segunda-feira, 22 de julho de 2019

Archero


Tenho tentado libertar-me ao máximo de jogos que nos façam sentir na obrigação de voltar a eles uma e outra vez, repetidamente ao longo do dia (ou dias) - e foi nesse processo que fui dar como curioso Archero.

Num mundo recheado de jogos que logo desde o primeiro momento nos tratam como "carne para canhão" (leia-se: cobaias para testar com quanta publicidade podem levar antes de se fartarem e desinstalarem o jogo) este Archero destaca-se desde logo por - imagine-se só! - não ter publicidade a azucrinar em todos os ecrãs ou transições por que se passe. Foi algo que me fez dar-lhes logo alguns euros, só por terem esse respeito pelos jogadores.

O jogo em si é extremamente simples mas viciante, consistindo em movimento o nosso arqueiro por níveis gerados de forma semi-aleatória, e que dispara automaticamente contra os inimigos e criaturas que vão aparecendo, abrindo-se a porta para o próximo nível assim que eliminarmos tudo. Se tudo começa de forma relativamente simples, depressa começamos a acumular poderes, como disparar duas setas (podemos também ganhar outras armas, como lâminas rotativas com movimento em boomerang), ou setas laterais, ou com fogo, ou escudos, etc. que se vão acumulando e que, nos níveis mais para a frente, garantem que o ecrã poderá ficar repleto de coisas a voar pelo ecrã ao estilo dos mais alucinantes shoot'em-ups.

A única crítica que tenho a fazer é que o processo de jogar cada "jornada" se pode tornar excessivamente longo para quem apenas se quer entreter por um minuto ou dois (alguns dos níveis poderão ocupar 5 ou mais minutos). E mesmo se por vezes o jogo consegue retomar do sítio em que se deixou ficar em pausa, noutras vezes e sem explicação, volta a atirar-nos para o menu inicial. Mas mesmo assim, é o jogo a que recentemente tenho dedicado o meu (pouco) tempo livre.

Archero na Play Store - Archero na App Store


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