A evolução dos GPUs Nvidia tem sido notório, e mesmo no segmento médio as diferenças fazem-se notar: da Nvidia RTX 2070 à RTX 5070.
Ao longo da última década a evolução das placas gráficas tem sido substancial. A Nvidia lançou a geração RTX 20xx em 2018 e vamos agora na série RTX 50xx. O canal Digital Foundry fez uma retrospectiva em que analisa a evolução que tem havido, mais concretamente na série RTX 2070, RTX 3070, RTX 4070 e RTX 5070.
Depois dos anos de acusações dos "frames falsos" e "batotas" usadas para melhorar o framerate e qualidade de imagem, actualmente isso acaba por se tornar num ponto secundário ao qual não se pode escapar - e o mais recente DLSS 4.5 tem convertido críticos ao funcionar surpreendentemente bem e quase sem falhas.
Agora é só aguardar pela chegada das futuras RTX 60xx, ainda sem data anunciada - e esperar que, até lá, o preço da memória RAM volte aos valores da era pré-AI!
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Nvidia adia RTX 50xx SUPER e RTX 60xx
Pela primeira vez, a Nvidia deverá passar o ano de 2026 sem lançar nenhum novo GPU para o mercado doméstico.
Surgem relatos que a Nvidia terá decidido adiar o lançamento da gama GeForce RTX 50 SUPER que era esperada para este ano, optando por se focar exclusivamente no lucrativo segmento dos GPUs para processamento AI. Estas placas estavam inicialmente previstas para terem sido anunciadas no CES 2026 em Janeiro, e chegarem ao mercado na primeira metade deste ano - planos que terão sido agora adiados indefinidamente.
O principal problema será devido aos constrangimentos para conseguir chips de memória. A série RTX 50 SUPER foi desenhada para usar módulos GDDR7 de 3 GB, permitindo mais VRAM - até 18 GB na RTX 5070 SUPER (versus 12 GB da versão normal) e 24 GB na RTX 5070 Ti SUPER e RTX 5080 SUPER (em vez dos 16 GB dos modelos actuais). No entanto, essa mesma memória de alta densidade é crucial para os GPUs AI da Nvidia, que oferecem margens de lucro muito superiores e catapultaram a Nvidia para o lugar de empresa mais valiosa do mundo, com um valor de $4.56T em bolsa (a Apple surge em segundo com $3.95T). Ora, como tal, a empresa terá decidido escolher a opção mais lucrativa, deixando o segmento gaming limitado aos modelos RTX 50 "normais".
Esta decisão não só significa que as RTX 50 actuais deverão continuar a manter os preços exorbitantes que têm (RTX 5070 nos €700, RTX 5070 Ti nos €1000, RTX 5080 nos €1400, e RTX 5090 nos €4000!), como também poderá afectar o lançamento da próxima geração de GPUs RTX 60 (nome de código "Rubin"). Essa nova geração era aguardada para o final de 2027, mas os mesmos constrangimentos de memória podem fazer que esta geração só chegue em 2028.
A única parte positiva de tudo isto? Os jogadores ficam com mais tempo para poupar - ou esperar que, até lá, a situação da memória se regularize e as placas voltem a baixar para valores mais comportáveis.
Surgem relatos que a Nvidia terá decidido adiar o lançamento da gama GeForce RTX 50 SUPER que era esperada para este ano, optando por se focar exclusivamente no lucrativo segmento dos GPUs para processamento AI. Estas placas estavam inicialmente previstas para terem sido anunciadas no CES 2026 em Janeiro, e chegarem ao mercado na primeira metade deste ano - planos que terão sido agora adiados indefinidamente.
O principal problema será devido aos constrangimentos para conseguir chips de memória. A série RTX 50 SUPER foi desenhada para usar módulos GDDR7 de 3 GB, permitindo mais VRAM - até 18 GB na RTX 5070 SUPER (versus 12 GB da versão normal) e 24 GB na RTX 5070 Ti SUPER e RTX 5080 SUPER (em vez dos 16 GB dos modelos actuais). No entanto, essa mesma memória de alta densidade é crucial para os GPUs AI da Nvidia, que oferecem margens de lucro muito superiores e catapultaram a Nvidia para o lugar de empresa mais valiosa do mundo, com um valor de $4.56T em bolsa (a Apple surge em segundo com $3.95T). Ora, como tal, a empresa terá decidido escolher a opção mais lucrativa, deixando o segmento gaming limitado aos modelos RTX 50 "normais".
