terça-feira, 8 de novembro de 2016

Call of Duty Infinite Warfare


Sendo eu um fã do Titanfall, dei prioridade ao Titanfall 2, mas agora que joguei finalmente o Call of Duty Infinite Warfare, tenho que reconhecer que é completamente justo que os jogadores prefiram o CoD.

No Titanfall 2, a estreia do modo campanha single-player foi simpática e deixa-nos a desejar por mais, sendo um universo com um incrível potencial para crescer ao longo dos anos. Só que CoD é um veterano nessa área, e a campanha do Infinite Warfare é uma verdadeira mega-produção que não abdica de nos mostrar rostos bem conhecidos e mediáticos, de Hollywood e das séries de TV, em toda e cada esquina. Para além disso, e mais importante, o investimento não foi apenas nos rostos conhecidos, pois a história está também bem engendrada, e leva-nos numa aventura interplanetária que por vezes até nos faz recordar o excelente Mass Effect.

Embora continue a ser um Call of Duty, as sequências de combate espacial, tanto nas naves como fora delas em ambiente de gravidade zero, vêm trazer um cenário diferente dos anteriores; e quem tiver hardware à altura dará por si a parar por diversas vezes para apreciar todos os efeitos e detalhes dos cenários que nos envolvem. Ainda por cima, o Call of Duty Infinite Warfare está mais barato que o Titanfall 2 (mesmo se aqui temos a praga do season pass ou DLCs comprados, que o Titanfall 2 já aprendeu a evitar.)

Mesmo continuando a estar apaixonado pelo Titanfall 2, tenho que reconhecer que para quem puder comprar apenas um jogo com base na aventura da campanha single-player, fará melhor em optar pelo Infinite Warfare, que dá "mais" por "menos" dinheiro (mas não deixem de comprar o Titanfall 2, quando ficar mais barato! :)

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