O Game Awards serviu de palco para apresentação de alguns jogos para o próximo ano, incluindo o novo jogo da Naughty Dog, Intergalactic: The Heretic Prophet.
A maioria dos jogos opta por dar continuidade a séries de sucesso, e por isso não é surpresa que na lista se incluam títulos como Borderlands 4, um novo jogo da saga Elden Ring (Nightreign), e também o muito aguardado The Withcer IV. Mas, o jogo que provavelmente gerou maior curiosidade é o novo jogo da Naughty Dog, estúdio de sucesso que nos trouxe jogos como Uncharted e The Last of Us. Com Intergalactic: The Heretic Prophet a Naughty Dog parece lançar-se para uma aventura intergaláctica que, tendo em conta o seu histórico anterior, deverá ter todos os elementos para se tornar num novo clássico.
Por agora, temos que nos contentar com os nem sempre representativos vídeos cinemáticos, que no caso do The Witcher IV foram gerados com uma "nova placa da Nvidia" (que implicitamente se pode assumir que seja uma RTX 5090).
Intergalactic: The Heretic Prophet
Elden Ring Nightreign
Borderlands 4
The Witcher IV
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domingo, 15 de dezembro de 2024
domingo, 28 de junho de 2020
The Last of Us 2 [sem spoilers]
Já terminei o The Last of Us: Part II, que passo a colocar no topo da lista dos melhores jogos PS4 até à data (e de sempre), e aqui estão as primeiras palavras sobre ele, com o cuidado de não falar demasiado para não estragar o jogo para quem ainda o estiver a jogar.
Antes de mais, uma pequena introdução: durante anos fiquei bastante irritado com muitos dos jogos PS4 que nos tentam impingir frequentemente uma história com cut-scenes. É certo que havia excepções, mas por norma era logo motivo para só me querer fazer "despachar" o jogo (ou até ficar logo por ali). Claro que com Last of Us (e outros, como a saga Uncharted) isso não se aplica; aliás, passa a ser quase o oposto: este é um daqueles jogos que facilmente se aguentaria todo o jogo a decorrer como um filme - e esta parte 2 leva isso ainda mais a sério, sendo o novo exemplo de referência do que deverá ser um "filme interactivo".
Tecnicamente, o Last of Us 2 eleva a fasquia para um nível que não imaginava ser possível na PS4, e estou a falar da PS4 "normal" e não de uma PS4 Pro. A PS4 há anos que tem jogos com gráficos de luxo, no entanto há sempre toda uma série de detalhes que já nos habituamos a desculpar por "ser assim"; quer sejam brilhos estranhos nos olhos ou bocas dos personagens, ou coisas mais estranhas como mãos e pernas a entrar pelas paredes ou objectos no cenário. Neste jogo, estamos pela primeira ver perante um jogo que recria um nível de realismo onde nada falha (a não ser que se seja mesmo picuinhas). Toda e cada cena do jogo faz-nos acreditar que estamos perante um mundo real, e para isso também contribui o espectacular desempenho dos personagens, que finalmente espelham toda uma série de emoções subtis sem parecer que se está a olhar para um cara feita por computador. Junte-se a isto alguns detalhes curiosos, como ter os personagens a reajustarem-se ligeiramente quando se sentam, ou outros trejeitos naturais a que habitualmente nem damos valor, e ficamos com o tal mundo "real" que contribui para a imersão. (Bónus para também não existirem tempos de loading "visíveis", sendo dissimulados com mestria ao longo do próprio jogo; e do próprio tutorial de várias acções estar também integrado no próprio gameplay.)
O jogo começa com Ellie e Joel a viverem uma vida pacífica em Jackson - tanto quanto possível num mundo pós-apocalíptico onde ainda é necessário manter vigilância contra os "zombies" - mas depressa as coisas mudam e os nossos personagens têm que embarcar numa aventura, cujos desenvolvimentos ficarão para a review Part II, já com spoilers. :) (Mas posso dizer desde já que achei a história fenomenal, tal como a forma como foi contada.)
A polémica sobre o jogo
O jogo tem sido alvo de bastante polémica, com campanhas de jogadores que têm tentado afundar o jogo nas pontuações, e que até chegam a partir o disco do jogo para mostrar o seu desagrado. Há várias facções de "reclamantes"; temos os que continuam a não aceitar que um jogo dê destaque a uma protagonista feminina lésbica, ou que retrate tais relações; há outros que se sentem enganados / traídos pela Naughty Dog, por ter escondido alguns dos elementos da história com trailers que tinham sido manipulados e que não acontecem durante o jogo. Seja o que for, cada um terá sempre direito à sua opinião, desde que também aceite que isso é válido para quem não concorda consigo.
Confesso que, tendo apenas acompanhado a polémica "de longe" (não queria spoilers antes de terminar o jogo), até pensei que fosse devido a alguma cena particularmente horripilante durante o jogo; coisa que não veio a acontecer (há várias cenas particularmente marcantes, sem dúvida; mas nenhuma que me pareça justificar um nível de "polémica"). Muito pelo contrário, todo este The Last of Us 2 funciona como uma ferramenta educativa, que - espero eu - possa contribuir para que todos comecem a olhar para o mundo em seu redor de outra forma, prestando atenção às verdadeiras questões sem se distraírem com aquilo que não é o essencial... coisa que quem tem fomentado a tal polémica em torno do jogo parece ter falhado em compreender.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
The Last of Us [PS3]
O nome Naughty Dog Inc. será imediatamente reconhecido por todos os possuidores de Sony PS3. Trata-se afinal, dos responsáveis por alguns dos jogos exclusivos para esta consola que, por si só, quase fazem com que valha a pena comprá-la: os bem conhecidos Uncharted, dos quais o Uncharted 3 é neste momento o mais apetecível (e que me tem feito gastar muitas horas aos comandos da PS3! :)
Mas, a Naughty Dog não pára, e prevejo desde já que esteja prestes a nascer uma nova saga que se tornará igualmente obrigatória pra esta plataforma: The Last of Us. Um jogo que se inspira num mundo apocalíptico em que a natureza começa a tomar conta de cidades abandonadas e os sobreviventes matam-se uns aos outros por comida, armas e qualquer outra coisa que possam querer. Joel, um sobrevivente impiedoso, e Ellie, uma adolescente muito mais sensata do que a sua idade deixaria adivinhar, têm de trabalhar juntos para sobreviver durante a sua viagem através do que resta dos Estados Unidos.
Pelo primeiro trailer oficial, torna-se difícil resistir ao que aí vem!
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