Esta decisão não só significa que as RTX 50 actuais deverão continuar a manter os preços exorbitantes que têm (RTX 5070 nos €700, RTX 5070 Ti nos €1000, RTX 5080 nos €1400, e RTX 5090 nos €4000!), como também poderá afectar o lançamento da próxima geração de GPUs RTX 60 (nome de código "Rubin"). Essa nova geração era aguardada para o final de 2027, mas os mesmos constrangimentos de memória podem fazer que esta geração só chegue em 2028.
A única parte positiva de tudo isto? Os jogadores ficam com mais tempo para poupar - ou esperar que, até lá, a situação da memória se regularize e as placas voltem a baixar para valores mais comportáveis.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2025
Nvidia RTX 50xx é 15-30% mais rápida que geração anterior
Apesar de prometer o dobro do desempenho nos jogos, a Nvidia reconheceu que a melhoria da sua mais recente geração RTX 50xx é, na realidade, de 15-30% face à geração RTX 40xx em termos de potência real, sem considerar a ajuda dos modos DLSS.
- GeForce RTX 5090 vs RTX 4090 (Native RT / No DLSS) = +30%
- GeForce RTX 5080 vs RTX 4080 (Native RT / No DLSS) = +15%
- GeForce RTX 5070 Ti vs RTX 4070 Ti (Native RT / No DLSS) = +20%
- GeForce RTX 5070 vs RTX 4070 (Native RT / No DLSS) = +20%
segunda-feira, 13 de janeiro de 2025
O que vale o DLSS 4 das GeForce RTX 50
A nova geração RTX 50 da Nvidia estreia o novo sistema de geração DLSS 4, que promete melhorar o frame rate até 8x.
Há vários anos que os fabricantes de GPUs, como a Nvidia, AMD, e até a Intel, têm recorrido a "batotas" para manter as melhorias de desempenho que os jogadores desejam. Inicialmente isso começou por ser feito com tecnologias de redimensionamento, permitindo gerar imagens em resolução inferior que depois eram aumentadas para resolução superior, e posteriormente evoluindo para a geração de frames intermédias. Tudo isso é aplicado, de forma mais evoluída, no novo DLSS 4 que acompanha as Nvidia RTX 50xx.
O canal Digital Foundry já fez uma análise inicial ao DLSS 4, revelando o tipo de benefícios que se pode esperar dele, mas parecendo ficar desde já assegurado que isto é o tipo de coisa que só será totalmente explorado por quem possuir um monitor de 240 Hz ou superior.
Este tipo de tecnologia continuará a gerar polémica, pois muitos puristas consideram que as placas gráficas acabam por só estar a gerar cerca de 10-20% de píxeis reais em cada frame, e tudo o resto está a ser "inventado" pelos sistemas de melhoria de imagem. A grande questão é saber até que ponto é que a maioria dos jogadores se importará com isso, desde que o resultado seja um jogo que mantenha uma qualidade de imagem à altura das expectativas, e com framerate acima do desejado - da mesma forma que hoje em dia (quase) ninguém se importa de ouvir música MP3 comprimida, apesar de ter qualidade inferior à do áudio original.
Há vários anos que os fabricantes de GPUs, como a Nvidia, AMD, e até a Intel, têm recorrido a "batotas" para manter as melhorias de desempenho que os jogadores desejam. Inicialmente isso começou por ser feito com tecnologias de redimensionamento, permitindo gerar imagens em resolução inferior que depois eram aumentadas para resolução superior, e posteriormente evoluindo para a geração de frames intermédias. Tudo isso é aplicado, de forma mais evoluída, no novo DLSS 4 que acompanha as Nvidia RTX 50xx.
O canal Digital Foundry já fez uma análise inicial ao DLSS 4, revelando o tipo de benefícios que se pode esperar dele, mas parecendo ficar desde já assegurado que isto é o tipo de coisa que só será totalmente explorado por quem possuir um monitor de 240 Hz ou superior.
