Quem não quiser pagar pelo Battlefield 6 pode experimentar o novo modo battle royale gratuito de Battlefield: RedSec.
A EA lançou Battlefield Redsec, um novo modo battle royale gratuito inspirado no ADN clássico da série, conhecido pelas batalhas em grande escala e destruição dinâmica. O modo já está disponível e leva os jogadores a Fort Lyndon, o maior mapa de Battlefield, onde até 100 jogadores lutam pela sobrevivência com a habitual combinação de trabalho de equipa e estratégia.
Segundo a EA, o Redsec junta o melhor de Battlefield à intensidade dos battle royale. Os jogadores procuram equipamento cada vez mais poderoso, enfrentam esquadrões inimigos, e usam o sistema de Tactical Destruction para alterar o cenário, abrindo novos caminhos ou transformando o ambiente numa arma contra os inimigos.
O modo traz ainda uma nova funcionalidade chamada Gauntlet. Neste formato de eliminação rápida, oito equipas de quatro jogadores competem em várias missões de cinco minutos num estilo de torneio, cumprindo objectivos para se manterem em jogo.
Em paralelo, a EA deu início à Season 1 de Battlefield 6, que inclui um novo mapa, um modo 4v4 e um novo veículo. Estão previstas mais novidades em Novembro e Dezembro, incluindo um novo mapa, um novo modo, e uma versão gelada do mapa Empire State. A actualização também adiciona uma estação de rádio interna com temas de músicos e bandas conhecidas, como Limp Bizkit, Bob Dylan, Snoop Dogg e Dr. Dre.
O Battlefield Redsec está disponível gratuitamente no Steam, EA Play, PlayStation Store e Xbox Store.
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quarta-feira, 29 de outubro de 2025
sexta-feira, 10 de outubro de 2025
Battlefield 6 fica hoje disponível
Fica hoje disponível o Battlefield 6, o mais recente jogo desta saga que tem acompanhado os jogadores desde 2002.
O Battlefield 6 mantém-se fiel às origens da série como um shooter em primeira pessoa de grande escala, mas desta vez traz melhorias significativas em praticamente todos os aspectos do jogo. O sistema clássico de quatro classes está de volta - Assault, Engineer, Support e Recon - cada uma com papéis e vantagens distintas em combate.
A classe Assault aposta num estilo de jogo mais agressivo, com espingardas de assalto e lança-granadas, beneficiando de uma regeneração de saúde mais rápida. Os Engineers utilizam submetralhadoras, podendo reparar veículos aliados e destruir blindados inimigos com rockets. A classe Support foca-se no apoio à equipa, com a capacidade de fornecer munições, curar, reanimar colegas e até criar cobertura improvisada. Já os Recon são especialistas em combates de longa distância, equipados com snipers e gadgets de reconhecimento - e um tiro certeiro na cabeça impede o inimigo de ser reanimado. Embora qualquer classe possa usar qualquer arma, há bónus específicos quando se usa o tipo de arma indicado para cada classe, como a possibilidade de o Recon suster a respiração ao apontar uma arma de sniper. As armas podem ser personalizadas com acessórios, mas cada uma tem um limite de pontos de modificação.
Uma das grandes novidades é o "Kinesthetic Combat System", um novo sistema de movimento que permite espreitar por detrás de coberturas, apanhar boleia em veículos e até arrastar colegas feridos para zonas seguras antes de os reanimar. A destruição ambiental - marca registada da série - regressa em força: edifícios podem desabar com explosões, e é possível abrir novas passagens ao destruir paredes ou pisos. No lançamento, o jogo contará com nove mapas, todos pensados para combates de infantaria e veículos, incluindo zonas mais pequenas chamadas “Combat Zones” dedicadas a confrontos corpo-a-corpo.
No modo multijogador, regressam os clássicos Conquest, Breakthrough, Rush, Team Deathmatch, Squad Deathmatch, Domination e King of the Hill, bem como o modo battle royale estreado no Battlefield V. A novidade chama-se Escalation, um modo onde os pontos de controlo vão diminuindo ao longo da partida, forçando as equipas a combater em áreas cada vez mais concentradas. O Portal mode também regressa, agora alimentado pelo motor Godot, com ferramentas melhoradas para criar e partilhar mapas personalizados com a comunidade.
