A Nintendo pode regressar às baterias substituíveis na Nintendo Switch 2, para cumprir as regras da UE.
De acordo com informações vindas do Japão, a Nintendo poderá estar a preparar uma versão revista da futura Nintendo Switch 2 com bateria substituível — pelo menos para o mercado europeu. Esta alteração visa cumprir as novas regras da União Europeia que obrigam os dispositivos com baterias a permitirem a substituição fácil por parte dos utilizadores.
A mudança deverá abranger tanto a consola como os comandos Joy-Con, permitindo remover as baterias de forma simples. Trata-se de uma adaptação directa à legislação europeia sobre o direito à reparação, que exige maior facilidade de manutenção nos dispositivos electrónicos.
Fica a incógnita de como a Nintendo irá lidar com os restantes mercados: se continuará a manter as baterias não substituíveis, ou se optará por manter um design único com baterias fáceis de trocar para todo o mundo - esperando-se que seja esta última a opção escolhida.
Actualmente, o processo de substituição de bateria não pode ser feito (facilmente) pelos utilizadores, embora exista um pequeno grupo que se dedique a essas coisas e até partilhe formas de como fazer upgade da bateria para uma de maior capacidade.
quarta-feira, 25 de março de 2026
segunda-feira, 23 de março de 2026
Google Play vai deixar experimentar jogos antes de os comprar
A Google está a melhorar a Play Store nos jogos, permitindo experimentar jogos pagos, e promovendo a funcionalidade "comprar uma vez, jogar em qualquer lado".
Agora que foi forçada a abrir as portas à concorrência, a Google parece estar preocupada em melhorar a sua própria loja. Para tal, anunciou várias novidades para o Google Play Games, incluindo a possibilidade de experimentar jogos pagos antes de os comprar.
Chamada Game Trials, esta opção oferece acesso gratuito à versão completa de alguns jogos durante um período limitado, permitindo aos utilizadores testar o título antes de decidir se merece os seus euros. Se o jogador optar por comprar o jogo após o teste, o progresso é automaticamente mantido, permitindo continuar exactamente a partir do ponto em que ficou no teste gratuito. A funcionalidade será inicialmente disponibilizada em alguns jogos pagos para dispositivos móveis, mas a Google planeia expandi-la também para o Google Play Games no PC.
Outra aposta é no conceito "buy once, play anywhere", que permite comprar um jogo e jogá-lo tanto na versão mobile como na versão PC. Esta funcionalidade já começou a chegar a alguns títulos, incluindo jogos da série Reigns, OTTTD e Dungeon Crawler.
Além disso, a Google está a lançar os Community Posts dentro do Google Play para dezenas de jogos populares, criando um espaço onde os jogadores podem partilhar dicas e estratégias directamente na loja. Outra ajuda é o o Sidekick, um overlay dentro do jogo que oferece dicas e informações úteis enquanto se joga.
Embora ainda esteja longe de se tornar numa ameaça ao Steam, não deixam de ser melhorias que serão bem recebidas pelos jogadores.
Agora que foi forçada a abrir as portas à concorrência, a Google parece estar preocupada em melhorar a sua própria loja. Para tal, anunciou várias novidades para o Google Play Games, incluindo a possibilidade de experimentar jogos pagos antes de os comprar.
Chamada Game Trials, esta opção oferece acesso gratuito à versão completa de alguns jogos durante um período limitado, permitindo aos utilizadores testar o título antes de decidir se merece os seus euros. Se o jogador optar por comprar o jogo após o teste, o progresso é automaticamente mantido, permitindo continuar exactamente a partir do ponto em que ficou no teste gratuito. A funcionalidade será inicialmente disponibilizada em alguns jogos pagos para dispositivos móveis, mas a Google planeia expandi-la também para o Google Play Games no PC.
Outra aposta é no conceito "buy once, play anywhere", que permite comprar um jogo e jogá-lo tanto na versão mobile como na versão PC. Esta funcionalidade já começou a chegar a alguns títulos, incluindo jogos da série Reigns, OTTTD e Dungeon Crawler.
Além disso, a Google está a lançar os Community Posts dentro do Google Play para dezenas de jogos populares, criando um espaço onde os jogadores podem partilhar dicas e estratégias directamente na loja. Outra ajuda é o o Sidekick, um overlay dentro do jogo que oferece dicas e informações úteis enquanto se joga.
Embora ainda esteja longe de se tornar numa ameaça ao Steam, não deixam de ser melhorias que serão bem recebidas pelos jogadores.
sábado, 21 de março de 2026
Revisitando o 3DMark2001 numa RTX 5090
O 3DMark2001 impressionou gerações, e é curioso revisitá-lo 25 anos mais tarde, com o hardware actual.
