terça-feira, 17 de março de 2026
Sony lança PSSR 2 para a PS5 Pro
Os jogadors com PlayStation 5 Pro passam a ter a mais recente versão do PSSR para melhorar a qualidade visual em vários jogos.
Embora o DLSS da Nvidia esteja mais frequentemente a dar que falar, a Sony não tem estado parada e lançou finalmente a nova versão do PlayStation Spectral Super Resolution (PSSR) - a sua tecnologia de upscaling gráfico AI para a PS5 Pro. Esta nova versão, não oficialmente designada por "PSSR 2" promete oferecer imagens mais nítidas e uma qualidade visual mais estável nos jogos compatíveis.
Os primeiros testes indicam melhorias claras. Problemas habituais como o shimmering, flickering e outros artefactos visuais foram significativamente reduzidos, resultando em gráficos mais definidos e consistentes. O upscaler melhorado já está disponível em alguns títulos recentes (como Alan Wake 2, Control, Senua’s Saga: Hellblade II) e será alargado a jogos como Cyberpunk 2077, Final Fantasy VII Rebirth e Silent Hill 2.
Esta actualização faz parte da colaboração entre a Sony e a AMD no âmbito do Project Amethyst. A tecnologia funciona correndo os jogos numa resolução mais baixa para melhorar o framerate, depois utilizando AI para fazer upscale de cada frame em tempo real, melhorando a qualidade da imagem. A Sony refere que estas melhorias irão também influenciar futuras versões do FSR da AMD no PC.
A distribuição será feita de forma faseada, com mais jogos a receber suporte nas próximas semanas. Jogos como o Crimson Desert irão incluir esta tecnologia logo desde o lançamento.
Embora o DLSS da Nvidia esteja mais frequentemente a dar que falar, a Sony não tem estado parada e lançou finalmente a nova versão do PlayStation Spectral Super Resolution (PSSR) - a sua tecnologia de upscaling gráfico AI para a PS5 Pro. Esta nova versão, não oficialmente designada por "PSSR 2" promete oferecer imagens mais nítidas e uma qualidade visual mais estável nos jogos compatíveis.
Os primeiros testes indicam melhorias claras. Problemas habituais como o shimmering, flickering e outros artefactos visuais foram significativamente reduzidos, resultando em gráficos mais definidos e consistentes. O upscaler melhorado já está disponível em alguns títulos recentes (como Alan Wake 2, Control, Senua’s Saga: Hellblade II) e será alargado a jogos como Cyberpunk 2077, Final Fantasy VII Rebirth e Silent Hill 2.
Esta actualização faz parte da colaboração entre a Sony e a AMD no âmbito do Project Amethyst. A tecnologia funciona correndo os jogos numa resolução mais baixa para melhorar o framerate, depois utilizando AI para fazer upscale de cada frame em tempo real, melhorando a qualidade da imagem. A Sony refere que estas melhorias irão também influenciar futuras versões do FSR da AMD no PC.
A distribuição será feita de forma faseada, com mais jogos a receber suporte nas próximas semanas. Jogos como o Crimson Desert irão incluir esta tecnologia logo desde o lançamento.
domingo, 15 de março de 2026
Windows 11 vai suportar monitores até 5000 Hz
O Windows 11 vai adicionar o suporte para monitores de até 5000 Hz, para grande satisfação dos fãs dos monitores com refresh rate elevado.
Se alguns poderiam pensar que a chegada dos monitores de 540 Hz marcaria o fim da corrida pelo refresh rate elevado, fica demonstrado que estavam enganados. Este ano (2026) marca a chegada ao mercado de monitores de 1040 Hz, e até a MS já está a preparar o Windows para suportar monitores com 5000 Hz.
Isto é algo que, sem grande surpresa, teve uma mãozinha das pessoas por trás do Blur Busters que no final do ano passado nos trouxeram a actualização do teste TestUFO 3.0 para suportar monitores com mais de 1000 Hz, e que relembram que ainda estamos longe de atingir a percepção visual humana.
A verdade é que este é um tópico complicado, uma vez que os nossos olhos não têm um "refresh rate" fixo, havendo situações em que conseguimos ver coisas a quase "40.000 Hz". Depois temos também as tecnologias de ecrã utilizadas: um LCD a 500 Hz pode não apresentar imagens tão claras e nítidas como um OLED a 240 Hz.