O Battlefield 6 mantém-se fiel às origens da série como um shooter em primeira pessoa de grande escala, mas desta vez traz melhorias significativas em praticamente todos os aspectos do jogo. O sistema clássico de quatro classes está de volta - Assault, Engineer, Support e Recon - cada uma com papéis e vantagens distintas em combate.
A classe Assault aposta num estilo de jogo mais agressivo, com espingardas de assalto e lança-granadas, beneficiando de uma regeneração de saúde mais rápida. Os Engineers utilizam submetralhadoras, podendo reparar veículos aliados e destruir blindados inimigos com rockets. A classe Support foca-se no apoio à equipa, com a capacidade de fornecer munições, curar, reanimar colegas e até criar cobertura improvisada. Já os Recon são especialistas em combates de longa distância, equipados com snipers e gadgets de reconhecimento - e um tiro certeiro na cabeça impede o inimigo de ser reanimado. Embora qualquer classe possa usar qualquer arma, há bónus específicos quando se usa o tipo de arma indicado para cada classe, como a possibilidade de o Recon suster a respiração ao apontar uma arma de sniper. As armas podem ser personalizadas com acessórios, mas cada uma tem um limite de pontos de modificação.
Uma das grandes novidades é o "Kinesthetic Combat System", um novo sistema de movimento que permite espreitar por detrás de coberturas, apanhar boleia em veículos e até arrastar colegas feridos para zonas seguras antes de os reanimar. A destruição ambiental - marca registada da série - regressa em força: edifícios podem desabar com explosões, e é possível abrir novas passagens ao destruir paredes ou pisos. No lançamento, o jogo contará com nove mapas, todos pensados para combates de infantaria e veículos, incluindo zonas mais pequenas chamadas “Combat Zones” dedicadas a confrontos corpo-a-corpo.
No modo multijogador, regressam os clássicos Conquest, Breakthrough, Rush, Team Deathmatch, Squad Deathmatch, Domination e King of the Hill, bem como o modo battle royale estreado no Battlefield V. A novidade chama-se Escalation, um modo onde os pontos de controlo vão diminuindo ao longo da partida, forçando as equipas a combater em áreas cada vez mais concentradas. O Portal mode também regressa, agora alimentado pelo motor Godot, com ferramentas melhoradas para criar e partilhar mapas personalizados com a comunidade.
quinta-feira, 14 de agosto de 2025
Call of Duty e Battlefield 6 vão exigir Secure Boot e TPM 2.0 no PC
Os próximos Call of Duty e Battlefield vão exigir Secure Boot activado e TPM 2.0 para poderem ser jogados nos PC.
As próximas versões de Call of Duty: Black Ops 7 e Battlefield 6 vão exigir que os jogadores PC tenham os recursos de segurança Secure Boot e Trusted Platform Module (TPM) 2.0 activados. A medida pretende combater batoteiros de forma mais eficaz, usando verificações a nível de hardware para reforçar a protecção contra manipulações no sistema, como muitos "cheats" fazem.
A Activision começou a implementar estas exigências na fase de testes com a quinta temporada de Black Ops 6, mas por agora não está a obrigar os jogadores a activar as funcionalidades. No entanto, a empresa já avisou que será necessário cumprir estes requisitos quando o Black Ops 7 for lançado oficialmente (mais tarde este ano). A EA também confirmou que os participantes na beta aberta do Battlefield 6 terão de activar estas as mesmas opções, com o mesmo objectivo.
Apesar de estas tecnologias não afectarem o desempenho enquanto se joga, há quem critique este tipo de medidas por obrigarem os utilizadores a alterar configurações que podiam preferir manter desligadas. Ainda assim, isto já tem sido tradição no mundo dos jogos, com muitos deles a manterem serviços "anti-cheat" a correrem de forma permanente nos sistemas, com permissões elevadas de sistema (o que também se pode tornar num risco de segurança). E, embora ainda não seja obrigatório, empresas como a Activision também já vão avisando que a activação da autenticação 2FA poderá tornar-se um requisito para jogos futuros.