Este tipo de tecnologia continuará a gerar polémica, pois muitos puristas consideram que as placas gráficas acabam por só estar a gerar cerca de 10-20% de píxeis reais em cada frame, e tudo o resto está a ser "inventado" pelos sistemas de melhoria de imagem. A grande questão é saber até que ponto é que a maioria dos jogadores se importará com isso, desde que o resultado seja um jogo que mantenha uma qualidade de imagem à altura das expectativas, e com framerate acima do desejado - da mesma forma que hoje em dia (quase) ninguém se importa de ouvir música MP3 comprimida, apesar de ter qualidade inferior à do áudio original.
domingo, 7 de julho de 2024
Cuidado com placas gráficas com GPUs falsificados
Quem comprar uma placa gráfica deve certificar-se que o faz numa loja de confiança, e sujeitá-la a benchmarks que validem que é mesmo o que se pensa ter comprado.
A indústria de GPUs está a enfrentar um aumento de fraudes, particularmente após o boom da mineração de criptomoedas. Os golpistas estão a aproveitar o excesso de stock de placas gráficas usadas, recorrendo às mais variadas técnicas para enganar os compradores. Estas incluem a substituição de módulos de memória danificados, resoldagem de GPUs usados em placas novas, ou até mesmo a venda de placas sem componentes.
Uma das fraudes mais recentes foi descoberta pela Northwestrepair, que recebeu o que parecia ser uma nova placa gráfica ASUS RTX 4090 TUF. Apesar da caixa até ser entregue com o plástico de protecção aparentemente intacto, uma inspeção mais detalhada revelou que o GPU rotulado como AD102 era na verdade um GA102 (o usado nas RTX 3080 Ti), o que implicou lixar o chip e fazer nova gravação a laser. Além disso, também os módulos de memória foram alterados, com pelo menos um dos suspostos módulos GDDR6X de 2GB a ser um chip de 256MB.
Estas fraudes nem sempre são fáceis de detectar, e os compradores podem acabar com GPUs não funcionais ou de qualidade inferior. Para evitar cair nestas fraudes, é crucial comprar placas gráficas em lojas de confiança e plataformas que ofereçam soluções fáceis em caso de disputa. Para quem se aventurar noutros locais, já fica a saber ao ponto a que este tipo de burlas pode chegar.
A indústria de GPUs está a enfrentar um aumento de fraudes, particularmente após o boom da mineração de criptomoedas. Os golpistas estão a aproveitar o excesso de stock de placas gráficas usadas, recorrendo às mais variadas técnicas para enganar os compradores. Estas incluem a substituição de módulos de memória danificados, resoldagem de GPUs usados em placas novas, ou até mesmo a venda de placas sem componentes.
Uma das fraudes mais recentes foi descoberta pela Northwestrepair, que recebeu o que parecia ser uma nova placa gráfica ASUS RTX 4090 TUF. Apesar da caixa até ser entregue com o plástico de protecção aparentemente intacto, uma inspeção mais detalhada revelou que o GPU rotulado como AD102 era na verdade um GA102 (o usado nas RTX 3080 Ti), o que implicou lixar o chip e fazer nova gravação a laser. Além disso, também os módulos de memória foram alterados, com pelo menos um dos suspostos módulos GDDR6X de 2GB a ser um chip de 256MB.
Estas fraudes nem sempre são fáceis de detectar, e os compradores podem acabar com GPUs não funcionais ou de qualidade inferior. Para evitar cair nestas fraudes, é crucial comprar placas gráficas em lojas de confiança e plataformas que ofereçam soluções fáceis em caso de disputa. Para quem se aventurar noutros locais, já fica a saber ao ponto a que este tipo de burlas pode chegar.
sábado, 20 de maio de 2023
Nvidia apresenta RTX 4060 e RTX 4060 Ti
A Nvidia expandiu a sua família RTX 40xx com dois novos GPUs, o RTX 4060 e RTX 4060 Ti.
Completando a oferta da Nvidia abaixo do patamar de preço da Nvidia RTX 4070, estas RTX 4060 e RTX 4060 Ti vêm reforçar a família de GPUs da empresa, disponibilizando a geração RTX 40xx abaixo do patamar dos 500 dólares.