Ainda assim, as vantagens acabam por ser notadas até por pessoas que acham que "não vêem" as melhorias ao usar monitores de alta-frequência. Algo que, normalmente, podem apenas notar quando "andam para trás" e regressam a um monitor de 60 Hz - e aí achando que o monitor está avariado ou tem qualquer problema.
Embora ainda não haja perspectiva para a chegada de monitores de 5000 Hz ao mercado, há fabricantes que já estão a trabalhar em monitores de 2000 Hz que poderão chegar nos próximos anos, seguindo-se aos modelos de 1000 Hz deste ano.
Se alguns poderiam pensar que a chegada dos monitores de 540 Hz marcaria o fim da corrida pelo refresh rate elevado, fica demonstrado que estavam enganados. Este ano (2026) marca a chegada ao mercado de monitores de 1040 Hz, e até a MS já está a preparar o Windows para suportar monitores com 5000 Hz.
Isto é algo que, sem grande surpresa, teve uma mãozinha das pessoas por trás do Blur Busters que no final do ano passado nos trouxeram a actualização do teste TestUFO 3.0 para suportar monitores com mais de 1000 Hz, e que relembram que ainda estamos longe de atingir a percepção visual humana.
A verdade é que este é um tópico complicado, uma vez que os nossos olhos não têm um "refresh rate" fixo, havendo situações em que conseguimos ver coisas a quase "40.000 Hz". Depois temos também as tecnologias de ecrã utilizadas: um LCD a 500 Hz pode não apresentar imagens tão claras e nítidas como um OLED a 240 Hz.
Ainda assim, as vantagens acabam por ser notadas até por pessoas que acham que "não vêem" as melhorias ao usar monitores de alta-frequência. Algo que, normalmente, podem apenas notar quando "andam para trás" e regressam a um monitor de 60 Hz - e aí achando que o monitor está avariado ou tem qualquer problema.
Embora ainda não haja perspectiva para a chegada de monitores de 5000 Hz ao mercado, há fabricantes que já estão a trabalhar em monitores de 2000 Hz que poderão chegar nos próximos anos, seguindo-se aos modelos de 1000 Hz deste ano.
sexta-feira, 13 de março de 2026
Nvidia Dynamic MFG chega no final de Março
O mais recente sistema de geração de frames dinâmicas da Nvidia - Dynamic MFG - chega aos utilizadores com RTX 50xx no final deste mês.
Depois de alguns adiamentos e atrasos, a Nvidia confirmou finalmente a chegada do Dynamic Multi Frame Generation (Dynamic MFG) no dia 31 de Março.
A nova versão do MFG será mais avançado que a implementação actual. Enquanto o sistema existente utiliza um multiplicador fixo de frames, o Dynamic MFG consegue ajustar dinamicamente a geração de frames para manter uma taxa de FPS estável. Além disso, esta actualização estreia novos modos 5x e 6x, permitindo multiplicar ainda mais a taxa de frames - algo particularmente útil para quem utiliza monitores de alta taxa de actualização.
Esta tecnologia funciona em conjunto com o DLSS 4.5, que já trouxe melhorias na qualidade de imagem mesmo com resoluções internas mais baixas. Combinadas, estas ferramentas permitem gerar mais frames e manter uma experiência de jogo mais fluida, especialmente em jogos mais exigentes, como os que usam path tracing.
A Nvidia também revelou novas integrações tecnológicas para jogos futuros. Títulos como Control Resonant e 007: First Light vão usar efeitos avançados de iluminação com path tracing, enquanto The Witcher IV utilizará a tecnologia RTX Mega Geometry para renderizar ambientes complexos, como florestas densas, com ray tracing em tempo real.
Mesmo sem novos GPUs esperados para 2026 devido ao constrangimento dos chips RAM, o ponto positivo é que isso poderá obrigar os fabricantes e estúdios a dedicarem-se um pouco mais à optimização do hardware existente.
Depois de alguns adiamentos e atrasos, a Nvidia confirmou finalmente a chegada do Dynamic Multi Frame Generation (Dynamic MFG) no dia 31 de Março.
A nova versão do MFG será mais avançado que a implementação actual. Enquanto o sistema existente utiliza um multiplicador fixo de frames, o Dynamic MFG consegue ajustar dinamicamente a geração de frames para manter uma taxa de FPS estável. Além disso, esta actualização estreia novos modos 5x e 6x, permitindo multiplicar ainda mais a taxa de frames - algo particularmente útil para quem utiliza monitores de alta taxa de actualização.