As próximas versões de Call of Duty: Black Ops 7 e Battlefield 6 vão exigir que os jogadores PC tenham os recursos de segurança Secure Boot e Trusted Platform Module (TPM) 2.0 activados. A medida pretende combater batoteiros de forma mais eficaz, usando verificações a nível de hardware para reforçar a protecção contra manipulações no sistema, como muitos "cheats" fazem.
A Activision começou a implementar estas exigências na fase de testes com a quinta temporada de Black Ops 6, mas por agora não está a obrigar os jogadores a activar as funcionalidades. No entanto, a empresa já avisou que será necessário cumprir estes requisitos quando o Black Ops 7 for lançado oficialmente (mais tarde este ano). A EA também confirmou que os participantes na beta aberta do Battlefield 6 terão de activar estas as mesmas opções, com o mesmo objectivo.
Apesar de estas tecnologias não afectarem o desempenho enquanto se joga, há quem critique este tipo de medidas por obrigarem os utilizadores a alterar configurações que podiam preferir manter desligadas. Ainda assim, isto já tem sido tradição no mundo dos jogos, com muitos deles a manterem serviços "anti-cheat" a correrem de forma permanente nos sistemas, com permissões elevadas de sistema (o que também se pode tornar num risco de segurança). E, embora ainda não seja obrigatório, empresas como a Activision também já vão avisando que a activação da autenticação 2FA poderá tornar-se um requisito para jogos futuros.
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quarta-feira, 6 de agosto de 2025
Battlefield 6 aposta nos conteúdos criados pelos jogadores
Para o Battlefield 6 a EA aposta em manter os jogadores empenhados facilitando a criação de conteúdos para expandir o jogo.
A EA está a preparar uma nova fase para a série Battlefield, com o lançamento de Battlefield 6, que será fortemente baseado em conteúdos criados pelos utilizadores através do modo Battlefield Portal. A ideia é transformar o jogo numa plataforma contínua, num estilo mais próximo do que acontece no Fortnite e Call of Duty, onde a comunidade ajuda a criar a experiência. Para isso, a EA está a apostar num modelo live service e espera atingir os 100 milhões de jogadores após o lançamento.
O novo jogo decorre num cenário de guerra moderna, em 2027, com batalhas em larga escala entre a NATO e uma força militar privada chamada PAX Armata, em regiões como a Europa, Norte de África e costa oeste da América do Norte. Mas o destaque vai para o Portal, uma ferramenta alimentada pelo motor gráfico Godot, que permite aos jogadores criar e modificar mapas, modos de jogo, e até recriar experiências inesperadas - semelhante aos modos criativos de PUBG ou Only Up.
O Battlefield 6 quer regressar ao que tornou a série especial, mas com um olhar voltado para o futuro. Agora resta esperar pelo lançamento oficial, marcado para 10 de Outubro, e saber se o resultado está à altura das expectativas.
A EA está a preparar uma nova fase para a série Battlefield, com o lançamento de Battlefield 6, que será fortemente baseado em conteúdos criados pelos utilizadores através do modo Battlefield Portal. A ideia é transformar o jogo numa plataforma contínua, num estilo mais próximo do que acontece no Fortnite e Call of Duty, onde a comunidade ajuda a criar a experiência. Para isso, a EA está a apostar num modelo live service e espera atingir os 100 milhões de jogadores após o lançamento.
O novo jogo decorre num cenário de guerra moderna, em 2027, com batalhas em larga escala entre a NATO e uma força militar privada chamada PAX Armata, em regiões como a Europa, Norte de África e costa oeste da América do Norte. Mas o destaque vai para o Portal, uma ferramenta alimentada pelo motor gráfico Godot, que permite aos jogadores criar e modificar mapas, modos de jogo, e até recriar experiências inesperadas - semelhante aos modos criativos de PUBG ou Only Up.
