Um YouTuber decidiu montar um PC obsoleto, com CPU Core i7-4790K e uma RTX 2060 Super, e que ainda assim consegue correr jogos modernos a 1080p.
Com os preços da DDR5 a subir para valores absurdos, alguns jogadores consideram manter-se em plataformas muito mais antigas para escapar à crise da memória. E um vídeo mostra como mesmo um PC antigo, com mais de uma década, continua perfeitamente capaz de correr jogos modernos em 2026, incluindo títulos exigentes como o Cyberpunk 2077.
O sistema usa um Core i7-4790K com overclock para 4.6GHz, acompanhado por 32GB de DDR3, uma motherboard Z97 da Asus e uma placa gráfica Nvidia RTX 2060 Super. A memória DDR3 (usada) custou menos de 40 euros, um contraste brutal com os preços actuais da DDR5 e uma das principais razões para este tipo de abordagem.
Nos testes realizados com oito jogos modernos, como Baldur's Gate 3, Battlefield 6 e Red Dead Redemption 2, o sistema manteve resultados consistentes de 60 fps ou mais a 1080p e definições médias. No caso de Cyberpunk 2077, a média ficou também perto dos 60 fps, demonstrando que hardware antigo ainda pode oferecer uma experiência jogável quando combinado com uma placa gráfica decente. Não adianta é escolher uma placa gráfica mais recente, pois a limitação acaba por ser o CPU, que não conseguirá tirar o máximo partido dela.
O mais impressionante é o custo total. Recorrendo a peças usadas, foi possível montar este PC completo deste género por algumas centenas de euros - menos do que é actualmente pedido por 32GB de DDR5. Por um lado, isto não deixa de ser um exemplo teórico, pois a maioria das pessoas terá computadores mais recentes, não fazendo sentido pensar num "upgrade" para hardware mais antigo. Ainda assim, mostra como poderá ser vantajoso tirar o máximo partido daquilo que já se tem, ou de fazer algumas melhorias com material usado, para adiar a comprar um PC novo enquanto os preços do hardware não regressarem aos valores pré-AI.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
Xbox Cloud Gaming prepara plano gratuito com publicidade
Em breve será possível jogar jogos Xbox Cloud Gaming de forma gratuita, graças a um novo plano com publicidade.
A Microsoft está a preparar o lançamento de um plano gratuito com publicidade para o Xbox Cloud Gaming, e já começaram a surgir sinais disso. Alguns utilizadores levaram com uma mensagem a referir "1 hora de tempo de jogo com anúncios por sessão", indicando que a empresa está a preparar esta nova opção.
Segundo os rumores, este plano gratuito deverá ser lançado ainda este ano, indo ao encontro das intenções da Microsoft de tornar o cloud gaming mais acessível. O Xbox Cloud Gaming tem sido expandido a cada vez mais dispositivos, sob o mote de que "tudo é uma Xbox".
A ideia não é propriamente nova. O GeForce Now, da Nvidia, já disponibiliza um plano com publicidade que permite jogar durante uma hora por sessão, pelo que a MS estaria apenas a seguir o exemplo.
Para os jogadores, esta novidade pode ser muito apelativa. Um plano gratuito permitirá experimentar jogos modernos sem necessidade de investir num PC (algo cada vez mais difícil com os preços elevados da memória, GPUs, e SSDs), ou sequer comprar uma consola. Além do mais, pode fazer com que alguns desses utilizadores gratuitos acabem por subscrever um dos planos pagos - sendo certo e sabido que as empresas preferem imensamente uma subscrição do que uma compra única de uma consola ou um jogo ocasional.
A Microsoft está a preparar o lançamento de um plano gratuito com publicidade para o Xbox Cloud Gaming, e já começaram a surgir sinais disso. Alguns utilizadores levaram com uma mensagem a referir "1 hora de tempo de jogo com anúncios por sessão", indicando que a empresa está a preparar esta nova opção.
Segundo os rumores, este plano gratuito deverá ser lançado ainda este ano, indo ao encontro das intenções da Microsoft de tornar o cloud gaming mais acessível. O Xbox Cloud Gaming tem sido expandido a cada vez mais dispositivos, sob o mote de que "tudo é uma Xbox".
A ideia não é propriamente nova. O GeForce Now, da Nvidia, já disponibiliza um plano com publicidade que permite jogar durante uma hora por sessão, pelo que a MS estaria apenas a seguir o exemplo.
Para os jogadores, esta novidade pode ser muito apelativa. Um plano gratuito permitirá experimentar jogos modernos sem necessidade de investir num PC (algo cada vez mais difícil com os preços elevados da memória, GPUs, e SSDs), ou sequer comprar uma consola. Além do mais, pode fazer com que alguns desses utilizadores gratuitos acabem por subscrever um dos planos pagos - sendo certo e sabido que as empresas preferem imensamente uma subscrição do que uma compra única de uma consola ou um jogo ocasional.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
Petição Stop Killing Games com 1.3M de assinaturas válidas
O caso dos jogos que se tornam inacessíveis vai ser discutido pela UE, com quase 1.3 milhões de assinaturas válidas conseguidas pela iniciativa Stop Killing Games.