A RTX 4060 vai custar $299, abaixo dos $329 da RTX 3060 no lançamento, mas essa redução de preço também chega acompanhada por uma redução na memória, que é de apenas 8 GB em vez de 12 GB - uma decisão que seguramente irá ser criticada pelos fãs, e que potencialmente poderá resultar no lançamento de versões com mais memória em data posterior. A placa poderá gastar 115 W, com consumo típico de 110 W durante os jogos, o que representa uma melhoria de eficiência substancial face aos 170 W em média da RTX 3070.
A RTX 4060 Ti começará nos $399 e também vem com apenas 8 GB VRAM, mas com direito a uma versão de 16 GB que custará $499. Os consumos médios serão de 140 W, também bem abaixo dos cerca de 200 W da RTX 3070 Ti.
A nível de desempenho, a Nvidia parece posicionar ambas as placas para jogar em resoluções 1080p.
Ambos os modelos deverão permitir jogar a maioria dos jogos a mais de 100 fps em resolução 1080p.
Será uma boa opção para quem estiver a montar um computador novo e não tiver orçamento para chegar às RTX 4070, ou que esteja a pensar actualizar uma velha RTX 2070 - ou até mesmo uma RTX 3060, já que há jogos em que uma 4060 consegue duplicar o framerate relativamente a essas placas.
Completando a oferta da Nvidia abaixo do patamar de preço da Nvidia RTX 4070, estas RTX 4060 e RTX 4060 Ti vêm reforçar a família de GPUs da empresa, disponibilizando a geração RTX 40xx abaixo do patamar dos 500 dólares.
A RTX 4060 vai custar $299, abaixo dos $329 da RTX 3060 no lançamento, mas essa redução de preço também chega acompanhada por uma redução na memória, que é de apenas 8 GB em vez de 12 GB - uma decisão que seguramente irá ser criticada pelos fãs, e que potencialmente poderá resultar no lançamento de versões com mais memória em data posterior. A placa poderá gastar 115 W, com consumo típico de 110 W durante os jogos, o que representa uma melhoria de eficiência substancial face aos 170 W em média da RTX 3070.
A RTX 4060 Ti começará nos $399 e também vem com apenas 8 GB VRAM, mas com direito a uma versão de 16 GB que custará $499. Os consumos médios serão de 140 W, também bem abaixo dos cerca de 200 W da RTX 3070 Ti.
A nível de desempenho, a Nvidia parece posicionar ambas as placas para jogar em resoluções 1080p.
Ambos os modelos deverão permitir jogar a maioria dos jogos a mais de 100 fps em resolução 1080p.
Será uma boa opção para quem estiver a montar um computador novo e não tiver orçamento para chegar às RTX 4070, ou que esteja a pensar actualizar uma velha RTX 2070 - ou até mesmo uma RTX 3060, já que há jogos em que uma 4060 consegue duplicar o framerate relativamente a essas placas.
sexta-feira, 4 de novembro de 2022
AMD apresenta RX 7900 XTX com RDNA 3
A AMD apresentou a sua nova geração de placas gráfica com arquitectura RDNA 3: as RX 7900 XTX e RX 7900 XT, que prometem jogos em resolução 8K.
A RX 7900 XTX é a placa topo de gama, prometendo melhoria de até 1.7x face à RX 6950 XT em jogos em 4K, vindo com 96 compute units a 2.3 GHz e 25 GB de memória GDDR6, com consumo de 350 W. A RX 7900 XT é ligeiramente mais modesta, ficando-se pelos 84 compute units a 2 Ghz, 20 GB de memória GDDR6 e consumo de 300 W. A AMD anuncia uma melhoria de 54% no desempenho por watt, e evita a utilização de conectores especiais como os que têm dado dores de cabeça à Nvidia.
A AMD não se fica pelas resoluções 4K nas frequências habituais, prometendo jogos 4K (e até 8K) a refresh rates mais elevados, que podem chegar aos 8K a 165 Hz, 4K a 480 Hz e 1440p a 900 Hz! E em conjunto com isto, promete a chegada de novos monitores gaming 8K para breve, tirando partido do DisplayPort 2.1.
