O Doom continua a levar a criatividade aos limites, agora sendo possível correr o famoso jogo em earphones.
Um novo projecto levou o clássico desafio de correr o Doom em hardware incomum ao limites: correndo o jogo em auriculares Bluetooth. O programador Arin Sarkissian conseguiu pôr Doom a correr num par de earbuds que nem sequer têm capacidade para mostrar gráficos, elevando o conceito de portabilidade a outro nível.
O projecto Doombuds foi desenvolvido especificamente para os PineBuds Pro, tirando partido de serem os únicos auriculares no mercado que utilizam firmware totalmente open source e contam com um SDK mantido pela comunidade. Esta capacidade torna-se essencial para permitir a sua programação, possibilitando coisas que seriam impossíveis nos modelos comerciais.
Adaptar o jogo a um hardware tão limitado exigiu vários compromissos e muitas optimizações. O Doom teve de ser reduzido para caber em apenas 4MB de armazenamento. e correr com menos de 1MB de RAM disponível, obrigando a fazer coisas como cortes nas animações e música. Uma vez que os auriculares não têm ecrã, a solução passa por usar os contactos UART para enviar um stream de vídeo MJPEG comprimido para um servidor web onde as imagens podem ser vistas. O resultado é o Doom a correr em earphones com uma velocidade de 22 a 27 fps, suficiente para uma experiencia "jogáve", especialmente quando se tem em conta o harware em que está a correr.
Quem tiver estes auriculares poderá replicar o projecto. Para quem não tem, é possível experimentar sessões remotas - que estão a correr em earphones físicos reais - na página do projecto.
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domingo, 15 de fevereiro de 2026
segunda-feira, 19 de maio de 2025
Doom: The Dark Ages
Já está disponível o Doom: The Dark Ages, a mais recente versão de um clássico que transformou os jogos de computador.
Depois do Doom Eternal, este Doom: The Dark Ages traz-nos mais uma dose de carnificina digital, desta vez reforçando ainda mais a componente "medieval" do jogo.
Mas, por trás da diversão de destruir tudo o que nos aparece pela frente da forma mais criativa possível, esconde-se um poderoso motor gráfico altamente avançado, quer a nível da qualidade de imagem (com reflexos e iluminação), como também a nível da simulação física. Detalhes que quase poderão passar despercebidos pelo meio da intensa acção mas que contribuem para dar um nível de realismo que, tradicionalmente, não estava presente neste tipo de jogos.
Como sempre, vale a pena experimentar e desfrutar.
Para os fãs, podem também apreciar as diferenças e evoluções dos diferentes inimigos e criaturas - bem distantes do amontoado de pixels do Doom original.
Depois do Doom Eternal, este Doom: The Dark Ages traz-nos mais uma dose de carnificina digital, desta vez reforçando ainda mais a componente "medieval" do jogo.
Mas, por trás da diversão de destruir tudo o que nos aparece pela frente da forma mais criativa possível, esconde-se um poderoso motor gráfico altamente avançado, quer a nível da qualidade de imagem (com reflexos e iluminação), como também a nível da simulação física. Detalhes que quase poderão passar despercebidos pelo meio da intensa acção mas que contribuem para dar um nível de realismo que, tradicionalmente, não estava presente neste tipo de jogos.
Como sempre, vale a pena experimentar e desfrutar.
Para os fãs, podem também apreciar as diferenças e evoluções dos diferentes inimigos e criaturas - bem distantes do amontoado de pixels do Doom original.
segunda-feira, 21 de abril de 2025
DOOM: The Dark Ages
Começa a aproximar-se a data de lançamento de DOOM: The Dark Ages, um novo capítulo numa saga memorável que está intimamente ligada à criação de todos os shooters FPS.
Dizem que o objectivo é manter a diversão do jogo original, agora com visuais à altura das capacidades do hardware actual, e os trailers que vão sendo lançados não desapontam - com a indicação de que até as cut-scenes são geradas pelo motor de jogo, sem a batota dos vídeos "pre-gravados".