A iniciativa Stop Killing Games ultrapassou amplamente o patamar necessário para ser analisada pelas instituições europeias. A União Europeia validou 1.294.188 assinaturas das 1.448.270 submetidas, superando o mínimo de um milhão exigido para uma Iniciativa de Cidadania Europeia avançar no processo legislativo.
A actualização foi partilhada por um voluntário, que explicou que a equipa optou por um anúncio discreto nesta fase para evitar desgaste, fugas de informação e pressão de grupos de lobby, antes da próxima reunião formal com a Comissão Europeia. Foi também pedido paciência à comunidade, lembrando que o projecto é gerido por voluntários e não por uma "entidade institucional" sem rosto. Quase 90% das assinaturas foram consideradas válidas, um resultado acima da média nestas iniciativas, que muitas vezes têm mais de 20% de assinaturas inválidas - o que também revela o nível de interesse neste tópico.
O movimento Stop Killing Games surgiu em resposta à prática cada vez mais frequente das editoras que desligam servidores e encerram jogos dependentes de serviços online, tornando-os inutilizáveis mesmo após compra. A iniciativa não exige suporte eterno, mas sim planos de fim de vida, como permitir servidores comunitários. Agora, com o apoio validado, o tema será oficialmente analisado pelas instituições europeias. Apesar de poder vir a ser descrito pelos grandes estúdios como mais uma "burocracia" da UE, não deixa de ser um passo significativo para os direitos dos jogadores na UE - que potencialmente beneficiará os jogadores de todo o mundo.
A iniciativa Stop Killing Games ultrapassou amplamente o patamar necessário para ser analisada pelas instituições europeias. A União Europeia validou 1.294.188 assinaturas das 1.448.270 submetidas, superando o mínimo de um milhão exigido para uma Iniciativa de Cidadania Europeia avançar no processo legislativo.
A actualização foi partilhada por um voluntário, que explicou que a equipa optou por um anúncio discreto nesta fase para evitar desgaste, fugas de informação e pressão de grupos de lobby, antes da próxima reunião formal com a Comissão Europeia. Foi também pedido paciência à comunidade, lembrando que o projecto é gerido por voluntários e não por uma "entidade institucional" sem rosto. Quase 90% das assinaturas foram consideradas válidas, um resultado acima da média nestas iniciativas, que muitas vezes têm mais de 20% de assinaturas inválidas - o que também revela o nível de interesse neste tópico.
O movimento Stop Killing Games surgiu em resposta à prática cada vez mais frequente das editoras que desligam servidores e encerram jogos dependentes de serviços online, tornando-os inutilizáveis mesmo após compra. A iniciativa não exige suporte eterno, mas sim planos de fim de vida, como permitir servidores comunitários. Agora, com o apoio validado, o tema será oficialmente analisado pelas instituições europeias. Apesar de poder vir a ser descrito pelos grandes estúdios como mais uma "burocracia" da UE, não deixa de ser um passo significativo para os direitos dos jogadores na UE - que potencialmente beneficiará os jogadores de todo o mundo.
sábado, 24 de janeiro de 2026
Forza Horizon 6 chega a 19 de Maio
A próxima edição do mais popular jogo de automóveis em mundo aberto - o Forza Horizon 6 - chega a 19 de Maio e permitirá explorar as estradas do Japão.
O Forza Horizon 6 chega em Maio, levando o festival Horizon até ao Japão com o que promete ser o jogo maior, mais bonito, e mais personalizável, da série. A revelação de jogabilidade aconteceu durante o Xbox Developer Direct, onde a Playground Games confirmou o lançamento para 19 de Maio.
O estúdio diz que apostou forte na autenticidade, replicando cenários e localizações do Japão, combinadas com novas tecnologias como desgaste dinâmico dos pneus e melhorias no som ambiente. Há até atenção ao detalhe de como as pétalas das cerejeiras reagem à passagem dos carros, reforçando a ideia de um mundo aberto mais vivo e realista.
Em termos de escala, o Forza Horizon 6 supera as edições anteriores. Terá o maior mapa de todos os jogos da série, com uma versão de Tóquio mais de cinco vezes maior do que as maiores áreas urbanas dos jogos anteriores. No lançamento, o jogo contará com mais de 550 carros, a maior selecção de sempre - com mais carros a serem disponibilizados posteriormente.
Há também um foco renovado na personalização, com encontros de carros em mundo aberto, construção de pistas em modo multijogador colaborativo, e uma área "Estate" em que os jogadores poderão ir expandindo e construindo ao seu gosto. No entanto, resta uma grande dúvida: apesar de os pequenos kei trucks aparecerem em vários momentos, a Playground Games não confirmou se serão jogáveis. Mas, tendo em conta que isso será um dos grandes desejos dos jogadores, parece-me pouco provável que isso não seja possível.
O Forza Horizon 6 também ficará disponível para a PlayStation, mas só mais para o final do ano.