Passando aos jogos, a AMD refere que jogos como Apex Legends, Overwatch 2, e Valorant, atingem 300, 600, e 833 fps, respectivamente em 1440p; que passam a 295, 355, e 704 fps em 4K. O Call of Duty: Modern Warfare 2 chega aos 306 fps em 4K; o Assassin’s Creed Valhalla chega aos 96 fps em 8K. E isso já dá uma ideia do poder destas placas (sem esquecer que será preciso ter o resto do sistema à altura). Também incluem encode e decode simultâneo de vídeo AV1, que será um bónus para os streamers.
Os preços anunciados são de $999 para a 7900 XTX e $899 para a 7900 XT, ficando disponíveis em Dezembro.
A RX 7900 XTX é a placa topo de gama, prometendo melhoria de até 1.7x face à RX 6950 XT em jogos em 4K, vindo com 96 compute units a 2.3 GHz e 25 GB de memória GDDR6, com consumo de 350 W. A RX 7900 XT é ligeiramente mais modesta, ficando-se pelos 84 compute units a 2 Ghz, 20 GB de memória GDDR6 e consumo de 300 W. A AMD anuncia uma melhoria de 54% no desempenho por watt, e evita a utilização de conectores especiais como os que têm dado dores de cabeça à Nvidia.
A AMD não se fica pelas resoluções 4K nas frequências habituais, prometendo jogos 4K (e até 8K) a refresh rates mais elevados, que podem chegar aos 8K a 165 Hz, 4K a 480 Hz e 1440p a 900 Hz! E em conjunto com isto, promete a chegada de novos monitores gaming 8K para breve, tirando partido do DisplayPort 2.1.
Passando aos jogos, a AMD refere que jogos como Apex Legends, Overwatch 2, e Valorant, atingem 300, 600, e 833 fps, respectivamente em 1440p; que passam a 295, 355, e 704 fps em 4K. O Call of Duty: Modern Warfare 2 chega aos 306 fps em 4K; o Assassin’s Creed Valhalla chega aos 96 fps em 8K. E isso já dá uma ideia do poder destas placas (sem esquecer que será preciso ter o resto do sistema à altura). Também incluem encode e decode simultâneo de vídeo AV1, que será um bónus para os streamers.
Os preços anunciados são de $999 para a 7900 XTX e $899 para a 7900 XT, ficando disponíveis em Dezembro.
terça-feira, 28 de junho de 2022
ARM apresenta GPU Immortalis com ray tracing
A ARM está a iniciar a transição para o ray-tracing nos mobiles, com o novo GPU Immortalis que supera a gama Mali.
Nos últimos anos os chips ARM tiveram uma evolução alucinante em termos de desempenho e eficiência, que fez com que no espaço de uma década se tornassem numa ameaça aos chips da Intel e AMD. Agora, também o campo mobile se prepara para entrar na era do ray tracing que tem dominado os GPUs nos últimos anos.
Depois da série de GPUs Mali, a ARM apresenta o Immortalis, o seu primeiro GPU a ter aceleração ray-tracing por hardware.
Para além de permitir jogos com gráficos de melhor qualidade, facilitando o processo dos estúdios disponibilizarem os seus jogos nas diversas plataformas (PC, consolas, smartphones) sem grande diferença a nível da qualidade visual; esta aceleração poderá também revelar-se de extrema importância para as aplicações de realidade aumentada que se espera que venham a aumentar drasticamente nos próximos anos.
Este GPU Immortalis destina-se a aplicação nos chips topo de gama, com a ARM a manter a gama Mali, que também recebeu melhoramentos, para os chips de gama média. Só deveremos começar a ver as capacidades a partir do próximo ano, sendo que por essa altura a ARM também promete ter novos GPUs "Titan" e "Kraken" para dar continuidade a esta nova aposta nos GPUs.
Nos últimos anos os chips ARM tiveram uma evolução alucinante em termos de desempenho e eficiência, que fez com que no espaço de uma década se tornassem numa ameaça aos chips da Intel e AMD. Agora, também o campo mobile se prepara para entrar na era do ray tracing que tem dominado os GPUs nos últimos anos.
Depois da série de GPUs Mali, a ARM apresenta o Immortalis, o seu primeiro GPU a ter aceleração ray-tracing por hardware.