Dizem que o objectivo é manter a diversão do jogo original, agora com visuais à altura das capacidades do hardware actual, e os trailers que vão sendo lançados não desapontam - com a indicação de que até as cut-scenes são geradas pelo motor de jogo, sem a batota dos vídeos "pre-gravados".
terça-feira, 4 de fevereiro de 2025
Doom a correr num dongle Lightning HDMI da Apple
Recordando-nos o quanto a tecnologia tem evoluído, temos o Doom a correr num simples dongle Lightning para HDMI da Apple.
O Doom, para além de ter sido revolucionário quando foi lançado, tornou-se também numa referência para demonstrar como pode ser executado de forma eficiente até em hardware bastante limitado que nunca se imaginaria ter capacidade para correr jogos.
Já vimos o Doom a correr num Game & Watch, numa lâmpada do Ikea, dentro do Notepad, num PDF, e até num teste de gravidez. Desta vez, o processo fica algo facilitado por correr num dongle Lightning para HDMI, o que desde logo simplifica todo o processo de fazer o resultado apresentável num monitor ou televisor. Infelizmente não são dados quaisquer detalhes sobre o processo de como tal foi conseguido, nem quais as dificuldades encontradas. Mas, não deixa de ser mais um excelente para adicionar à colecção de formas criativas de correr o Doom.
O Doom, para além de ter sido revolucionário quando foi lançado, tornou-se também numa referência para demonstrar como pode ser executado de forma eficiente até em hardware bastante limitado que nunca se imaginaria ter capacidade para correr jogos.
Já vimos o Doom a correr num Game & Watch, numa lâmpada do Ikea, dentro do Notepad, num PDF, e até num teste de gravidez. Desta vez, o processo fica algo facilitado por correr num dongle Lightning para HDMI, o que desde logo simplifica todo o processo de fazer o resultado apresentável num monitor ou televisor. Infelizmente não são dados quaisquer detalhes sobre o processo de como tal foi conseguido, nem quais as dificuldades encontradas. Mas, não deixa de ser mais um excelente para adicionar à colecção de formas criativas de correr o Doom.
sábado, 18 de janeiro de 2025
Jogo Doom recriado num PDF (jogável)
Quando se pensava já ter visto de tudo, eis que nos chega um Doom jogável num PDF.
Já vimos jogos improváveis serem recriados em coisas como o Excel - ou até o Doom no Notepad - mas a ideia de ter o Doom a correr dentro de um PDF mais depressa pareceria uma brincadeira de 1 de Abril. Só que, não é o caso: o Doom em versão PDF é mesmo real.
Bem, ao estilo de outros Doom criativos, a criação deste Doom PDF (GitHub, ficheiro PDF) torna-se possível graças à possibilidade de execução de código Javascript dentro do visualizadores de PDF usados pelos browsers baseados em Chromium, como o Chrome, Edge, Brave, e outros. Como se poderá imaginar, existem várias limitações: a imagem é recriada usando texto (ao estilo das velhas impressões de imagens em ASCII); não temos cores; não há som; e apenas é possível fazer um movimento de cada vez (nada de tentar correr e mover para o lado e disparar ao mesmo tempo).
O jogo corre a uns reduzidos 13 fps, o que até acaba por ser vantajoso, para melhor se poder apreciar esta "obra de arte" que contribui para expandir a mística do Doom ao longo dos anos e das diversas gerações.
Já vimos jogos improváveis serem recriados em coisas como o Excel - ou até o Doom no Notepad - mas a ideia de ter o Doom a correr dentro de um PDF mais depressa pareceria uma brincadeira de 1 de Abril. Só que, não é o caso: o Doom em versão PDF é mesmo real.
Bem, ao estilo de outros Doom criativos, a criação deste Doom PDF (GitHub, ficheiro PDF) torna-se possível graças à possibilidade de execução de código Javascript dentro do visualizadores de PDF usados pelos browsers baseados em Chromium, como o Chrome, Edge, Brave, e outros. Como se poderá imaginar, existem várias limitações: a imagem é recriada usando texto (ao estilo das velhas impressões de imagens em ASCII); não temos cores; não há som; e apenas é possível fazer um movimento de cada vez (nada de tentar correr e mover para o lado e disparar ao mesmo tempo).