Em 2001, quando dominavam os PCs com os Pentium 4 e Athlon XP (a barreira do 1GHz só tinha sido ultrapassada dois anos antes), e a placa gráfica do momento era a Nvidia GeForce 3, fazia parte do ritual que qualquer novo PC tivesse obrigatoriamente que demonstrar as suas capacidades com o 3DMark2001.
Embora alguns dos leitores pudessem ainda nem ser nascidos nessa altura, este era um benchmark que tinha cenas icónicas com dragões, perseguição automóvel, natureza, e também uma cena que replicava a cena do tiroteio do lobby do Matrix. Na altura, eram testes que levavam o hardware actual ao limite - actualmente, podem ser revisitados por pura nostalgia, atingindo velocidades de 999 fps numa RTX 5090 (ainda bem que o Windows 11 vai suportar monitores com mais de 1000 Hz). E também gerando curiosidade sobre como se comportariam as versões posteriores.
Não deixa de ser curioso imaginar como poderão ser as coisas daqui a mais 25 anos. Talvez por essa altura os óculos de realidade aumentada já possam efectivamente apresentar-nos imagens com resolução indistinguível da realidade, e os motores 3D tradicionais tenham dado lugares a renderers AI que podem gerar todo o tipo de imagens que se deseje à velocidade que se deseje, fazendo com que a melhoria dos gráficos deixe de ser algo limitado por questões técnicas e passe apenas a ser limitado pela imaginação.
Fica o encontro marcado para daqui a 25 anos! :)
Em 2001, quando dominavam os PCs com os Pentium 4 e Athlon XP (a barreira do 1GHz só tinha sido ultrapassada dois anos antes), e a placa gráfica do momento era a Nvidia GeForce 3, fazia parte do ritual que qualquer novo PC tivesse obrigatoriamente que demonstrar as suas capacidades com o 3DMark2001.
Embora alguns dos leitores pudessem ainda nem ser nascidos nessa altura, este era um benchmark que tinha cenas icónicas com dragões, perseguição automóvel, natureza, e também uma cena que replicava a cena do tiroteio do lobby do Matrix. Na altura, eram testes que levavam o hardware actual ao limite - actualmente, podem ser revisitados por pura nostalgia, atingindo velocidades de 999 fps numa RTX 5090 (ainda bem que o Windows 11 vai suportar monitores com mais de 1000 Hz). E também gerando curiosidade sobre como se comportariam as versões posteriores.
Não deixa de ser curioso imaginar como poderão ser as coisas daqui a mais 25 anos. Talvez por essa altura os óculos de realidade aumentada já possam efectivamente apresentar-nos imagens com resolução indistinguível da realidade, e os motores 3D tradicionais tenham dado lugares a renderers AI que podem gerar todo o tipo de imagens que se deseje à velocidade que se deseje, fazendo com que a melhoria dos gráficos deixe de ser algo limitado por questões técnicas e passe apenas a ser limitado pela imaginação.
Fica o encontro marcado para daqui a 25 anos! :)
quinta-feira, 19 de março de 2026
Nvidia DLSS 5 traz realismo AI aos jogos
A Nvidia mostrou o que o futuro DLSS 5 consegue fazer, aplicando uma camada de realismo via AI aos jogos - mas que está a gerar polémica.
Na GTC 2026 a Nvidia apresentou uma série de novidades AI, mas uma das que está a dar mais que falar é a futura versão do DLSS para os jogos.
Depois do DLSS 4.5 ter impressionado com as suas capacidades de converter imagens de baixa resolução em imagens de alta qualidade, o DLSS 5 vai ainda mais longe.
O DLSS 5 não se limita apenas a fazer upscale das imagens de baixa resolução, mas transforma-as por completo aplicando uma camada de realismo a rostos e materiais. Ao contrário das melhorias que têm que ser vistas "à lupa", aqui as diferenças são substanciais:
Estranhamente - ou não - o DLSS 5 parece ter-se tornado imediatamente num ponto de discórdia entre fãs pró-AI e os críticos anti-AI. Se os primeiros vêem com bons olhos este novo patamar de realismo nos jogos, os segundos acusam este sistema de ser nova ameaça contra os artistas humanos, e que "arruinará os jogos" - parecendo esquecer-se que, ao estilo dos DLSS actuais, os utilizadores têm total liberdade para o desactivar se assim preferirem (para não falar que os criadores de jogos têm igual liberdade em ajustar o seu funcionamento, ou de não o utilizar por completo).
Do ponto de vista técnico, por agora estas demonstrações usavam duas placas gráficas Nvidia, uma para correr o jogo a outra para aplicar o DLSS 5 - mas a Nvidia diz que o sistema será optimizado para correr numa única placa gráfica RTX 50xx quando for lançado mais para o final do ano. Jogos como Resident Evil Requiem, Starfield, Hogwarts Legacy, Assassin's Creed Shadows, e o remake de The Elder Scrolls VI: Oblivion irão suportar esta tecnologia.