Para além de permitir jogos com gráficos de melhor qualidade, facilitando o processo dos estúdios disponibilizarem os seus jogos nas diversas plataformas (PC, consolas, smartphones) sem grande diferença a nível da qualidade visual; esta aceleração poderá também revelar-se de extrema importância para as aplicações de realidade aumentada que se espera que venham a aumentar drasticamente nos próximos anos.
Este GPU Immortalis destina-se a aplicação nos chips topo de gama, com a ARM a manter a gama Mali, que também recebeu melhoramentos, para os chips de gama média. Só deveremos começar a ver as capacidades a partir do próximo ano, sendo que por essa altura a ARM também promete ter novos GPUs "Titan" e "Kraken" para dar continuidade a esta nova aposta nos GPUs.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
Asus GPU Tweak II sobrepõe publicidade aos jogos
Os fãs da Asus que gostarem de fazer overclock às suas placas gráficas vão ter que repensar as suas opções, uma vez que o mais recente GPU Tweak II parece estar a injectar publicidade em vários jogos.
O GPU Tweak II da Asus é o programa utilizado para gerir o overclocking e diversas opções do GPU nas suas placas gráficas, mas que foi evoluindo ao ponto de incluir um modo overlay que permite apresentar estatísticas do framerate e demais informação que pode ser interessante ter sempre visível. O que não é assim tão interessante é descobrir que a Asus está a utilizar esta capacidade para apresentar publicidade aos seus produtos.
No caso em questão, a app fazia surgir um popup com publicidade às suas placas gráficas - que ao menos indicava poder ser encerrado através da combinação de teclas CTRL+ALT+F (mas não que isso desculpe o abuso da apresentação de publicidade não solicitada).
O efeito prático imediato é o de angustiar utilizadores que assim ficarão mais predispostos a experimentar o software Afterburner da sua concorrente MSI, que pelo menos não os obriga a ver publicidade sobre os seus jogos (pelo menos por agora.)
domingo, 1 de abril de 2018
Nvidia vai bloquear cálculo de criptomoedas nos seus GPUs
A mineração de criptomoedas tem feito com que se torne praticamente impossível encontrar placas gráficas com GPUs decentes a preços aceitáveis, com as placas de topo a estarem inflacionadas para valores que podem chegar (ou até superar) o dobro do seu preço habitual; mas a Nvidia prepara-se para colocar um ponto final nesta situação, em resposta aos muitos pedidos dos fãs que as querem utilizar para jogar e não para "minar".
A notícia foi dada por Jensen Huang, CEO da Nvidia, que diz que a sua próxima geração de GPUs, esperada para Junho/Julho, irá bloquear expressamente o cálculo de criptomoedas, fazendo com que deixem de ser rentáveis para esse efeito; e que isso também será aplicado às gerações actuais de GPUs via uma actualização de firmware. Algo que não irá rectificar a situação para todos os que já têm placas actuais (e que podem recusar a instalação dessa actualização) mas que deixa bem clara a posição da Nvidia nesta situação.
Falta agora saber se a AMD irá seguir os mesmos passos e demonstrar que coloca os jogadores à frente dos "mineiros"... ou se vai aproveitar esta posição da Nvidia para captar essa nova oportunidade de mercado, oferecendo os GPUs AMD como sendo os mais eficientes para minerar criptomoedas - mas arriscando-se que, com isso, passe a ser colocada na "lista negra" de muitos jogadores e comunidades de gaming.
Vamos lá ver no que isto resulta, e como é que as coisas estarão daqui por um ano, no próximo dia 1 de Abril. ;P
sexta-feira, 2 de julho de 2010
O GPU da 3DS - Pica200
Se estão curiosos quanto às capacidades gráficas da nova Nintendo 3DS, eis um vídeo que demonstra o novo chip gráfico - o GPU Pica200 da Digital Media Professionals, que promete per-pixel lighting, procedural textures, antialiasing, 15.3 milhões de polígonos por segundo e muitos mais efeitos.
Coisas que em texto não impressionam, e que são melhor demonstradas num vídeo como o que se segue:
Tudo isto num chip que corre a apenas 200Mhz... e que vai fazer o render em verdadeiro 3D. :)
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