O jogo corre a uns reduzidos 13 fps, o que até acaba por ser vantajoso, para melhor se poder apreciar esta "obra de arte" que contribui para expandir a mística do Doom ao longo dos anos e das diversas gerações.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2025
Doom CAPTCHA obriga a jogar para provar ser humano
Há um novo CAPTCHA que dispensa a identificação de imagens ou de "hieroglifos", em vez disso usando o jogo DOOM para que se prove ser humano.
Os CAPTCHA são os sistemas utilizados para (supostamente) se validar que se é um humano e não um bot - mas que por vezes se tornam tão obtusos que nem os humanos são capazes de decifrar com facilidade (e não ajuda que os sistemas AI actuais sejam capazes de superar a maioria deles). Neste caso, temos uma versão bastante curiosa e original: em vez de identificar imagens, decifrar letras e números, ou fazer contas, temos como método o jogo Doom!
Para se superar este Doom CAPTCHA temos que matar três inimigos. Algo que pode parecer divertido mas que poderá não ser tão simples quanto se possa imaginar.
Depois de várias tentativas, só com algum esforço consegui passar o captcha. Pelo que, ou os meus dotes de jogador estão enferrujados, ou talvez seja melhor usar este Doom CAPTCHA apenas em sites destinados a gamers. :)
Talvez numa próxima versão deste CAPTCHA, em vez de apenas o Doom se possa ter uma mini-loja com diversos jogos à disposição, para que cada um possa enfrentar um jogo CAPTCHA mais ao seu estilo.
Os CAPTCHA são os sistemas utilizados para (supostamente) se validar que se é um humano e não um bot - mas que por vezes se tornam tão obtusos que nem os humanos são capazes de decifrar com facilidade (e não ajuda que os sistemas AI actuais sejam capazes de superar a maioria deles). Neste caso, temos uma versão bastante curiosa e original: em vez de identificar imagens, decifrar letras e números, ou fazer contas, temos como método o jogo Doom!
Para se superar este Doom CAPTCHA temos que matar três inimigos. Algo que pode parecer divertido mas que poderá não ser tão simples quanto se possa imaginar.
Depois de várias tentativas, só com algum esforço consegui passar o captcha. Pelo que, ou os meus dotes de jogador estão enferrujados, ou talvez seja melhor usar este Doom CAPTCHA apenas em sites destinados a gamers. :)
Talvez numa próxima versão deste CAPTCHA, em vez de apenas o Doom se possa ter uma mini-loja com diversos jogos à disposição, para que cada um possa enfrentar um jogo CAPTCHA mais ao seu estilo.
domingo, 1 de dezembro de 2024
Relógio Nintendo Alarmo corre Doom
O mais recente e divertido relógio da Nintendo, o Alarmo, junta-se aos dispositivos capazes de correr o Doom.
Curiosamente, é possível fazê-lo sem alterações ao firmware do relógio, carregando o Doom a partir de USB. E facilmente se pode antever, que, com esta capacidade, não deverá demorar para que surjam muitos outros projectos a expandir as capacidades do Alarmo.
Curiosamente, é possível fazê-lo sem alterações ao firmware do relógio, carregando o Doom a partir de USB. E facilmente se pode antever, que, com esta capacidade, não deverá demorar para que surjam muitos outros projectos a expandir as capacidades do Alarmo.
quinta-feira, 19 de setembro de 2024
Voxel Doom em ecrã volumétrico
Aproximando-nos das imagens 3D vistas nos filmes de ficção científica, temos o exemplo de um Doom a correr num display volumétrico.
Este projecto de James Brown - engenheiro da Wētā Workshop que já nos tinha mostrado como transformar ecrãs dos blocos LEGO em ecrãs funcionais - agora eleva as dimensões do 2D para o 3D, e neste caso, é mesmo 3D real, ao estilo dos "hologramas" que vemos nos filmes, mostrando imagens 3D que parecem estar no ar.