Gear up and deploy across 9 multiplayer maps in #Battlefield6 🌎
— Battlefield (@Battlefield) July 31, 2025
From the deserts of Egypt to Brooklyn's streets, engage in close-quarters chaos or grand-scale warfare. pic.twitter.com/7K55AgDHmi
A equipa de desenvolvimento acredita que esta abordagem mais colaborativa e dinâmica é a chave para manter os jogadores envolvidos a longo prazo. Durante o desenvolvimento, ouviram o feedback dos jogadores que participaram nos testes fechados do programa Battlefield Labs, para alinhar o jogo com o que a comunidade procura. O objectivo será oferecer algo que evolua com o tempo, com eventos sazonais e novidades constantes para manter o interesse dos jogadores.Stay connected to the fight and your squad 🪖
— Battlefield (@Battlefield) July 31, 2025
The new Kinesthetic Combat System in #Battlefield6 makes every move feel sharper and every shot pure instinct. pic.twitter.com/UA6xDJ6oKo
O Battlefield 6 quer regressar ao que tornou a série especial, mas com um olhar voltado para o futuro. Agora resta esperar pelo lançamento oficial, marcado para 10 de Outubro, e saber se o resultado está à altura das expectativas.
domingo, 27 de julho de 2025
Battlefield 6 mostra primeiro trailer
A saga Battlefield começa a campanha para criar interesse no próximo Battlefield 6.
A EA revelou finalmente o primeiro trailer de Battlefield 6, o próximo capítulo da sua conhecida série de jogos FPS. Depois do fracasso de Battlefield 2042, este novo título chega com a promessa de trazer de volta a acção intensa e os cenários destrutíveis que têm sido um dos seus elementos técnicos diferenciadores. O trailer, em tom cinematográfico, mostra um mundo à beira da guerra, liderado por um grupo militar privado chamado Pax Armata, financiado por antigos estados da NATO.
Apesar de não mostrar muito gameplay (que fica prometido para breve), o vídeo dá a entender que Battlefield 6 vai apostar forte na espectacularidade visual e nas grandes batalhas com combates terrestres, aéreos e destruição em larga escala. O modo multiplayer será revelado no dia 31 de Julho, e haverá também o regresso de uma campanha a solo, algo muito pedido pelos fãs desde os últimos lançamentos.
A EA descreve o jogo como uma combinação de combate visceral, liberdade táctica e guerra total. Os jogadores poderão explodir edifícios para ganhar vantagem, voar em caças supersónicos ou liderar ataques em tanques de guerra. O jogo será desenvolvido em conjunto por quatro estúdios: DICE, Criterion, EA Motive e Ripple Effect, agora agrupados sob o nome "Battlefield Studios".
Ainda não há data oficial de lançamento nem confirmação das plataformas, mas os rumores apontam para Outubro, com lançamento previsto para consolas de nova geração e PC. Com a concorrência de títulos como Call of Duty: Black Ops 7 e Fortnite, a EA tem muito em jogo para recuperar a confiança dos fãs.
A EA revelou finalmente o primeiro trailer de Battlefield 6, o próximo capítulo da sua conhecida série de jogos FPS. Depois do fracasso de Battlefield 2042, este novo título chega com a promessa de trazer de volta a acção intensa e os cenários destrutíveis que têm sido um dos seus elementos técnicos diferenciadores. O trailer, em tom cinematográfico, mostra um mundo à beira da guerra, liderado por um grupo militar privado chamado Pax Armata, financiado por antigos estados da NATO.
Apesar de não mostrar muito gameplay (que fica prometido para breve), o vídeo dá a entender que Battlefield 6 vai apostar forte na espectacularidade visual e nas grandes batalhas com combates terrestres, aéreos e destruição em larga escala. O modo multiplayer será revelado no dia 31 de Julho, e haverá também o regresso de uma campanha a solo, algo muito pedido pelos fãs desde os últimos lançamentos.
