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segunda-feira, 13 de abril de 2026

Resident Evil: Requiem sem Denuvo fica mais rápido

O jogo Resident Evil: Requiem já está a circular sem o DRM Denuvo, gastando menos memória e tendo melhor desempenho.

O Denuvo é um sistema de protecção de jogos que se tornou num dos mais odiados de sempre, por exigir permissões cada vez mais intrusivas, e frequentemente tendo impacto bastante negativo no desempenho dos jogos. Agora, volta a sucumbir aos crackers em tempo recorde.

O jogo Resident Evil: Requiem, lançado há pouco mais de um mês, já terá tido a sua protecção Denuvo completamente removida, num processo mais rápido do que o habitual para títulos com este DRM. Um crack que chega a par de versões de bypass que também se têm multiplicado. A principal diferença está na forma como funcionam. Os bypass mantêm o Denuvo activo, o que pode afectar o desempenho, enquanto os cracks removem ou neutralizam totalmente o DRM. Neste caso, testes iniciais apontam que a versão crackada sem Denuvo apresenta melhor desempenho, com mais FPS e menor utilização de memória (VRAM e RAM).


Relembre-se que os estúdios pagam milhões de euros pelo uso destes sistemas de DRM, com a expectativa de resistirem à "pirataria". Ficando uma vez mais demonstrado que isso é uma tarefa impossível, não seria tempo dos estúdios abandonarem esta triste tradição, que acaba por apenas penalizar os consumidores legítimos, enquanto aqueles que optarem pode usar as versões crackadas ficom com todas as vantagens?

segunda-feira, 4 de novembro de 2024

Pirataria custa 20% aos produtores de jogos

Um estudo indica que o custo da pirataria nos jogos de vídeo é de cerca de 20%.

Naquilo que pode ser visto como um "copo meio-cheio / meio-vazio" dependente da perspectiva, os apologistas dos sistemas de DRM e anti-pirataria como o Denuvo usam este estudo como validação, dizendo que os seus sistemas permitem aos editores evitar perder 20% das receitas devido à pirataria, especialmente durante a fase crucial das primeiras semanas após os lançamentos. Por outro lado, interrogo-me sobre se este mesmo estudo não poderia ser visto como justificação de que os editores poderiam muito bem dizer o adeus definitivo a todos estes sistemas intrusivos, que tanto penalizam os legítimos compradores dos jogos, muitas vezes penalizando o desempenho, impedindo o uso do computador como se deseja, e por vezes até resultando em vulnerabilidades que deixam os sistemas em risco.

Embora seja algo com o qual muito jogadores nem se preocupam - a não ser quando causam algum problema bem visível - o nível de interferência dos sistemas DRM foi algo que me fez deslocar dos jogos em PC para os jogos nas consolas, onde tudo isso passa para segundo plano. Ficava horrorizado ao ver processos de DRM a correrem continuamente no meu PC, apenas por ter instalado um jogo que poderia jogar raramente; e em certa altura até tive um que obrigou a um complicado processo de "reautenticação" do jogo apenas por ter feito upgrade à memória do PC.
Claro que, tudo isto são problemas que apenas apoquentam os legítimos compradores destes jogos, já que quem optar por usar as versões piratadas fica livre de todos esses empecilhos, o que não deixa de ser profundamente irónico - e nem vou falar nos casos em que até os legítimos compradores dos jogos acabam por ser forçados a crackar os jogos, por os editores terem decidido encerrar os servidores de autenticação dos mesmos.

Tendo em conta tudo isto, não me parece que 20% fosse um valor assim tão penalizador para agradar à imensa maioria aos jogadores que pagam pelos jogos, e que até poderia ajudar a recuperar aquela menos percentagem dos que deixaram de os comprar precisamente devido ao uso de DRM. E, como bónus, os estúdios até poupariam milhões de forma imediata, tanto em valor directo como em dores de cabeça por efeitos secundários, devido a não terem que comprar e integrar o DRM nos seus jogos.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Denuvo atrasa significativamente alguns jogos


O sistema de DRM Denuvo tem sido considerado a maior praga entre estes sistemas, e agora temos um vídeo que mostra o impacto que tem nalguns jogos... e que contraria a promessa dos seus criadores de que "não afecta o desempenho".

O Denuvo - em tempos anunciado como sendo um sistema de protecção "incrackável" - tem sido criticado por abrandar significativamente os jogos em que é aplicado, e que tem levado a que vários estúdios optem por lançar actualizações que removem o Denuvo depois da fase inicial de lançamento do jogo (não que isso lhes sirva de muito, uma vez que jogos com Denuvo estão agora a ser crackados num prazo de um ou dois dias após o lançamento, o que invalida por completo o seu propósito, que só serve para angustiar os clientes legítimos).

