidades para os criadores digitais.
Torna-se quase cómico olhar para aquilo que se fazia há uma ou duas décadas atrás e comparar com aquilo que actualmente "qualquer pessoa" pode fazer com o Unreal Engine 5.1. Agora, a criação de mundos gigantes hiper-detalhados já não obriga um developer a ter dores de cabeça com os milhões de triângulos que estão na imagem, e toda a iluminação e reflexos são coisas que também são tratadas automaticamente sem que se tenha que pensar nisso. E tudo isto em tempo real, com imagens melhores do que aquelas que em tempos demorariam horas a ser calculadas.
Torna-se quase cómico olhar para aquilo que se fazia há uma ou duas décadas atrás e comparar com aquilo que actualmente "qualquer pessoa" pode fazer com o Unreal Engine 5.1. Agora, a criação de mundos gigantes hiper-detalhados já não obriga um developer a ter dores de cabeça com os milhões de triângulos que estão na imagem, e toda a iluminação e reflexos são coisas que também são tratadas automaticamente sem que se tenha que pensar nisso. E tudo isto em tempo real, com imagens melhores do que aquelas que em tempos demorariam horas a ser calculadas.
quinta-feira, 7 de julho de 2022
The Matrix Awakens desaparece a 9 de Julho
Quem tiver uma Xbox Series X/S ou PlayStation 5 deverá apressar-se a adicionar a demo The Matrix Awakens ao seu catálogo de jogos.
A demo The Matrix Awakens veio demonstrar as capacidades do mais recente Unreal Engine 5 nas consolas de última geração, mas agora está prestes a desaparecer das respectivas lojas.
O desaparecimento de jogos e demos das lojas online das consolas é um dos "pontos negros" da transição para os produtos digitais, mas neste caso ainda não chega a ser dos piores exemplos. Isto porque, quem tiver adicionado o The Matrix Awakens à sua colecção de jogos poderá continuar a instalá-lo e a experimentá-lo mesmo depois de desaparecer das lojas respectivas a 9 de Julho.
Enquanto se aguardam pelos jogo que exploram as melhorias do Unreal Engine 5, o The Matrix Awakens apresenta-nos uma cidade movimentada onde podemos passear e explorar, e antecipar o tipo de coisas que veremos na próxima ronda de jogos que utilizarem este motor da Epic, que já fez a transição dos jogos para outros sectores, como a indústria dos filmes.
A demo The Matrix Awakens veio demonstrar as capacidades do mais recente Unreal Engine 5 nas consolas de última geração, mas agora está prestes a desaparecer das respectivas lojas.
O desaparecimento de jogos e demos das lojas online das consolas é um dos "pontos negros" da transição para os produtos digitais, mas neste caso ainda não chega a ser dos piores exemplos. Isto porque, quem tiver adicionado o The Matrix Awakens à sua colecção de jogos poderá continuar a instalá-lo e a experimentá-lo mesmo depois de desaparecer das lojas respectivas a 9 de Julho.
Enquanto se aguardam pelos jogo que exploram as melhorias do Unreal Engine 5, o The Matrix Awakens apresenta-nos uma cidade movimentada onde podemos passear e explorar, e antecipar o tipo de coisas que veremos na próxima ronda de jogos que utilizarem este motor da Epic, que já fez a transição dos jogos para outros sectores, como a indústria dos filmes.
domingo, 3 de julho de 2022
In Vaulted Halls Entombed com o Unreal Engine
O episódio In Vaulted Halls Entombed da fantástica antologia Love Death and Robots da Netflix foi feito com ajuda do mesmo Unreal Engine que é utilizado em inúmeros jogos.
terça-feira, 5 de abril de 2022
domingo, 20 de março de 2022
Colisões de carros no Unreal Engine 5
O The Matrix Awakens continua a ser uma das poucas formas que temos de explorar o novo Unreal Engine 5, e há quem se tenha dedicado a ver que tal se comportam as colisões de veículos.
No final do ano passado ficamos maravilhados com a demonstração The Matrix Awakens que mostrava o poder do novo Unreal Engine 5. Para além da qualidade e quantidade de objectos que é possível ver (uma cidade completa), é também interessante explorar os pormenores, como a deformação dos carros em caso de colisões, que são feitos dinamicamente e não apenas de forma pré-estabelecida.
Até dá pena pensar que, na maioria dos casos, a maior parte dos jogadores não vai perder mais que umas fracções de segundo a olhar para estas colisões; mas neste caso, temos a excepção à regra, de quem perdeu algum tempo a olhá-las mais de perto.
No final do ano passado ficamos maravilhados com a demonstração The Matrix Awakens que mostrava o poder do novo Unreal Engine 5. Para além da qualidade e quantidade de objectos que é possível ver (uma cidade completa), é também interessante explorar os pormenores, como a deformação dos carros em caso de colisões, que são feitos dinamicamente e não apenas de forma pré-estabelecida.
Até dá pena pensar que, na maioria dos casos, a maior parte dos jogadores não vai perder mais que umas fracções de segundo a olhar para estas colisões; mas neste caso, temos a excepção à regra, de quem perdeu algum tempo a olhá-las mais de perto.
domingo, 2 de janeiro de 2022
ILL
Começam a surgir os jogos criados com base nas impressionantes capacidades do Unreal Engine 5, e este ILL é um deles.
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