A EA descreve o jogo como uma combinação de combate visceral, liberdade táctica e guerra total. Os jogadores poderão explodir edifícios para ganhar vantagem, voar em caças supersónicos ou liderar ataques em tanques de guerra. O jogo será desenvolvido em conjunto por quatro estúdios: DICE, Criterion, EA Motive e Ripple Effect, agora agrupados sob o nome "Battlefield Studios".
Ainda não há data oficial de lançamento nem confirmação das plataformas, mas os rumores apontam para Outubro, com lançamento previsto para consolas de nova geração e PC. Com a concorrência de títulos como Call of Duty: Black Ops 7 e Fortnite, a EA tem muito em jogo para recuperar a confiança dos fãs.
sexta-feira, 8 de outubro de 2021
Battlefield 2042 Open Beta
Se são fãs da saga Battlefield na sua modalidade mais futurista, podem aproveitar para experimentar o Battlefield 2042 durante este dias de Open Beta, disponível para PC e também nas consolas.
segunda-feira, 16 de agosto de 2021
Battlefield 2042 confirma regresso de personagem do Battlefield 4
O Battlefield 2042 é mais um dos jogos que lamentavelmente diz adeus à campanha single-player, mas que continua a desenvolver a vertente da história para tentar manter uma narrativa coerente ao longo da saga. Neste caso, indo buscar Kimble 'Irish' Graves, já conhecido dos jogadores que passaram pelo Battlefield 4.
quarta-feira, 30 de junho de 2021
Battlefield 2042 vai usar bots para encher os jogos
O próximo Battlefield 2042 só chega em Outubro, mas a EA está desde já a avisar que irá recorrer a bots para encher as batalhas que, nesta versão do jogo poderão ter até 128 jogadores simultâneos. Quem já tiver passado minutos em jogos multiplayer à espera de encher uma sessão com 16 ou 32 pessoas facilmente compreenderá a frustração que seria ter essa espera multiplicada para 128 jogadores, e a opção de ter bots torna-se numa decisão sensata, permitindo desfrutar do jogo sem demoras prolongadas.
Pode ser também sinal de que a EA tem aprendido com os erros do passado, como quando lançou o Titanfall original apenas com multi-player, sem opção para que um único jogador pudesse jogar sozinho contra bots, se assim quisesse.
Pode ser também sinal de que a EA tem aprendido com os erros do passado, como quando lançou o Titanfall original apenas com multi-player, sem opção para que um único jogador pudesse jogar sozinho contra bots, se assim quisesse.
quinta-feira, 10 de junho de 2021
Battlefield 2042 chega a 22 de Outubro
Depois do Battlefield V, teremos Battlefield 2042, que leva os combates multiplayer ligeiramente para o futuro, e com direito a um vídeo de lançamento repleto de acção.
quinta-feira, 24 de maio de 2018
Battlefield 5 regressa à 2ª Guerra Mundial
Já sabemos que um jogo de guerra não poderá escapar a cenários de guerra, mas em Battlefield 5 o campo de batalha volta a ser a 2ª guerra mundial.
Com gráficos sempre impressionantes (para quem tiver máquina suficiente para aguentar com eles), a aposta é na diversão no jogo com os amigos, e desta vez teremos dois novos modos de jogo: Grand Operations, onde teremos mega-jogos multiplayer com objectivos que tentarão recriar missões épicas; e Tides of War, um modo de campanha online contínua, que se irá adaptando continuamente à evolução dos jogadores.
Battlefield 5 tem lançamento agendado para Outubro.
sábado, 8 de julho de 2017
Battlefield 1 e Titanfall 2 chegam ao Origin Access em Setembro
Se achavam que o Origin Access não valia a pena, poderão ter que reconsiderar isso depois das férias de Verão, pois em Setembro o serviço de acesso a jogos da EA vai ganhar mais alguns jogos de peso, incluindo o Battlefield 1 e Titanfall 2.