Na GTC 2026 a Nvidia apresentou uma série de novidades AI, mas uma das que está a dar mais que falar é a futura versão do DLSS para os jogos.
Depois do DLSS 4.5 ter impressionado com as suas capacidades de converter imagens de baixa resolução em imagens de alta qualidade, o DLSS 5 vai ainda mais longe.
O DLSS 5 não se limita apenas a fazer upscale das imagens de baixa resolução, mas transforma-as por completo aplicando uma camada de realismo a rostos e materiais. Ao contrário das melhorias que têm que ser vistas "à lupa", aqui as diferenças são substanciais:
Estranhamente - ou não - o DLSS 5 parece ter-se tornado imediatamente num ponto de discórdia entre fãs pró-AI e os críticos anti-AI. Se os primeiros vêem com bons olhos este novo patamar de realismo nos jogos, os segundos acusam este sistema de ser nova ameaça contra os artistas humanos, e que "arruinará os jogos" - parecendo esquecer-se que, ao estilo dos DLSS actuais, os utilizadores têm total liberdade para o desactivar se assim preferirem (para não falar que os criadores de jogos têm igual liberdade em ajustar o seu funcionamento, ou de não o utilizar por completo).
Do ponto de vista técnico, por agora estas demonstrações usavam duas placas gráficas Nvidia, uma para correr o jogo a outra para aplicar o DLSS 5 - mas a Nvidia diz que o sistema será optimizado para correr numa única placa gráfica RTX 50xx quando for lançado mais para o final do ano. Jogos como Resident Evil Requiem, Starfield, Hogwarts Legacy, Assassin's Creed Shadows, e o remake de The Elder Scrolls VI: Oblivion irão suportar esta tecnologia.
terça-feira, 17 de março de 2026
Sony lança PSSR 2 para a PS5 Pro
Os jogadors com PlayStation 5 Pro passam a ter a mais recente versão do PSSR para melhorar a qualidade visual em vários jogos.
Embora o DLSS da Nvidia esteja mais frequentemente a dar que falar, a Sony não tem estado parada e lançou finalmente a nova versão do PlayStation Spectral Super Resolution (PSSR) - a sua tecnologia de upscaling gráfico AI para a PS5 Pro. Esta nova versão, não oficialmente designada por "PSSR 2" promete oferecer imagens mais nítidas e uma qualidade visual mais estável nos jogos compatíveis.
Os primeiros testes indicam melhorias claras. Problemas habituais como o shimmering, flickering e outros artefactos visuais foram significativamente reduzidos, resultando em gráficos mais definidos e consistentes. O upscaler melhorado já está disponível em alguns títulos recentes (como Alan Wake 2, Control, Senua’s Saga: Hellblade II) e será alargado a jogos como Cyberpunk 2077, Final Fantasy VII Rebirth e Silent Hill 2.
Esta actualização faz parte da colaboração entre a Sony e a AMD no âmbito do Project Amethyst. A tecnologia funciona correndo os jogos numa resolução mais baixa para melhorar o framerate, depois utilizando AI para fazer upscale de cada frame em tempo real, melhorando a qualidade da imagem. A Sony refere que estas melhorias irão também influenciar futuras versões do FSR da AMD no PC.
A distribuição será feita de forma faseada, com mais jogos a receber suporte nas próximas semanas. Jogos como o Crimson Desert irão incluir esta tecnologia logo desde o lançamento.
Embora o DLSS da Nvidia esteja mais frequentemente a dar que falar, a Sony não tem estado parada e lançou finalmente a nova versão do PlayStation Spectral Super Resolution (PSSR) - a sua tecnologia de upscaling gráfico AI para a PS5 Pro. Esta nova versão, não oficialmente designada por "PSSR 2" promete oferecer imagens mais nítidas e uma qualidade visual mais estável nos jogos compatíveis.
Os primeiros testes indicam melhorias claras. Problemas habituais como o shimmering, flickering e outros artefactos visuais foram significativamente reduzidos, resultando em gráficos mais definidos e consistentes. O upscaler melhorado já está disponível em alguns títulos recentes (como Alan Wake 2, Control, Senua’s Saga: Hellblade II) e será alargado a jogos como Cyberpunk 2077, Final Fantasy VII Rebirth e Silent Hill 2.
Esta actualização faz parte da colaboração entre a Sony e a AMD no âmbito do Project Amethyst. A tecnologia funciona correndo os jogos numa resolução mais baixa para melhorar o framerate, depois utilizando AI para fazer upscale de cada frame em tempo real, melhorando a qualidade da imagem. A Sony refere que estas melhorias irão também influenciar futuras versões do FSR da AMD no PC.
A distribuição será feita de forma faseada, com mais jogos a receber suporte nas próximas semanas. Jogos como o Crimson Desert irão incluir esta tecnologia logo desde o lançamento.
Subscrever:
Comentários (Atom)