O truque é o mesmo que é usado nos projectos que usam uma linha de LEDs a rodar a alta-velocidade para criar a ilusão de uma imagem 3D gerada a partir de uma linha 1D, mas aqui expandida para usar um display matricial 2D a girar para criar o efeito 3D. Um efeito que não só pode ser usado para apresentar modelos 3D, como também pode ser usado para nos mostrar o Voxel Doom em toda a sua verdadeira glória.
Se alguma vez este tipo de dispositivos se tornará "comum" ao ponto de substituir os ecrãs tradicionais? Neste momento isso parece pouco provável, tendo em conta a complexidade mecânica de ter um ecrã a girar a alta-velocidade. Mas, sem dúvida que irá sempre encontrar o seu lugar no sector das curiosidades, publicidade, eventos, e tudo o mais onde seja necessário ter algo que "chame a atenção".
Este projecto de James Brown - engenheiro da Wētā Workshop que já nos tinha mostrado como transformar ecrãs dos blocos LEGO em ecrãs funcionais - agora eleva as dimensões do 2D para o 3D, e neste caso, é mesmo 3D real, ao estilo dos "hologramas" que vemos nos filmes, mostrando imagens 3D que parecem estar no ar.
O truque é o mesmo que é usado nos projectos que usam uma linha de LEDs a rodar a alta-velocidade para criar a ilusão de uma imagem 3D gerada a partir de uma linha 1D, mas aqui expandida para usar um display matricial 2D a girar para criar o efeito 3D. Um efeito que não só pode ser usado para apresentar modelos 3D, como também pode ser usado para nos mostrar o Voxel Doom em toda a sua verdadeira glória.
Se alguma vez este tipo de dispositivos se tornará "comum" ao ponto de substituir os ecrãs tradicionais? Neste momento isso parece pouco provável, tendo em conta a complexidade mecânica de ter um ecrã a girar a alta-velocidade. Mas, sem dúvida que irá sempre encontrar o seu lugar no sector das curiosidades, publicidade, eventos, e tudo o mais onde seja necessário ter algo que "chame a atenção".
quarta-feira, 8 de maio de 2024
Primeiro nível do Doom 2 terminado em 4.97 segundos
O Doom 2 tem novo recorde de speedrun, com o primeiro nível a ter sido terminado em menos de 5 segundos.
O Doom foi um jogo que maravilhou os jogadores do século passado com os seus gráficos 3D "impressionantes" - isto numa era em que nem se imaginava o que era um GPU e era tudo feito com incríveis actos de optimização de software - e que nos podia entreter durante horas. Mas no mundo dos speedrunners o objectivo é terminar um jogo da forma mais rápida possível, e agora conseguiu-se o feito de terminar o nível inicial do Doom 2 em apenas 4.97 segundos.
Ao longo da última década muitas foram as tentativas de reduzir o tempo do primeiro nível, dos 5.25 segundos de 2001, aos 5.14 segundos em 2002, e 5.09 segundos em 2017. Em 2020 chegou-se aos 5.03 segundos, e pouco depois conseguiu-se o primeiro tempo na casa dos 4 segundos - mas com isso a ser feito sem monstros. Para os puristas, o verdadeiro speedrun tem que ser feito nas condições normais de jogo - com monstros - e foi precisamente isso que agora foi conseguido, tirando partido de todas as técnicas possíveis para poupar cada fracção de segundo.
Vendo o vídeo, nem parece difícil, mas foram precisas milhares e milhares de tentativas até que tudo corresse na perfeição, possibilitando este novo recorde.
O Doom foi um jogo que maravilhou os jogadores do século passado com os seus gráficos 3D "impressionantes" - isto numa era em que nem se imaginava o que era um GPU e era tudo feito com incríveis actos de optimização de software - e que nos podia entreter durante horas. Mas no mundo dos speedrunners o objectivo é terminar um jogo da forma mais rápida possível, e agora conseguiu-se o feito de terminar o nível inicial do Doom 2 em apenas 4.97 segundos.
