domingo, 3 de março de 2019

Anthem


Tive finalmente (algum) tempo para experimentar o Anthem, que vergonhosamente estava a ocupar espaço no meu computador desde a data de lançamento - sendo um dos jogos que foi excepção à regra de "não fazer a pré-compra de jogos"! Para além de puxar por tudo aquilo que o CPU e GPU são capazes de dar, com uma qualidade de imagem fascinante, num mundo repleto de detalhes que nos faz querer estar constantemente a parar para "apreciar a paisagem", o jogo começou desde logo a fazer-me ficar reticente com os períodos de loading. Faz-se uma coisa, loading; faz-se outra, loading; quer-se regressar a qualquer lado, loading.

Felizmente, por algum motivo, os tempos de loading pareceram ficar mais curtos à medida que ia jogando e me ia deixando envolver na história e folclore deste universo que ainda tenta perceber o que se passou num gigantesco cataclismo ligado a tecnologia antiga cujas origens e domínio se perderam no tempo.

Ainda estou numa fase bastante inicial, de exploração e de ir melhorando as capacidades do meu "javelin" (o fato robotizado que nos faz sentir como um poderoso Iron-Man; mas não demasiado, pois o tempo de voo está constantemente limitado pelo aquecimento excessivo), mas estou a gostar bastante da história e das missões que são relativamente curtas e se vão podendo fazer quando se tem um "tempinho" (em vez de exigir que se reserve 1 ou 2 horas para o efeito).

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