domingo, 31 de maio de 2015

The Witcher 3 "dá tanga" ao DRM e recomenda o GOG


O DRM tem sido uma das maiores pragas das últimas décadas, que hipocritamente é anunciado como sendo um "benefício" para os jogadores, mas acaba por ser apenas um incentivo à pirataria - à qual por vezes se é obrigado a recorrer quando se quer jogar um jogo que se tinha comprado, mas cujos servidores de activação já nem se encontram a funcionar (comum, em jogos com mais de um par de anos!)

Em The Witcher 3, os developers CD Projekt Red não deixaram passar a oportunidade de partilharem a sua opinião quanto ao DRM, de forma perfeitamente enquadrada com o universo do jogo, e recomendando o recurso ao GOG, loja que nos disponibiliza jogos livres de DRM.

The Defensive Regulatory Magicon (or DRM for short) belongs to the above-mentioned group of the longest-lasting, most effective and hardest to break defensive mechanisms. In order to recognize the individual administering it, it makes use of a portal mounted at the entrance of the area it is to defend. This portal passes streams of magical energy through the body of the person entering and can, in the blink of an eye, determine if this person has the corporeal signature (eyeball structure included) of the entitled administrator. As a result, the only unauthorized individuals that can possibly hope to enter are mimics.

DRM thus makes for an extremely effective and near-unbreakable security measure - but you are in luck, for you hold in your hands the key to bypassing it, namely the present tome, Gottfried’s Omni-opening Grimore, or GOG for short. In the pages to follow you will find innumerable methods for deactivating DRM, or, even better, bypassing it altogether (…)


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