O Battlefield 1 e Titanfall 2 chegam ao Origin Access e EA Access em Setembro, sendo que já esta semana são adicionados também os quatro packs de expansão para o Star Wars Battlefront: Outer Rim, Bespin, Death Star e Rogue One: Scarif. Para além destes, os assinantes do Origin Access também irão ter acesso ao The Sims 4’s Digital Deluxe Edition, Oxenfree e Rebel Galaxy.
O EA Access (Xbox One) / Origin Access (PC) custa $4.99 por mês ou $29.99 por ano, com o primeiro a dar acesso a mais de 45 jogos, e a versão para PC a contar já com mais de 70 jogos.
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Battlefield 1 facilita criação de filmes - também nas consolas
Os jogadores com consolas têm ficado para trás no que diz respeito a ferramentas para a criação de vídeos a partir dos seus jogos, mas no Battlefield 1 isso deverá ficar resolvido. Tanto os jogadores com Xbox One como com PS4 irão ter acesso a ferramentas "criativas" que permitirão captar sequências do jogo em estilo cinematográfico (deixando até aplicar diversos efeitos de imagem).
... Fico a aguardar pelos primeiros filmes... made in Battlefield 1! :)
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
Battlefield 1 aposta num single-player mais cinematográfico
Muitos jogos têm descurado a componente single-player e apostado apenas nas modalidade multi-player, e a saga Battlefield é uma delas. Mas com Battlefield 1 a DICE aposta em algo um pouco diferente, que praticamente nos vai colocar no papel de diferentes personagens - algumas delas que nos irão fazer sentir estarmos dentro de alguns dos mais clássicos filmes de guerra (com a diferença daqui termos total interactividade.)
Esperemos que o consigam fazer... pois eu sou fã dos modos de campanha dos jogos (infelizmente não tenho oportunidade para depois passar muito tempo nos multiplayer.)
domingo, 28 de agosto de 2016
Battlefield 1 Premium Pass vai custar €49,95
O Battlefield 1 é um dos jogos mais aguardados do ano, mas mais uma vez teremos um jogo que será "pago às prestações" ou, melhor dizendo, que vem com o preço real camuflado. É que para além do jogo, os jogadores terão - quase inevitavelmente - que investir no Premium Pass para terem acesso aos conteúdos extra: que incluirão 4 expansion packs, com 16 novos mapas, novos modos de jogo, novas classes e armas (o primeiro, "They Shall Not Pass", chega em Março de 2017).
Claro que, como sempre, só compra quem quer... mas bem que seria interessante os editores decidirem-se de uma vez por todas: ou vendem o jogo com um preço único e sem cobrarem mais nada por nenhum conteúdo; ou então, de uma vez por todas, que passem para uma modalidade de pagamento de assinatura mensal, com acesso a todos os jogos (embora não me agrade nada essa opção).
Não se esqueçam que poderão experimentar o jogo, gratuitamente, já a partir de 31 de Agosto no open beta.
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Open beta do Battlefield 1 começa a 31 de Agosto
O próximo Battlefield 1 segue o caminho inverso ao do Call of Duty Infinite Warfare, e em vez de ir para o futuro leva-nos de regresso ao passado, para as brutais batalhas da primeira Guerra Mundial.
Quem quiser avaliar se o jogo é aquilo que espera, poderá fazê-lo já a partir de 31 de Agosto, na fase open-beta com jogos multiplayer com até 64 jogadores (se aderirem ao programa "insider" poderão fazê-lo três dias mais cedo - mas terão que o fazer até 21 de Agosto e escolher a plataforma em que preferem jogar).
A Beta Aberta de Battlefield 1 contém dois dos modos de eleição do franchise – o Conquest e o Rush – no novo mapa Sinai Desert. Jogável até 64 participantes, o mapa inclui um novo Comboio Blindado Behemoth, cavalos que podes montar e novas três Classes de Elite – Sentry, Flame Trooper e Tank Hunter. Desde o anúncio do Battlefield 1 em maio, os fãs têm pedido um cheirinho da experiência de guerra aberta que o cenário da 1ª Guerra Mundial evoca. Traz um cavalo para uma luta de tanques, ou dispara uma metralhadora contra as linhas inimigas com um altamente blindado Sentry.