Ao longo da última década muitas foram as tentativas de reduzir o tempo do primeiro nível, dos 5.25 segundos de 2001, aos 5.14 segundos em 2002, e 5.09 segundos em 2017. Em 2020 chegou-se aos 5.03 segundos, e pouco depois conseguiu-se o primeiro tempo na casa dos 4 segundos - mas com isso a ser feito sem monstros. Para os puristas, o verdadeiro speedrun tem que ser feito nas condições normais de jogo - com monstros - e foi precisamente isso que agora foi conseguido, tirando partido de todas as técnicas possíveis para poupar cada fracção de segundo.
Vendo o vídeo, nem parece difícil, mas foram precisas milhares e milhares de tentativas até que tudo corresse na perfeição, possibilitando este novo recorde.
sábado, 22 de outubro de 2022
DOOM chega ao Notepad
O clássico jogo Doom não pára de ressurgir em variantes originais, desta vez podendo ser jogado dentro do Notepad.
O Doom foi um jogo revolucionário quando foi lançado, e desde então tem-se mantido como uma referência para as mais criativas experiências. Já vimos o Doom a correr em mini-consolas Game&Watch, em lâmpadas IKEA, e até em testes de gravidez. E agora, temos o Doom a correr no Notepad.
O criador deste projecto faz questão de referir que não há qualquer tipo de batota, funcionando no Notepad do Windows sem qualquer modificação, e usando apenas uma conversão de cada frame para texto, que depois é injectado e apresentado no Notepad.
O Doom foi um jogo revolucionário quando foi lançado, e desde então tem-se mantido como uma referência para as mais criativas experiências. Já vimos o Doom a correr em mini-consolas Game&Watch, em lâmpadas IKEA, e até em testes de gravidez. E agora, temos o Doom a correr no Notepad.
O criador deste projecto faz questão de referir que não há qualquer tipo de batota, funcionando no Notepad do Windows sem qualquer modificação, e usando apenas uma conversão de cada frame para texto, que depois é injectado e apresentado no Notepad.
domingo, 20 de junho de 2021
Doom a correr numa lâmpada IKEA
Depois do Doom a correr num teste de gravidez, temos o Doom a correr numa lâmpada ZigBee da IKEA.
A inspiração para este projecto surgiu com o do teste de gravidez, que na verdade não estava a correr o Doom mas apenas a servir como ecrã. Por isso, desta vez, o objectivo era fazer isso de verdade, encontrando um produto banal, e comprovar se seria mesmo capaz de correr o Doom. A escolha acabou por recair numa lâmpada TRÅDFRI ZigBee da IKEA, cujas versões mais recentes vêm com um micro-controlador mais poderoso que possibilitou esta tarefa "impossível".
Claro que as dificuldades foram muitas, e foram também necessárias algumas alterações e adaptações; mas desta vez o resultado foi um Doom que estava mesmo a correr no hardware que actualmente se pode encontrar no interior de uma lâmpada, sem "batotas" de estar a correr num computador externo.
Quer isto dizer que agora em diante já podem perguntar: "A tua lâmpada quantos frames por segundo dá no Doom?"
A inspiração para este projecto surgiu com o do teste de gravidez, que na verdade não estava a correr o Doom mas apenas a servir como ecrã. Por isso, desta vez, o objectivo era fazer isso de verdade, encontrando um produto banal, e comprovar se seria mesmo capaz de correr o Doom. A escolha acabou por recair numa lâmpada TRÅDFRI ZigBee da IKEA, cujas versões mais recentes vêm com um micro-controlador mais poderoso que possibilitou esta tarefa "impossível".
Claro que as dificuldades foram muitas, e foram também necessárias algumas alterações e adaptações; mas desta vez o resultado foi um Doom que estava mesmo a correr no hardware que actualmente se pode encontrar no interior de uma lâmpada, sem "batotas" de estar a correr num computador externo.