O Forza Horizon 6 chega em Maio, levando o festival Horizon até ao Japão com o que promete ser o jogo maior, mais bonito, e mais personalizável, da série. A revelação de jogabilidade aconteceu durante o Xbox Developer Direct, onde a Playground Games confirmou o lançamento para 19 de Maio.
O estúdio diz que apostou forte na autenticidade, replicando cenários e localizações do Japão, combinadas com novas tecnologias como desgaste dinâmico dos pneus e melhorias no som ambiente. Há até atenção ao detalhe de como as pétalas das cerejeiras reagem à passagem dos carros, reforçando a ideia de um mundo aberto mais vivo e realista.
Em termos de escala, o Forza Horizon 6 supera as edições anteriores. Terá o maior mapa de todos os jogos da série, com uma versão de Tóquio mais de cinco vezes maior do que as maiores áreas urbanas dos jogos anteriores. No lançamento, o jogo contará com mais de 550 carros, a maior selecção de sempre - com mais carros a serem disponibilizados posteriormente.
Há também um foco renovado na personalização, com encontros de carros em mundo aberto, construção de pistas em modo multijogador colaborativo, e uma área "Estate" em que os jogadores poderão ir expandindo e construindo ao seu gosto. No entanto, resta uma grande dúvida: apesar de os pequenos kei trucks aparecerem em vários momentos, a Playground Games não confirmou se serão jogáveis. Mas, tendo em conta que isso será um dos grandes desejos dos jogadores, parece-me pouco provável que isso não seja possível.
O Forza Horizon 6 também ficará disponível para a PlayStation, mas só mais para o final do ano.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
Razer Ava e Lepro Ami apostam nos companheiros AI holográficos
Tanto a Razer como a Lepro querem manter um companheiro AI holográfico mais perto dos utilizadores.
O CES 2026 trouxe à ribalta uma tendência curiosa: companheiros AI que saltam do ecrã para cima da secretária, sempre ligados e com capacidade para verem o que o utilizador está a fazer. A Razer e a Lepro apresentaram dispositivos com ecrãs "holográficos", câmaras e sensores que prometem uma nova forma de companhia digital.
A proposta da Lepro chama-se Ami e aposta numa abordagem mais discreta. É um dispositivo autónomo com um ecrã OLED curvo de 8", com eye tracking para criar um efeito 3D. Inclui ainda uma câmara traseira para efeitos de realidade aumentada, sensores ambientais e um sensor táctil capaz de medir o ritmo cardíaco. Conta com interruptores físicos para bloquear a câmara e microfone, para assegurar a privacidade.
O Project AVA da Razer é idêntico, mas com ainda mais possibilidades, inclui um holograma 3D animado, câmara HD, eye tracking, microfones de longo alcance e um modo que consegue analisar o que está no ecrã do PC. A Razer confirmou que o protótipo actual usa o modelo Grok da xAI, já bastante conhecido pelos seus "companheiros virtuais".
Em termos de lançamento, a Lepro aponta o início das entregas do Ami para Julho de 2026. A Razer prevê lançar o Project AVA na segunda metade de 2026, com reservas já abertas nos EUA, mas sem preço final anunciado.
Não parece ser difícil imaginar que estes gadgets atraiam muitas pessoas do segmento gamer. A grande questão será saber se se poderão expandir de forma mais global, como forma de companhia virtual para uma população que inevitavelmente vai envelhecendo e, em muitos casos, sentido-se cada vez mais só.
O CES 2026 trouxe à ribalta uma tendência curiosa: companheiros AI que saltam do ecrã para cima da secretária, sempre ligados e com capacidade para verem o que o utilizador está a fazer. A Razer e a Lepro apresentaram dispositivos com ecrãs "holográficos", câmaras e sensores que prometem uma nova forma de companhia digital.
A proposta da Lepro chama-se Ami e aposta numa abordagem mais discreta. É um dispositivo autónomo com um ecrã OLED curvo de 8", com eye tracking para criar um efeito 3D. Inclui ainda uma câmara traseira para efeitos de realidade aumentada, sensores ambientais e um sensor táctil capaz de medir o ritmo cardíaco. Conta com interruptores físicos para bloquear a câmara e microfone, para assegurar a privacidade.
O Project AVA da Razer é idêntico, mas com ainda mais possibilidades, inclui um holograma 3D animado, câmara HD, eye tracking, microfones de longo alcance e um modo que consegue analisar o que está no ecrã do PC. A Razer confirmou que o protótipo actual usa o modelo Grok da xAI, já bastante conhecido pelos seus "companheiros virtuais".
Em termos de lançamento, a Lepro aponta o início das entregas do Ami para Julho de 2026. A Razer prevê lançar o Project AVA na segunda metade de 2026, com reservas já abertas nos EUA, mas sem preço final anunciado.
Não parece ser difícil imaginar que estes gadgets atraiam muitas pessoas do segmento gamer. A grande questão será saber se se poderão expandir de forma mais global, como forma de companhia virtual para uma população que inevitavelmente vai envelhecendo e, em muitos casos, sentido-se cada vez mais só.
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