Depois é só esperar que não haja bugs inesperados nem adiamentos, e que tudo corra bem para o lançamento marcado para 21 de Outubro. Para quem preferir o futuro, cerca de duas semanas depois teremos o Call of Duty Infinite Warfare.
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Battlefield 1 regressa até aos tempos da 1ª Guerra Mundial
Se a saga Call of Duty decidiu avançar ainda mais para o futuro com combates espaciais, já Battlefield faz o oposto e leva-nos para o passado, até à primeira Guerra Mundial.
As apostas antagónicas quase parecem ter sido combinadas, para não entrarem em concorrência directa, e enquanto em CoD Infinity poderemos pilotar naves espaciais em órbita, em Battlefield 1 teremos hipótese de reviver uma das mais terríveis guerras, onde se iam testando todo o tipo de tecnologias que dessem vantagem no campo de batalha, passando pelos tanques de guerra, guerra química, a utilização dos aviões, e muito mais.
O jogo estará disponível para a Xbox One, PlayStation 4 e PC a 21 de Outubro - e com fase beta aberta a todos mais próximo dessa data.
sábado, 28 de março de 2015
EA continua a insistir no DRM (e a mostrar-nos que só chateia quem paga)
A Electronic Arts continua a achar que tem que tratar todos os seus clientes como criminosos, e passados todos estes anos, em vez de ter aprendido a lição continua a insistir no DRM abusivo que apenas vai incentivando que os seus cliente recorram a alternativas "não oficiais".
A minha relação com a EA poderá ser descrita como de amor-ódio. Por um lado, sou fã da EA desde a sua origem e de muitos dos jogos que vai trazendo para o mercado; por outro lado, considero inadmissível a sua posição quanto ao DRM abusivo com que infectam os nossos computadores.
Já lá vão mais de 5 anos desde a minha fatídica experiência com o DRM do Crysis, que teve como consequência fazer boicote completo aos jogos da EA durante vários anos (e até fazer com que me desinteressasse dos jogos nos PCs e desse uma oportunidade aos jogos nas consolas - onde não tinha que me preocupar com este tipo de coisa). Mais recentemente, ainda voltei a dar oportunidade à EA em jogos como Battlefield - mas considero inaceitável que agora, para além do Origin e de tudo o que eles instalam, também se queiram intrometer no browser com plugins e sei lá que mais.
E agora, não tendo sido comigo, eis mais uma história com a qual não tenho outro remédio senão identificar-me: de um utilizador que ficou impossibilitado de jogar o novo Battlefield Hardline, simplesmente por testar múltiplas combinações de hardware.
Sim, aceito que isto seja "irrelevante" para 99.9% dos jogadores, que raramente irão trocar de motherboard ou de placa gráfica. Mas trata-se de uma questão de princípio: a EA já obriga os jogadores a criarem uma conta no seu serviço Origin, que serve para validar a sua identidade/legalidade, mas mesmo assim, a EA bloqueia quem se aventurar a experimentar um jogo em 3 ou 4 conjuntos de hardware diferentes num curto espaço de tempo. Já nem entro nas questões - igualmente abusivas - de todo o tipo de informação que a EA estará a recolher e monitorizar continuamente nos computadores dos seus cliente; mas mesmo focando-me na questão básica, de alguém ter acesso àquilo pelo qual pago, isto ultrapassa todos os limites.
... Limites que, como bem sabemos, não existem para quem opta por piratear os seus jogos (bastará dar um salto a sites como o PirateBay ou outros, para rapidamente encontrar versões onde os jogadores não se têm que preocupar com este tipo de problemas). É verdadeiramente aquilo que se pode dizer: estar a pagar para ser mal servido!
Morte ao DRM, de uma vez por todas!
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Battlefield Hardline [Requisitos mínimos]
Já são conhecidos os requisitos mínimos e recomendados para o Battlefield Hardline, que serão os mesmos que foram indicados para a versão beta (que esteve em modo aberto até ontem).