Quer isto dizer que agora em diante já podem perguntar: "A tua lâmpada quantos frames por segundo dá no Doom?"
sexta-feira, 12 de março de 2021
Xbox adiciona 20 jogos Bethesda e id ao Xbox Game Pass
Com a aquisição da ZeniMax e, como prometido, a Xbox fica a contar já a partir de hoje com 20 novos títulos acessíveis via Xbox Game Pass, incluindo alguns dos maiores clássicos da Bethesda e id Software.
Destes, 16 estarão disponíveis em todos as plataformas (PC, Xbox e cloud) para membros Xbox Game Pass Ultimate.
Lista dos jogos:
Destes, 16 estarão disponíveis em todos as plataformas (PC, Xbox e cloud) para membros Xbox Game Pass Ultimate.
Lista dos jogos:
- Dishonored Definitive Edition (Consola, PC, Cloud)
- Dishonored 2 (Consola, PC, Cloud)
- DOOM (1993) (Consola, PC, Cloud)
- DOOM II (Consola, PC, Cloud)
- DOOM 3 (Consola, PC, Cloud)
- DOOM 64 (Consola, PC, Cloud)
- DOOM Eternal (Consola, PC, Cloud)
- The Elder Scrolls III: Morrowind (Consola, PC)
- The Elder Scrolls IV: Oblivion (Consola, PC)
- The Elder Scrolls V: Skyrim Special Edition (Consola, PC, Cloud)
- The Elder Scrolls Online (Cloud, Consola)
- The Evil Within (Consola, PC, Cloud)
- Fallout 4 (Consola, PC, Cloud)
- Fallout 76 (Consola, PC, Cloud)
- Fallout: New Vegas (Consola)
- Prey (Consola, PC, Cloud)
- RAGE 2 (Consola, PC, Cloud)
- Wolfenstein: The New Order (Consola, PC, Cloud)
- Wolfenstein: The Old Blood (Consola, PC, Cloud)
- Wolfenstein: Youngblood (Consola, PC, Cloud)
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2020
Poom é um Doom para Pico-8
Revisitando as limitações do passado, este Poom mostra-nos como seria um Doom Pico-8 capaz de correr num ecrã de 128 x 128 pixeis, e com apenas 16 cores disponíveis.
Hoje em dia preocupamos-nos sobre se a nossa placa gráfica será capaz de correr um jogo em resoluções 4K a 60Hz ou mais, mas há quem ainda dê valor às limitações de hardware que existiam no passado. É precisamente isso que faz o projecto Pico-8, que recria uma consola virtual com limitações ao estilo das que seriam encontradas em hardware dos anos 80: como resolução de 128x128 pixeis, apenas 16 cores simultâneas, mas já contando com um sistema de som com 4 canais.
E, como não podia deixar de ser, há quem já se tenha dado ao trabalho de fazer este Poom, um Doom capaz de correr neste sistema Pico-8:
Podem experimentar que tal será este regresso ao passado, jogando Poom directamente nos vossos browsers - e até tendo suporte para gamepads e tudo - ou explorando as muitas outras coisas disponíveis para Pico-8.
Hoje em dia preocupamos-nos sobre se a nossa placa gráfica será capaz de correr um jogo em resoluções 4K a 60Hz ou mais, mas há quem ainda dê valor às limitações de hardware que existiam no passado. É precisamente isso que faz o projecto Pico-8, que recria uma consola virtual com limitações ao estilo das que seriam encontradas em hardware dos anos 80: como resolução de 128x128 pixeis, apenas 16 cores simultâneas, mas já contando com um sistema de som com 4 canais.
E, como não podia deixar de ser, há quem já se tenha dado ao trabalho de fazer este Poom, um Doom capaz de correr neste sistema Pico-8:
Poom is an absolute marvel. 16 colours! 128x128! Ridiculous! Hats off @FSouchu & @gamecactus
— zep.p8 (@lexaloffle) December 6, 2020
Play in browser / mobile: https://t.co/4giLZG2Cx9#pico8 pic.twitter.com/YB086KwybJ
Podem experimentar que tal será este regresso ao passado, jogando Poom directamente nos vossos browsers - e até tendo suporte para gamepads e tudo - ou explorando as muitas outras coisas disponíveis para Pico-8.
segunda-feira, 23 de novembro de 2020
Game & Watch: Super Mario já corre Doom
A renovada Nintendo Game & Watch Super Mario já foi hackada e já corre o Doom.