Esta tecnologia funciona em conjunto com o DLSS 4.5, que já trouxe melhorias na qualidade de imagem mesmo com resoluções internas mais baixas. Combinadas, estas ferramentas permitem gerar mais frames e manter uma experiência de jogo mais fluida, especialmente em jogos mais exigentes, como os que usam path tracing.
Large-scale natural environments are a challenge for real-time ray tracing.
— NVIDIA GeForce (@NVIDIAGeForce) March 10, 2026
RTX Mega Geometry handles massive scenes and updates them up to 100x faster than previous methods, enabling full‑fidelity path tracing with advanced detail. pic.twitter.com/zTtzoZKaId
A Nvidia também revelou novas integrações tecnológicas para jogos futuros. Títulos como Control Resonant e 007: First Light vão usar efeitos avançados de iluminação com path tracing, enquanto The Witcher IV utilizará a tecnologia RTX Mega Geometry para renderizar ambientes complexos, como florestas densas, com ray tracing em tempo real.
Mesmo sem novos GPUs esperados para 2026 devido ao constrangimento dos chips RAM, o ponto positivo é que isso poderá obrigar os fabricantes e estúdios a dedicarem-se um pouco mais à optimização do hardware existente.
quarta-feira, 11 de março de 2026
Project Helix prepara próxima geração Xbox da Microsoft
A Microsoft começou a revelar alguns detalhes sobre o que prepara para a próxima geração de Xbox, com nome de código Project Helix.
Com a total remodelação da chefia da divisão Xbox, há grande curiosidade sobre qual irá ser o rumo para o futuro. Mas, as coisas parecem manter-se tal como estavam, com este Project Helix a aproximar a futura consola ainda mais do universo dos PCs.
Uma das novidades mais interessantes é que o Project Helix deverá conseguir executar jogos Xbox e jogos de PC, sugerindo que a próxima consola poderá funcionar como uma espécie de híbrido entre consola e PC gaming. Isto pode abrir a porta ao acesso a lojas digitais de PC directamente na consola, como Steam, Epic Games Store ou GOG. Ainda assim, também existe a possibilidade da Microsoft incentivar os estúdios a utilizarem a loja Microsoft / Xbox.
A nova consola deverá chegar ao mercado no próximo ano, numa altura em que ainda deverá sofrer com a escassez / preço elevado das memórias RAM (alguns rumores apontam para que tenha 48GB de RAM). Mas, também a Sony já veio dizer que, contrariamente aos rumores, vai manter o seu plano de lançamento da próxima PS6, argumentando que apesar do custo extra da memória, ficaria mais caro à empresa adiar a nova consola.
Com a total remodelação da chefia da divisão Xbox, há grande curiosidade sobre qual irá ser o rumo para o futuro. Mas, as coisas parecem manter-se tal como estavam, com este Project Helix a aproximar a futura consola ainda mais do universo dos PCs.
Uma das novidades mais interessantes é que o Project Helix deverá conseguir executar jogos Xbox e jogos de PC, sugerindo que a próxima consola poderá funcionar como uma espécie de híbrido entre consola e PC gaming. Isto pode abrir a porta ao acesso a lojas digitais de PC directamente na consola, como Steam, Epic Games Store ou GOG. Ainda assim, também existe a possibilidade da Microsoft incentivar os estúdios a utilizarem a loja Microsoft / Xbox.
A Microsoft diz que o Project Helix irá "liderar em desempenho", indicando um salto significativo em termos de hardware. Rumores apontam para a utilização de um CPU AMD Zen 6 e GPU AMD RDNA 5, além de NPU dedicado para tarefas de inteligência artificial. Este tipo de componente poderá permitir novas funcionalidades baseadas em AI, tanto para jogos como para o sistema, e permitir jogos 4K com ray-tracing a mais de 60 fps (claro, com ajuda das tecnologias de "aceleração" dos frames). O lado negro de tudo isto, é que se espera que a futura Xbox vá ter um preço de 1000 a 1500 dólares.Great start to the morning with Team Xbox, where we talked about our commitment to the return of Xbox including Project Helix, the code name for our next generation console.