Num teste que compara diferentes jogos nas suas versões com / sem Denuvo, fica demonstrado de forma clara que há diferenças que podem ser substanciais. Se é certo que nalguns jogos as diferenças são reduzidas, noutros há em que o tempo de carregamento passa a ser quase de metade (de 73 para 40 segundos), e abrandamentos no frame rate que chegavam a ser de 400ms que desaparecem por completo.

... Uma vez mais se comprova que, estúdios e developers que recorrem a este sistema de DRM, estão apenas a prejudicar os clientes que lhes pagam os ordenados... sem que com isso consigam evitar que os jogos continuem a ser pirateados, e que quem os pirateie fique melhor servido!

sábado, 8 de dezembro de 2018

Sistema de protecção Valeroa crackado em 20 minutos


O sistema de DRM Denuvo tem sido continuamente gozado por ser crackado repetidamente numa questão de horas, mas agora temos um concorrente chamado Valeroa, que promete proteger os jogos... mas que também sucumbiu em apenas 20 minutos.

Embora tenha sido demonstrado, uma e outra vez, que os sistemas de DRM nos jogos apenas servem para irritar os utilizadores legítimos, e em nada conseguem evitar que surjam no mercado versões crackadas que qualquer pessoa pode descarregar, infelizmente os estúdios continuam a insistir nessas supostas protecções. O Valeroa é um novo sistema que parece ter sido criado para dar resposta às principais críticas do Denuvo - mas que infelizmente não lhe serviu de muito, tendo sido crackado em apenas 20 minutos.

O Valeroa apresenta vários argumentos que o tornam mais "amigo" dos jogadores (não se esquecendo que estamos a falar de DRM, logo, a antítese de "amigo") como o facto de "funcionar" sem necessidade de ligação à internet, como acontece com o Denuvo, nem mesmo quando se arranca o jogo pela primeira vez, e também permitir que o jogador possa actualizar o seu hardware sem ser importunado com uma mensagem de que não é o computador legítimo. Argumentos interessantes mas que, como ficou demonstrado pelo seu jogo de estreia - City Patrol: Police - se tornam completamente irrelevantes, pois, tal como todos os outros DRMs... de pouco ajuda a evitar cópias piratas a circular na internet, para quem as quiser usar.

Diz-se que a definição de insanidade é tentar repetidamente a mesma coisa, esperando um resultado diferente daquele que já se sabe que se irá obter. Penso que isto assentará que nem uma luva em todos os estúdios que continuam a recorrer a este tipo de "protecções" que, como está mais que visto, não funcionam.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Denuvo força fim de actividade do hacker Voksi


A recente vitória contra o sistema de DRM abusivo Denuvo foi de curta duração, com a Denuvo a atacar directamente um dos principais hackers que crackava continuamente o seu sistema.

O hacker Voksi, que tinha um "ódio de estimação" contra a Denuvo, foi surpreendido com uma visita da polícia em sua casa, tendo sido confiscado o seu computador e servidor; tendo também descoberto que a Denuvo não está interessada em chegar a qualquer acordo, remetendo a decisão para os tribunais.

Compreensivelmente, Voksi diz que isto significará o fim das suas actividades relacionadas com o crack do DRM Denuvo, mas apela a que outros possam continuar a "luta"; algo que seguramente acontecerá, pois existem dezenas de grupos activos de cracking, que também têm tornado o processo de crackar o Denuvo numa verdadeira competição entre si - algo que ganhará entusiasmo acrescido em retaliação contra esta perseguição.

... Por isso, esta "vitória" da Denuvo arrisca-se a ser igualmente de muita curta duração, pois apenas serviu para se tornar ainda mais odiada pelos hackers... e não só. Já por várias vezes que quem não concordar com este tipo de DRM, deverá fazer a sua pequena parte, bastando algo como um simples email aos distribuidores e criadores de jogos que usem Denuvo, dizendo que por muito que gostassem de comprar o jogo, não o irão fazer unicamente devido à utilização de um DRM que consideram ser excessivamente abusivo. Se é certo que um só email poderá não fazer diferença... se começarem a ser 10 mil, ou 20 mil, ou 100 mil... se calhar começarão a reconsiderar.

domingo, 15 de julho de 2018

DRM Denuvo volta a ser crackado por hacker que não dá tréguas à empresa


O sistema de DRM Denuvo é considerado um dos piores "cancros" do software actual, e com isso chega também um empenho adicional de alguns hackers que reforçam esforços para o crackar o mais rapidamente possível, tornando-o completamente ineficaz.