A Nintendo lançou recentemente uma versão modernizada das suas primeiras máquinas de jogos, a Game & Watch: Super Mario; e bastou um dia para que a consola sucumbisse à curiosidade dos hackers. Agora, temos mais um marco, com a demonstração que esta máquina de jogos portáteis com hardware bastante modesto, pode correr o Doom.
Ora, é um Doom que não é verdadeiramente idêntico ao original, já que para caber na memória disponível desta micro-consola foi necessário "espremê-lo" ao máximo, o que significa que se tiveram que dispensar coisas como texturas, dando um aspecto completamente diferente ao jogo. Ainda assim, o objectivo era apenas demonstrar que era possível. Mas mais importante que ter o Doom a correr lá, será arranjar uma forma de executar jogos externos bastante mais simples e abrangente.
A Nintendo lançou recentemente uma versão modernizada das suas primeiras máquinas de jogos, a Game & Watch: Super Mario; e bastou um dia para que a consola sucumbisse à curiosidade dos hackers. Agora, temos mais um marco, com a demonstração que esta máquina de jogos portáteis com hardware bastante modesto, pode correr o Doom.
Ora, é um Doom que não é verdadeiramente idêntico ao original, já que para caber na memória disponível desta micro-consola foi necessário "espremê-lo" ao máximo, o que significa que se tiveram que dispensar coisas como texturas, dando um aspecto completamente diferente ao jogo. Ainda assim, o objectivo era apenas demonstrar que era possível. Mas mais importante que ter o Doom a correr lá, será arranjar uma forma de executar jogos externos bastante mais simples e abrangente.
terça-feira, 8 de setembro de 2020
Teste de gravidez digital corre Doom
Há alguns dias falamos da situação absurda dos testes de gravidez digitais descartáveis usarem tecnologia complexa que se limita a ler a tira de um teste de gravidez convencional escondido no seu interior - e agora temos a demonstração de que têm hardware capaz de correr o jogo Doom.
Para demonstrar ao ponto a que chegamos, e de que não é mentira quando se diz que o micro-processador existente no interior de algo tão banal quanto um teste de gravidez é mais potente que os computadores que nos levaram à Lua, eis que temos uma eficaz demonstração, com o Doom a correr no micro-processador de um desses testes de gravidez.
Yesterday I had a lot of retweets and reddit posts and such for playing Doom on a pregnancy test.— foone (@Foone) September 7, 2020
But as I explained then, it wasn't really PLAYING on a pregnancy test, it was just a video being played back, not an interactive game.
Well, now it is. It's Pregnancy Test Doom! pic.twitter.com/Nrjyq07EVv
Inicialmente, tinha sido mostrado o Doom a correr no hardware do teste de gravidez mas era apenas um vídeo. Desta vez temos mesmo o Doom a funcionar efectivamente, reagindo às teclas de um teclado externo, apenas com a limitação de se estar a usar um ecrã minúsculo e monocromático, o que obriga a apresentar as imagens com dithering para simular os gradientes.
Portanto, quem usa um teste de gravidez digital descartável, está literalmente a atirar para o lixo um computador capaz de correr Doom, e que é usado apenas para lhe apresentar num ecrã aquilo que podia ver com os seus próprios olhos numa tira de papel dos teste gravidez, de alguns cêntimos.
segunda-feira, 17 de agosto de 2020
VM Computers leva PCs virtuais para dentro do Minecraft
Já é possível correr Linux, Windows, e até jogar Doom dentro do Minecraft, graças a um novo mod que facilita a utilização de computadores virtuais dentro do popular jogo.
