domingo, 17 de janeiro de 2021

Control

Acabei finalmente o jogo Control da Remedy Entertainment - cortesia de ser mais um dos jogos disponíveis via Xbox Game Pass - e que desde o início me tinha feito mantê-lo na lista de jogos "a jogar".

Por acaso foi uma má decisão, pois parece que nas próximas semanas sairá a actualização para tirar partido das capacidades acrescidas da Xbox Series X, mas não quis arriscar e preferi limpar a agenda para poder dedicar-me ao The Medium assim que for lançado.

Controlamos a nossa personagem na 3ª pessoa, tendo chegado a um edifício onde estão a acontecer todos o tipo de fenómenos paranormais e multidimensionais, e onde a própria arquitectura se vai transformando. A nossa personagem começa com capacidades bastante básicas, mas ao longo do jogo vamos desbloqueando capacidades adicionais, como usar telequinese para atrair e projectar objectos, levitar, ou até criar um escudo de detritos em nosso redor. Infelizmente, o facto de se tratar de um mundo "aberto" (mesmo confinado dentro de um edifício) faz com que se possa passar ao lado destas capacidades a não ser que se opte por explorar as missões secundárias - no meu caso, acabei por fazer o jogo todo sem ter aprendido que havia a capacidade de escudo, que acabei por só desbloquear depois de já ter terminado o jogo (outras, como a levitação, acabam por se tornar obrigatórias para se poder avançar no percurso principal).

Essa opção pelo mundo aberto faz muitas vezes com que o jogador se possa sentir perdido, e por diversas ocasiões passei por fases frustrantes em que nem sequer descobria uma forma de chegar ao local da missão pretendida, coisa que não era facilitada pela complexidade do mapa e do edifício.

Ainda assim, o jogo é altamente recomendado, especialmente para quem apreciar o tipo de histórias fantásticas e sci-fi que exploram dimensões paralelas. Todo o ambiente visual está muito bem conseguido, e há algumas sequências que ficarão gravadas na memória, como quando temos que ultrapassar um labirinto em corredores que nos fazem lembrar o The Shining the Stanly Kubrick, com uma banda sonora apropriada. :)

Se tiverem oportunidade experimentem - e se tiverem Game Pass, então nem é preciso pensarem duas vezes.

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