Um hacker conhecido como Voksi não esconde que tem um desprezo especial pelo Denuvo, e embora a empresa seguramente pudesse viver bem com isso, seguramente não o poderá fazer depois dele ter anunciado já ter crackado a mais recente versão do Denuvo.

Para se ter uma noção da monstruosidade que este DRM é, quando este hacker foi procurar um dos jogos mais pequenos protegidos pelo Denuvo, para lhe facilitar a análise do código, descobriu que dos 128MB ocupados, apenas 5 ou 6MB eram dedicados ao jogo, os restantes 122MB eram apenas o DRM! DRM que, como agora aconteceu novamente, se revela completamente inútil e apenas intrusivo para todos os utilizadores legítimos destes jogos e programas - dando vantagem a quem optar por versões pirateadas livres deste acrescento indesejável.

Não custará, na altura de comprarem um jogo, explorarem que sistema de protecção é que esta a utilizar, e no caso de ser este Denuvo, enviarem um email de desagrado aos produtores, a dizerem que acabaram de perder um cliente devido a esta sua opção. Talvez assim lá comecem a tratar com um pouco mais de respeito os clientes legítimos que até estão dispostos a pagar pelos seus produtos, mas que não estão dispostos a deixar que o seu computador fique infectado com este autêntico malware.

sábado, 3 de junho de 2017

Cracker denuncia impacto do Denuvo nos jogos


No passado já vimos casos de como o DRM pode ter um impacto significativo na utilização do produto (lembram-se dos CDs da Sony com "malware"?) e agora a história repete-se com o DRM da Denuvo a afectar negativamente os jogos em que é instalado.

Nos últimos dias assistimos a um curioso desafio, em que os criadores do jogo Rime se comprometeram a remover o DRM do seu jogo caso os hackers conseguissem ultrapassar o sistema de protecção Denuvo. A resposta não tardou, com o jogo a ser crackado em poucos dias, e fazendo com que os criadores do jogo removessem o DRM como prometido, para mais um caso que mancha (ainda mais) a já debilitada reputação do Denuvo, que depois de ter passado uns meses como "incrackável", tem sido ultrapassado repetidamente sem dificuldade.

O hacker/cracker que quebrou a protecção do mais recente Denuvo v4+, não só o fez em poucos dias, como veio revelar publicamente alguns detalhes quanto ao péssimo serviço feito por esta protecção. Se nos jogos anteriores o sistema se limitava a fazer algumas centenas de verificações anti-pirataria, e mais algumas verificações ocasionais enquanto se joga a cada poucos minutos; no Rime a implementação parece demonstrar um total estado de pânico, com o Denuvo a fazer mais de 300 mil verificações; e mesmo durante o jogo a fazer 10-30 verificações por segundo! Mas calma, que ainda é pior... o número de verificações feitas vai aumentando progressivamente com o tempo de jogo, e ao final de 30 minutos já estamos a falar de mais de 2 milhões de verificações.

Normalmente, os criadores dos jogos acusam os hackers e os seus cracks de terem um impacto negativo na estabilidade do jogo. Neste caso, penso que se pode dizer que este hacker fez um serviço público ao "limpar" tal coisa deste jogo.

Felizmente neste caso os criadores do jogo cumpriram com o prometido e removeram o DRM do jogo; mas não será difícil imaginar o cenário mais comum, dos jogos que mantêm o DRM mesmo depois de serem crackados, e que acabam por penalizar apenas os jogadores que compraram legalmente o jogo e têm que suportar todas as exigências acrescidas do DRM... ao chegar ao ridículo de terem que recorrer a versões pirateadas dos jogos que compraram, para poderem desfrutar deles devidamente.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Criadores do "Rime" removem DRM se jogo for crackado


Os criadores do Rime estão a usar uma táctica original - embora arriscada - para dar mais visibilidade ao seu jogo: prometendo remover o DRM do jogo caso os piratas consigam crackar o sistema de protecção Denuvo que utiliza.

Noutros tempos, até que poderia parecer um desafio sério, mas considerando que o Denuvo tem sido crackado com cada vez mais facilidade e velocidade, parece indicar que o intuito será mesmo usar este desafio como publicidade gratuita para o jogo.