As capacidades do Minecraft são ilimitadas, e há quem esteja continuamente a relembrar-nos disso. Agora, chega a possibilidade de termos computadores virtuais dentro do jogo, graças ao mod VM Computers que dá uso ao VirtualBox. Com isso, abre-se todo um novo universo de possibilidades, que permite que se esteja dentro da nossa casa no Minecraft, e aceder a um computador que nos deixe ir ver o nosso email real, passear pela web, ou até mesmo... jogar Doom dentro do Minecraft.
Confesso que acho mais piada às criações que são feitas usando unicamente as peças do próprio Minecraft, mas não deixa de ser impressionante ter um jogo com tal versatilidade que nos deixa ter acesso a um computador virtual dentro do próprio jogo.
Agora só falta alguém correr o Minecraft dentro de uma máquina virtual, a partir do qual acede a um computador virtual dentro do Minecraft, onde instale uma máquina virtual para instalar o Minecraft... e ver até que nível conseguem ir "Inception-style". :)
sábado, 11 de janeiro de 2020
DOOM e DOOM 2 ficam melhor que os originais
A Bethesda está a actualizar as reedições do clássico DOOM e DOOM 2, que agora ficarão ainda melhor que os originais, com suporte para quick-save, 60fps e até compatibilidade com os WADs.
A melhoria mais visível será o aumento do anterior limite de 35 fps para os 60 fps, mas também de destaque será a compatibilidade com os WADs que permitirá revisitar toda uma série de mods e mapas adicionais criados para estes clássicos, incluindo os MegaWADs e suporte para música MIDI.
Para salvaguardar frustrações, será também bastante bem vinda a capacidade de a qualquer momento se poder fazer um quick-save e um quick-load! :)
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
Doomba converte mapas dos Roomba para o DOOM
A capacidade dos Roomba criarem um mapa da casa dos seus utilizadores está finalmente a ser aproveitada para fins bem mais educativos - se considerarem que jogar o clássico DOOM num mapa da vossa própria casa se enquadra na categoria de coisas educativas.
O processo de utilização deste DOOMBA não é propriamente o mais imediato, mas é algo que qualquer utilizador conseguirá replicar com um pouco de paciência e seguindo os passos com alguma atenção.
... Este é o tipo de coisa que deveria ser bastante mais comum e num maior número de jogos. Porque motivo não podemos jogar GTA V, ou Forza Horizon 4, num mapa da nossa cidade ou país? Ou jogar um jogo de survival horror num mapa de um centro comercial à nossa escolha? :)
terça-feira, 11 de dezembro de 2018
John Romero vai criar 18 novos níveis para Doom
O Doom arrisca-se a tornar-se o jogo mais suportado da história em termos de longevidade, com John Romero, um dos criadores do jogo a lançar 18 novos níveis para celebrar o seu 25º aniversário.
Este níveis "Sigil" estarão disponíveis gratuitamente para todos os que tiverem uma cópia do Doom, constituindo aquilo a que Romero se refere como sendo "o sucessor espiritual" do 4º episódio de Doom, retomando a acção onde o original terminou, e contando com 9 mapas single-player e 9 mapas multi-player.
Para quem quiser algo mais coleccionável, estarão também disponíveis em versões standard edition ($39.99) que vem com uma caixa com design criado por Christopher Lovell, uma pen USB em formato de disco de 3.5", CDs com os níveis e banda sonora e autocolantes; e uma versão "Beast Box" ($166) que adiciona coisas como t-shirts, ilustração, uma moeda do jogo, e também uma pequena estátua com a cabeça de Romero num espeto (que se tornou num elemento icónico no Doom II).
Os interessados terão que fazer a pré-compra destas edições até ao Natal... os restantes, só terão que esperar pelos mapas gratuitos, que serão disponibilizados em Fevereiro de 2019.
sábado, 11 de agosto de 2018
DOOM Eternal
O prazer de chacinar monstros e demónios é um dos factores chave da saga DOOM, e foi isso mesmo que foi recriado no novo DOOM Eternal, que muda o cenário de Marte para o nosso próprio planeta, onde a guerra continuará mais intensa que nunca.
Podem ver as partes relevantes a partir das 1h11m do vídeo:
Podem ver as partes relevantes a partir das 1h11m do vídeo:
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