— Asha (@asha_shar) March 5, 2026
Project Helix will lead in performance and play your Xbox and PC games. Looking forward to chatting about… pic.twitter.com/Xx5rpVnAZI
A nova consola deverá chegar ao mercado no próximo ano, numa altura em que ainda deverá sofrer com a escassez / preço elevado das memórias RAM (alguns rumores apontam para que tenha 48GB de RAM). Mas, também a Sony já veio dizer que, contrariamente aos rumores, vai manter o seu plano de lançamento da próxima PS6, argumentando que apesar do custo extra da memória, ficaria mais caro à empresa adiar a nova consola.
segunda-feira, 9 de março de 2026
Nvidia pode lançar RTX 5090 Ti/Titan no final do ano?
A Nvidia pode estar a preparar uma nova placa para este ano, mas posicionada no segmento topo de gama, acima da actual RTX 5090.
No seguimento das notícias que indicam que a Nvidia não deverá lançar qualquer nova placa para o segmento doméstico este ano - para se focar exclusivamente nos chips AI - surge agora um novo rumor que diz que afinal podemos ter uma placa... mas que não será para todos; pelo contrário, será para muito poucos!
De França chega a indicação de que a Nvidia poderá estar a preparar uma placa gráfica RTX 50-series ainda mais potente do que a actual GeForce RTX 5090. Segundo esta informação, este GPU de topo deverá chegar no terceiro trimestre de 2026, a tempo do período de regresso às aulas. As fontes indicam que o projeto já ultrapassou a fase inicial, com trabalho ao nível das placas em curso. O produto não estará relacionado com qualquer actualização da linha "Super", que terá sido adiada para mais tarde.
Ainda não é claro que forma este modelo irá assumir. Pode tratar-se de uma placa ao estilo TITAN ou de algo semelhante a uma RTX 5090 Ti, mas não existem detalhes sobre especificações, consumo energético, memória ou configuração do chip. Mesmo assim, convém manter alguma cautela. No passado a Nvidia já teve em desenvolvimento GPUs melhorados que acabaram por não ser lançadas, como aconteceu com protótipos da RTX 4090 Ti ou modelos de classe TITAN.
O que é garantido é que, com as actuais RTX 5090 a terem preços acima dos 4 mil euros, qualquer versão posicionada acima deste modelo irá ter um preço ainda mais elevada e fora do alcance da maioria dos gamers.
Até lá, quem tiver uma RTX 5090 pode arriscar alguns aumentos de potência com as BIOS de 800W e 1000W - se estiver consciente dos riscos de o fazer em placas que, mesmo de origem, já têm historial de poder derreter as fichas!
No seguimento das notícias que indicam que a Nvidia não deverá lançar qualquer nova placa para o segmento doméstico este ano - para se focar exclusivamente nos chips AI - surge agora um novo rumor que diz que afinal podemos ter uma placa... mas que não será para todos; pelo contrário, será para muito poucos!
De França chega a indicação de que a Nvidia poderá estar a preparar uma placa gráfica RTX 50-series ainda mais potente do que a actual GeForce RTX 5090. Segundo esta informação, este GPU de topo deverá chegar no terceiro trimestre de 2026, a tempo do período de regresso às aulas. As fontes indicam que o projeto já ultrapassou a fase inicial, com trabalho ao nível das placas em curso. O produto não estará relacionado com qualquer actualização da linha "Super", que terá sido adiada para mais tarde.
Ainda não é claro que forma este modelo irá assumir. Pode tratar-se de uma placa ao estilo TITAN ou de algo semelhante a uma RTX 5090 Ti, mas não existem detalhes sobre especificações, consumo energético, memória ou configuração do chip. Mesmo assim, convém manter alguma cautela. No passado a Nvidia já teve em desenvolvimento GPUs melhorados que acabaram por não ser lançadas, como aconteceu com protótipos da RTX 4090 Ti ou modelos de classe TITAN.
O que é garantido é que, com as actuais RTX 5090 a terem preços acima dos 4 mil euros, qualquer versão posicionada acima deste modelo irá ter um preço ainda mais elevada e fora do alcance da maioria dos gamers.
Até lá, quem tiver uma RTX 5090 pode arriscar alguns aumentos de potência com as BIOS de 800W e 1000W - se estiver consciente dos riscos de o fazer em placas que, mesmo de origem, já têm historial de poder derreter as fichas!
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