... O pior que lhes pode acontecer é que a maioria das pessoas que fique curiosa com o jogo só experimente uma versão pirata; não contribuindo nada para os criadores do jogo. Por outro lado, numa perspectiva mais positiva, poderá ser que a remoção do DRM possa atrair mais alguns interessados que não comprariam o jogo por este vir com o Denuvo.

sábado, 3 de setembro de 2016

Denuvo volta a ser crackado no jogo INSIDE


As esperanças dos editores de jogos de que o Denuvo fosse à prova de hackers estão a desmoronar-se como um castelo de cartas, com mais um jogo a demonstrar que o sistema pode afinal ser crackado com facilidade.

O Denuvo foi, durante muitos meses, considerado o sistema perfeito de protecção de jogos, impedindo que surgissem versões pirata dos mesmos na internet; tendo apenas que enfrentar alguns rumores de que os hackers estariam a trabalhar no assunto. Rumores prontamente ignorados e desprezados, até que por fim surgiu finalmente uma cópia pirata do Rise of the Tomb Raider.

Ainda assim, a esperança de que o sistema tivesse eficácia manteve-se. Afinal, a versão pirata do jogo demorou seis meses a chegar, o que permitia manter o propósito de impedir cópias piratas durante a fase mais lucrativa do lançamento de um jogo. Se a protecção de cada jogo demorasse 6 meses a crackar, seria algo com que os produtores aceitariam de bom grado... só que não é o caso.

O jogo INSIDE é um dos mais aguardados do ano, e embora também conte com a protecção Denuvo, surge na internet em versão pirata poucas semanas após o seu lançamento - havendo quem diga que até poderia ter surgido mais cedo, e que o jogo foi crackado em apenas duas semanas, mas que optaram por adiar estrategicamente o seu lançamento (ou que estiveram a certificar-se de que não haveria mais nenhum sistema anti-pirataria escondido algures no meio do jogo.).

O que importa reter é que os editores de jogos deveriam, de uma vez por todas, acabar com a treta do DRM que - como fica mais uma vez demonstrado - não serve para nada. Poupem os euros que gastam a sustentar empresas como a Denuvo, e invistam-nos em criar mais e melhores jogos. Se calhar, se poupassem o dinheiro gasto no Denuvo, muitos dos jogos poderiam ter oferecido os DLCs gratuitamente em vez de cobrarem por eles. :P

Dito isto, penso que nem será necessário dizê-lo: o Inside é um jogo que custa €19,90 no Steam, e que vale todo e cada cêntimo, pelo que se o quiserem jogar, joguem o original - ou então não o joguem (se todos fizessem boicote e não comprassem qualquer jogo que use o Denuvo, certamente a coisa mudaria bem rapidamente!)

domingo, 3 de julho de 2016

Hackers dizem ter crackado DRM Denuvo de jogos como Doom e Rise of the Tomb Raider

O DRM é uma autêntica praga que bem poderia ser erradicada, mas continua a ser a forma que a maioria dos editores usa para tentar minimizar a propagação de cópias pirata; agora, mais uma vez se demonstra que, por muito avançado que seja o DRM, há sempre alguém que encontra forma de o contornar.

O DRM Denuvo é um dos que se tem revelado uma dor de cabeça para os piratas, protegendo jogos bastante desejáveis como o novo Doom, Rise of the Tomb Raider, Just Cause 3, entre outros. De tempos a tempos lá iam surgindo uma insinuações de grupos de hackers a referir que estavam a "trabalhar no assunto", e agora parece aproximar-se a confirmação de que realmente a queda de mais um sistema de DRM está para breve.

Embora por agora ainda não haja confirmação independente de que existe realmente um crack que ultrapasse este sistema de protecção, a quantidade de rumores que tem surgido nesse sentido, a par de um vídeo lançado por uma equipa de hackers russos, faz crer que não demorará muito tempo até que tal aconteça.

Embora o DRM seja usado com a desculpa da pirataria, o problema é que inevitavelmente se torna numa dor de cabeça para os utilizadores legítimos. Quem tentar jogar alguns dos jogos que comprou há uma década atrás arrisca-se a descobrir que grande parte (totalidade?) dos servidores de autenticação já não existem e não permitirão a utilização do jogo, a não ser que se recorram a cracks e sabe-se lá que mais, para poder ter acesso a algo que se comprou!

Melhor seria ver os editores preocuparem-se em fornecer serviços atractivos e que promovam a compra e utilização de jogos de forma legal - por exemplo, a unificação dos jogos Windows 10 e Xbox 10, dando a possibilidade aos jogadores de comprarem um jogo em versão PC e também o jogarem na Xbox One, ou vice-versa, é um grande incentivo para que se compre um jogo que se poderá desfrutar em ambas as plataformas.

Mas... não haja esperanças de que o DRM vá desaparecer a curto prazo... é uma daquelas pragas resistentes, que por agora parece não ter fim à vista.
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