Mínimo:
- OS: Windows Vista SP2 64-bit (with KB971512 Update)
- CPU: Athlon II/Phenom II 2.8 GHz, Intel Core i3/i5 2.4 GHz
- Memory: 4 GB RAM
- Graphics card: ATI Radeon HD 5770 (1 GB), Nvidia GeForce GTX 260 (896 MB)
- Hard drive: 60 GB
- DirectX 11
Recomendado:
- OS: Windows 8 64-bit (with KB971512 Update)
- CPU: Intel quad-core CPU, AMD six-core CPU
- Memory: 8 GB RAM
- Graphics card: AMD Radeon R9 290, Nvidia GeForce GTX 760
- Graphics memory: 3 GB
- Hard drive: 60 GB
- DirectX 11
Só desejava que a série Battlefield deixasse de se intrometer no browser com os seus plugins especiais (isso e o Punkbuster, que nesta fase beta não me deixava jogar por mais de 2 minutos consecutivos, atirando-me sempre para o menu principal - e escusado será dizer que não fiquei com vontade de investir dinheiro na versão final!)
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Experimenta o Battlefield Hardline Beta até 8 de Fevereiro
Já podes experimentar o mais recente Battlefield Hardline, que está disponível em modo beta aberto a todos de 3 a 8 de Fevereiro.
A versão beta vai estar disponível para jogadores de todo o mundo em para PC (através do Origin), PS3, PS4, Xbox 360 e Xbox One. Neste jogo onde o trabalho em equipa será fundamental para que as facções "polícia/ladrões" vençam os oponentes, vamos ter por agora acesso a três mapas e diversos modos de jogo:
- Hotwire traz perseguições a alta velocidade ao campo de batalha, à medida que os criminosos tentam roubar uma lista de carros enquanto as autoridades tentam reavê-los.
- Conquest, em Dust Bowl, com batalhas épicas até 64 jogadores.
- Heist, neste modo vão figurar criminosos tentando o grande assalto a um cofre de um banco, assegurando a sua parte do saque em pontos específicos no mapa enquanto um esquadrão de polícias trabalha juntos para os impedir.
Para além disto poderemos ver também, pela primeira vez, outro modo de jogo chamado Hacker, que leva o conceito de vigilância a um novo nível enquanto um jogador de cada lado pode introduzir-se no campo de batalha de formas diferentes, incluindo piratear câmaras de segurança, vigiar inimigos e especificar áreas para a sua equipa atacar ou defender. O modo Hacker vai ser jogável em todos os modos da beta.
Battlefield Hardline chega a 19 de Março à Europa na Origin para PC, PlayStation 4, PlayStation 3, Xbox One e Xbox 360.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Battlefield 4 recebe actualização que faz do jogo aquilo que devia ter sido no lançamento
Battlefield 4 foi um dos jogos mais aguardados de sempre, mas os veteranos do BF3 rapidamente se fartarão dos muitos bugs e experiência de jogo online que deixava bastante a desejar face à versão anterior. Agora, a EA e a DICE lançam finalmente uma actualização que promete melhorar o jogo online e torná-lo mais aproximado do que era no BF3, mas com as animações de melhor qualidade desta nova versão.
Os responsáveis pelo jogo dizem que o código das comunicações em rede é agora o mais rápido de todas as versões já feitas, e também os jogadores da PS3 e Xbox 360 passarão a usar esta versão de alta frequência para tornar os jogos mais fluidos. O recuo das armas também foi reduzido para se tornar menos distractivo (excepto nalgumas miras), e regressa o "Classic Mode" também já conhecido das versões anteriores. O interface também passa a ser mais configurável para garantir que todos os jogadores podem ter um "HUD" à sua medida.
Será o suficiente para fazer com que os jogadores desapontados voltem a dar-lhe uma nova hipótese? Isso teremos que esperar para ver - mas esperemos que seja uma lição que não seja esquecida pelos developers, de que os jogadores estão fartos de pagar por jogos que são lançados praticamente inacabados e cheios de falhas.
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