Um ano depois de vos ter falado deste RapeLay, eis que novamente volta a polémica: até que ponto deverão ou não os jogos vídeo servir de escape à realidade e permitir fazer coisas moralmente reprováveis?
Todas as tentativas de censurar e parar a comercialização do jogo têm tido o efeito oposto, tornando-o cada vez mais conhecido e suscitando a curiosidade de cada vez mais jogadores.
É bastante conhecida a cultura "hentai" japonesa, onde este tipo de situações sexuais "não-convencionais" é frequentemente explorado. No Ocidente temos tido coisas semelhantes, como o caso dos jogos estilo GTA, que muitos consideram ser também "indecentes" e instigadores de violência.
Pessoalmente, prefiro poder atirar veículos dum penhasco, matar aliens e soldados inimigos, destruir planetas, etc. num ambiente virtual - tendo perfeita consciência de que tudo isso é pura e total ficção.
Mas aparentemente, há gente que é incapaz de fazer essa distinção e pretende impôr a sua ignorância sobre a liberdade de escolha e decisão dos outros.
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sexta-feira, 2 de abril de 2010
sexta-feira, 13 de março de 2009
Rape Simulator - RapeLay
Até onde deverão ir os limites impostos nos vídeojogos? Se jogos como o GTA causaram grandes polémicas ao permitir roubar veículos e actuar impunemente numa cidade virtual, que dizer de um jogo vindo do Japão, o RapeLay onde o objectivo é violar uma mulher virtual?
O que está em causa - mais que a ausência de bom senso - é se será correcto banir ou proibir este tipo de jogos. O Japão é fértil neste tipo de mercado, que se estende por várias áreas, desde os comic books até aos programas televisivos, e incluindo - obviamente - os vídeojogos.
Muitos países e lojas online tem simplesmente optado por banir completamente este tipo de produtos. No entanto, tal como as medidas anti-pirataria nunca impediram alguém de piratar, também este jogo permanece disponível por vias não-oficiais para todos aqueles que o queiram experimentar.
A pergunta que vos coloco é: será correcto banir este tipo de jogos? Ou deverá isso ficar ao critério de quem deve tomar essa decisão, o consumidor?
O que está em causa - mais que a ausência de bom senso - é se será correcto banir ou proibir este tipo de jogos. O Japão é fértil neste tipo de mercado, que se estende por várias áreas, desde os comic books até aos programas televisivos, e incluindo - obviamente - os vídeojogos.
Muitos países e lojas online tem simplesmente optado por banir completamente este tipo de produtos. No entanto, tal como as medidas anti-pirataria nunca impediram alguém de piratar, também este jogo permanece disponível por vias não-oficiais para todos aqueles que o queiram experimentar.
A pergunta que vos coloco é: será correcto banir este tipo de jogos? Ou deverá isso ficar ao critério de quem deve tomar essa decisão, o consumidor?
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